10 dúvidas sobre o COVID-19

A Dra Márcia, médica da RHMED|RHVIDA respondeu 10 dúvidas sobre o COVID-19, veja abaixo:

1) Como higienizar meu ambiente de trabalho e com que frequência preciso limpar a minha mesa e objetos de trabalho? Preciso higienizar os documentos que recebo em mãos?

R : A higienização da minha mesa de trabalho e também dos objetos (acessórios), é feita diariamente pela equipe de limpeza contratada, utilizando pano limpo e álcool 70%. A limpeza do carpete é realizada com o auxílio de uma vassoura para carpete.

2) Quais são as máscaras que as pessoas sem sintomas devem utilizar? Quais os melhores materiais para confeccionar uma máscara caseira?

R : Com a escassez de máscaras confeccionadas pela indústria especializada, sugere-se para a população em geral a produção e uso de máscaras artesanais. Os materiais recomendados para a produção de máscara caseira são : algodão ; tricoline e TNT.

3) Preciso pegar o elevador com mais pessoas, como posso me proteger?

R : Na verdade, os elevadores são apontados como ambientes com grande potencial de contaminação. Portanto, deve-se evitar encostar nas paredes da cabine; utilizar um lenço de papel descartável para acionar tanto o botão de chamada de pavimento como o botão de cabine e também usa-lo caso o elevador apresente portas que precisamos puxar para entrar e empurrar para sair da cabine. Além disso, a empresa responsável pela manutenção do elevador deverá realizar higienizações em intervalos de duas horas. Deve-se evitar usar o elevador quando o mesmo estiver cheio.

4) É melhor manter o ar condicionado ligado ou a janela aberta? Existe uma temperatura mínima ideal, para ajudar na prevenção do COVID-19?

R : O ar condicionado não propaga o vírus, mas o seu mau uso pode trazer riscos à saúde. A ANVISA diz que a temperatura ideal em ambientes fechados varia entre 23º e 26ºC. É essencial, justamente, que haja uma mistura com o ar externo para garantir um ambiente salubre e assim manter a qualidade do ar interno.

5) Sou do grupo de risco, preciso ter um cuidado adicional em relação aos meu colegas de trabalho? 

R : O colaborador que pertence ao grupo de risco, já deve estar realizando trabalho em home office. Portanto, praticando o isolamento social. É certo que essa população pode sofrer com déficits imunológicos e consequentemente apresentam-se mais suscetíveis a desenvolverem sintomatologia. Os cuidados no dia a dia deste grupo, não diferem muito da população em geral. Lavar as mãos com frequência; manter uma rotina alimentar e de hidratação saudável; evitar aglomerações; manter o máximo possível o isolamento domiciliar.

6)  Como devo me cuidar durante o período de quarentena?

R : Você precisa estabelecer uma rotina , como por exemplo (horário para acordar; café da manhã e almoço). Manter as boas práticas de higiene tanto pessoal como ambiental; manter hábitos de vida saudável (alimentação e hidratação); cuidar da saúde mental (consequências do isolamento social); não compartilhar copos; talheres; pratos.; praticar atividade física.

7) Posso compartilhar a geladeira?

R : Pode, desde que observados os cuidados básicos de higiene, a fim de evitar a disseminação do vírus como por exemplo : sanear produtos de prateleira e embalagens antes de organiza-los ( frutas ; legumes ; vegetais ; etc….)

8) Qual a distância que preciso manter do meu colega de trabalho?

R : Manter a distância mínima de 2 metros.

9) Preciso utilizar o banheiro compartilhado, que cuidados eu preciso ter? 

R : Na verdade, tudo depende da quantidade de pessoas que compartilham o banheiro, mas a recomendação primordial é que o banheiro seja lavado com água sanitária pelo menos uma vez/dia. Como estamos enfrentando uma pandemia, aumentar essa frequência para duas vezes/dia. A higiene das mãos (com água e sabão) antes e após o uso do banheiro sempre foi essencial, independente de coronavírus, mas agora é importante reforçá-la. Entretanto, se houver alguém infectado na casa, o ideal é que caso a residência possua mais de um banheiro, deixar um deles para o uso da pessoa infectada.

10) Caso um colega apresenta sintomas, como devo proceder? 

R : A orientação do Ministério da Saúde é que em caso de suspeita, o paciente deverá permanecer em casa por 14 dias e só procurar atendimento em unidade hospitalar se os sintomas se agravarem (febre recorrente e piora da sintomatologia respiratória). Sintomas leves como tosse e coriza prolongadas por vários dias, não são preocupantes. Contudo, se houver febre alta e persistente e se a tosse vier acompanhada de desconforto respiratório, o paciente deve procurar atendimento médico imediatamente.

Planejamento e informação no combate ao Coronavírus

Com a chegada do novo Coronavírus ao Brasil, é preciso que as empresas se preparem adequadamente para enfrentar o problema. Em primeiro lugar, a RHMED||RHVIDA orienta as organizações a não criarem alarme em torno da doença. A ideia é proteger os colaboradores por meio de informação correta, dentro dos padrões e indicações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS). Até esta terça-feira (3), o subsecretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, noticiou que o país registra 488 casos suspeitos do novo coronavírus e dois confirmados.

As medidas de prevenção são as mesmas recomendadas para outras doenças viróticas, simples e eficazes. O importante é fazer circular o máximo de informação sobre o tema no ambiente de trabalho.

Para facilitar, reunimos aqui as dúvidas frequentes e as informações mais relevantes para impedir o avanço do novo coronavírus no Brasil. Há instruções que podem ser compartilhadas em sua empresa, criando um clima de tranquilidade entre os funcionários, que não prejudique o clima interno nem traga prejuízos ao processo de produção.

– Por que o governo federal antecipou a vacinação contra gripe? A imunização é útil também em relação ao coronavírus?

Não. A antecipação da vacina foi decidida pelo Ministério da Saúde para diminuir o número de casos de gripe, muitas vezes confundidos com os de coronavírus. Ou seja, ao diminuir o número de pessoas infectadas pela gripe, reduz-se consequentemente o número de casos sob suspeita em relação ao coronavírus.

O que é o novo Coronavírus?

O coronavírus é um grupo de vírus comum entre os animais, que tem formato de coroa. No caso do novo coronavírus (Covid-19), houve contaminação de animais a pessoas e, posteriormente, entre seres humanos. As autoridades ainda não sabem qual animal pode ter causado o atual surto que se espalhou de Wuhan, na China, para o mundo. O vírus foi descoberto no fim de 2019 e a primeira morte registrada em 9 de janeiro deste ano.

Como se dá o contágio?

A transmissão de humano para humano ocorre pelo ar ou pelo contato com secreções de uma pessoa infectada, como gotículas na tosse ou espirro. Pode ser dar por apertos de mão, beijos, abraços, compartilhamento de toalhas, talheres e copos ou qualquer outra superfície contaminada.

Quais os sintomas?

Os mesmos de uma gripe: tosse, febre (acima de 37 graus), dores no corpo, mal-estar geral, congestionamento nasal, inflamação de garganta e diarreia. Nos casos mais críticos, o paciente pode apresentar dificuldade para respirar e insuficiência renal.

Como prevenir?

Ainda não há vacina contra essa família de vírus. Portanto, a melhor tática é a prevenção.

– A primeira recomendação é evitar o contato com pessoas infectadas.

– Policie-se para evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca.

– É preciso também lavar as mãos constantemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos (o tempo de cantar lentamente “Parabéns para você”).

– Tome cuidado para não tocar novamente as torneiras com as mãos ou manusear maçanetas e corrimões em lugares públicos.

– Faça uso de álcool gel (sempre acima de 70%) ao tocar superfícies ou objetos que outras pessoas já tocaram. Faça higienização também em objetos como celular, canetas, aparelhos de telefone, controles remotos etc. As empresas podem disponibilizar álcool gel em banheiros e refeitórios. É uma medida simples, que pode fazer grande diferença.

– Deve-se evitar multidões em lugares fechados. O ideal é manter a distância de, no mínimo, um metro de pessoas que estejam espirrando ou tossindo. Se não for possível, como no caso de transporte público, o aconselhável é o uso de máscara.

E quem acha que está com sintomas da doença, como deve agir?

Quem estiver com sintomas suspeitos ou tiver viajado para áreas de risco deve procurar um médico e se certificar de se não está contaminado. Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a possibilidade de cura. Boas práticas, como cobrir a boca ao tossir e espirrar, são aconselháveis, não só em relação ao coronavírus, mas a gripes em geral. Se for obrigado a sair de casa, use máscara.

Como tratar a doença?

Ainda não há um tratamento específico ou vacina para a doença. Aos primeiros sintomas, é preciso procurar atendimento médico. Os profissionais de saúde podem aliviar os sintomas prescrevendo um medicamento para dor ou febre. Repouso é fundamental, assim como a ingestão de água.

Coronavírus: como proteger colaboradores e empresas da epidemia

Os coronavírus (CoV) formam uma família viral extensa e são conhecidos desde os anos 1960. Provocam doenças respiratórias leves a moderadas e podem ser confundidas com um mero resfriado. É o 2019-nCoV, variação até então pouco conhecida e mais agressiva, que tem alarmado o planeta. O primeiro caso foi registrado próximo ao mercado de frutos do mar em Wuhan, na região central da China. Apesar de o vírus ter surgido primeiramente em animais, a transmissão do coronavírus já se dá de pessoa para pessoa. Segundo especialistas, o contágio pode ocorrer ainda na fase incubação do vírus (assintomática), com duração de até 14 dias.

 

De acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Saúde na última quinta-feira (27), o Brasil conta com 132 casos suspeitos de coronavírus. O número pode ser maior, já que os estados enviaram outras 213 notificações depois do boletim ser concluído. Confirmado, há apenas um caso até agora: um homem de 61 anos que mora em São Paulo e esteve na Itália.

Sintomas

Febre alta, tosse, diarreia e dificuldade para respirar são os principais sintomas da doença. “Em casos mais graves – que alcançam de 15% a 20% dos pacientes – avança para pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave, males que podem levar à morte. Até o momento, o novo coronavírus tem se mostrado uma forma menos letal do que o SARS e o MERS”, explica o diretor-médico da RHMed|RHVida, dr. Geraldo Bachega.

Circulação de informação responsável

Conversar sobre o tema no ambiente de trabalho vai ajudar a sanar dúvidas e evitar clima de pânico infundado. “Promover palestras com especialistas, intensificar a comunicação interna em torno de medidas de prevenção e observar a importância de cuidados básicos com a saúde são sempre aconselháveis. Quanto mais informados os colaboradores, menos motivos para fake news e medo”, esclarece o diretor-médico da RHMed|RHVida.

Cuidados para prevenir a doença em ambiente de trabalho

Bachegaque reforça. “Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou uma lista de precauções básicas que podem reduzir o risco geral de contrair ou transmitir não só o novo coronavírus, mas também outros tipos de infecções respiratórias agudas. Nesse caso, a empresa tem uma boa oportunidade de chamar a atenção para a vacinação contra o H1N1 e outros tipos de gripe”.O médico Geraldo Bachega, lista 12 dicas para ajudar a prevenir a doença em ambiente de trabalho:

  1. Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
  2. Lavar frequente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  3. Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  4. Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  5. Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  6. Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  7. Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas;
  8. Manter os ambientes bem ventilados;
  9. Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  10. Beber bastante líquido e cuidar da alimentação para que não haja queda da imunidade;
  11. Ir ao médico aos primeiros sintomas. O diagnóstico é realizado pela coleta de materiais respiratórios;

Por se tratar de uma variação do coronavírus, ainda não existe vacina ou tratamento específico para a doença. Os procedimentos são adaptados conforme os sintomas de cada paciente.

 

Fonte: https://administradores.com.br/noticias/coronav%C3%ADrus-como-proteger-colaboradores-e-empresas-da-epidemia

Informações práticas e de epidemiologia do coronavírus

Como proteger sua empresa do medo do coronavírus

A rápida disseminação do novo coronavírus na China – com mais de 20 mil casos e 426 mortes registrados em pouco mais de um mês – e o risco de pandemia em todos os continentes levaram a um alerta global da Organização Mundial de Saúde (OMS), contendo uma série de instruções e procedimentos para prevenir o avanço da doença. Outros 24 países já apresentam casos ou suspeita da doença, incluindo o Brasil, com 14 pacientes em observação.

Os coronavírus (CoV) formam uma família viral extensa e são conhecidos desde os anos 1960. Provocam doenças respiratórias leves a moderadas e podem ser confundidas com um mero resfriado. É o 2019-nCoV, variação até então pouco conhecida e mais agressiva, que tem alarmado o planeta. 

O primeiro caso foi registrado próximo ao mercado de frutos do mar em Wuhan, na região central da China. Apesar de o vírus ter surgido primeiramente em animais, a transmissão do coronavírus já se dá de pessoa para pessoa. Segundo especialistas, o contágio pode ocorrer ainda na fase incubação do vírus (assintomática), com duração de até 14 dias.

Febre alta, tosse, diarreia e dificuldade para respirar são os principais sintomas da doença. Em casos mais graves – que alcançam de 15% a 20% dos pacientes – avança para pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave, males que podem levar à morte. Até o momento, o novo coronavírus tem se mostrado uma forma menos letal do que o SARS e o MERS.

 RHMED|RHVIDA recomenda circulação de informação responsável

Conversar sobre o tema no ambiente de trabalho vai ajudar a sanar dúvidas e evitar clima de pânico infundado. Promover palestras com especialistas, intensificar a comunicação interna em torno de medidas de prevenção e observar a importância de cuidados básicos com a saúde são sempre aconselháveis. 

Quanto mais informados os colaboradores, menos motivos para fake news e medo. Como não há casos confirmados no Brasil, é bom que fique claro a todas as equipes que não há ainda razão para mudanças na rotina da empresa, com adoção de home office, férias coletivas ou outras medidas sem qualquer fundamento diante do atual cenário no país.

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou uma lista de precauções básicas que podem reduzir o risco geral de contrair ou transmitir não só o novo coronavírus, mas também outros tipos de infecções respiratórias agudas. Nesse caso, a empresa tem uma boa oportunidade de chamar a atenção para a vacinação contra o H1N1 e outros tipos de gripe.

Como prevenir a doença?

– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas.

– Lavar frequente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente.

– Utilizar lenço descartável para higiene nasal.

– Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.

– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

– Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.

– Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas.

– Manter os ambientes bem ventilados.

– Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

– Beber bastante líquido e cuidar da alimentação para que não haja queda da imunidade.

– Ir ao médico aos primeiros sintomas. O diagnóstico é realizado pela coleta de materiais respiratórios.

– Por se tratar de uma variação do coronavírus, ainda não existe vacina ou tratamento específico para a doença. Os procedimentos são adaptados conforme os sintomas de cada paciente. 

Entenda o que é emergência global

Uma emergência de saúde pública de interesse internacional (PHEIC, na sigla em inglês) é uma declaração formal da OMS sobre o risco real à saúde da humanidade mediante a disseminação de uma epidemia. O protocolo requer uma resposta internacional rápida e coordenada para evitar que a doença se espalhe.

Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), do qual o Brasil é signatário, os países devem atender às recomendações e práticas publicadas pelo documento de emergência. Governos e autoridades devem organizar e colocar em prática planos de ação para conter a ameaça sanitária. As declarações são temporárias e passam por reavaliação a cada três meses.

Saiba mais no site do Ministério da Saúde