Setembro Amarelo: Saúde mental é prioridade!

A campanha Setembro Amarelo foi criada em 2014 para discutir nacionalmente a prevenção do suicídio. É uma forma de dar maior visibilidade a um tema, cujo debate precisa ser ampliado e alcançar o conjunto da sociedade, rompendo assim tabus que ainda resistem em grupos e regiões do país.

Organizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a campanha acontece em torno do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio (10/09) e nos leva necessariamente a uma reflexão sobre saúde mental e qualidade de vida.

Segundo dados de ABP e CFM, em 96% dos 12 mil casos de suicídio registrados por ano no Brasil, constatou-se um histórico de transtornos mentais. A maior incidência foi de depressão, vindo em seguida bipolaridade e pessoas vítimas de abuso. Mas não podemos nos esquecer de casos de burnout, ansiedade e pânico.

“Para nós da RHMED|RHVIDA, gerar ações que previnam doenças mentais é questão tão prioritária quanto cuidar da saúde física das pessoas. Faz tempo que levantamos essa bandeira, internamente e com os nossos clientes e parceiros. É também um dos pilares de nosso compromisso com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, da ONU, da qual, com muito orgulho, somos signatários”, afirma Antonio Martin, CEO da RHMED|RHVIDA.

Prevenção começa com informação

Levando-se em conta que passamos a maior parte do nosso dia em função da vida profissional, parte dos problemas mentais se origina justamente no trabalho. A pandemia de Covid-19 trouxe ainda mais instabilidade emocional e incertezas à rotina dos trabalhadores, o que resultou, em certos casos, em estresse excessivo, desequilíbrio emocional e comprometimento da saúde mental.

O trabalho remoto fez muitas empresas a lançarem um olhar mais atento sobre a saúde mental de seus funcionários, com criação de canais de atendimento especializado. Foi um passo adiante, mas ainda não é o suficiente.

“Em primeiro lugar, não há uma fórmula isolada, mas uma combinação de ações que podem prevenir as doenças mentais e provocar o engajamento necessário de líderes e colaboradores para lidar com a questão. Mas, sem dúvida, tudo começa por informação de qualidade”, observa Antonio.

Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) constatou que 56% dos entrevistados tiveram dificuldade em equilibrar vida pessoal e profissional durante a pandemia, sendo que 48% indicaram aumento na carga horária de trabalho. Outra pesquisa, do Instituto Ipsos, realizada para o Fórum Econômico Mundial, revelou que 53% dos brasileiros relataram piora em seu estado psicológico.

Combate aos tabus é essencial

Mas, afinal, por que demoramos tanto a perceber a depressão, tanto em nós mesmos quanto em pessoas próximas? Porque não estamos atentos nem preparados para isso. Falta-nos exatamente informação sobre o assunto para detectar algo fora do lugar. Também temos o hábito de achar que “só acontece com os outros”. Há afirmações corriqueiras que deixam clara nossa resistência ao tratar do tema: “Mas fulano tem tudo, que bobagem!” ou “Ah, é frescura!” e “É fase, tira uma folga que passa”.

As organizações precisam fazer a sua parte e divulgar internamente conteúdos relevantes. Além de informação quanto a sintomas, é importante deixar claro que transtornos mentais têm tratamento, que o colaborador pode contar com a empresa para o que for preciso e que as pessoas são sempre mais importantes do que seus problemas. O trabalhador precisa se sentir compreendido e apoiado.

Também é fundamental fazer com que a rotina de trabalho, mesmo que puxada, não seja exaustiva. Observar que cada trabalhador tem seu próprio ritmo e resistência à pressão. São indivíduos e devem ser tratados como tal, com suas necessidades e expectativas específicas.  Com engajamento integral de líderes e equipes e humanização das jornadas, tudo fica mais fácil. Todos cuidam de todos e isso é muito bom!

Sinais de que algo está errado

– Desânimo e cansaço constantes

– Mau humor frequente

– Isolamento e retração

– Dores de cabeça frequentes

– Ausência e atrasos constantes sem motivo

– Insônia

– Insegurança e postergação na realização de tarefas

– Queda brusca no rendimento

Dicas para um ambiente de trabalho saudável

– Disseminar informação e conteúdo de qualidade para as equipes

– Não sobrecarregar a equipe com prazos e metas inatingíveis. Colaboradores infelizes adoecem, mental e fisicamente.

– Abrir canais de diálogo, nos quais os funcionários se sintam à vontade para falar francamente sobre seus sentimentos

– Disponibilizar apoio profissional sempre que necessário

– Incentivar a prática de exercícios físicos e alimentação saudável

– Criar, mesmo no trabalho remoto, momentos de sociabilização entre equipes

– Abrir espaço à flexibilização de horários para que o colaborador possa cuidar da saúde ou resolver problemas pessoais

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Jovem Aprendiz: programa de empregabilidade para jovens

Jovem Aprendiz e programa de estágio são destaques na agenda ODS da RHMED|RHVIDA

Quando nos comprometemos com a Rede Brasil do Pacto Global da ONU – amplo conjunto de ações por saúde, justiça, educação, igualdade, preservação do meio ambiente e qualidade de vida em todo o planeta -, sabíamos de antemão que seria uma jornada de grandes aprendizados e desafios. Entre os Objetivos de Desenvolvimento Social (ODS) que abraçamos até 2030, o de criar oportunidades de emprego, em um país com mais de 14 milhões de desempregados, se tornou ainda mais relevante. 

É a nossa forma de colaborar efetivamente para a construção do futuro, principalmente dos jovens que buscam colocação no mercado de trabalho num momento tão delicado da nossa economia. Para isso, contamos com dois programas-chave em nossa empresa: o Jovem Aprendiz e o programa de estágio. 

Boa parte dos estudantes que integram nossos programas continua atuando na empresa ou conseguindo colocação em outras organizações, o que também nos enche de orgulho.

RHMED|RHVIDA tem compromisso com a formação integral

A RHMED|RHVIDA recebe anualmente um número imenso de currículos, não só por se destacar como referência de Medicina e Segurança do Trabalho, mas por sua reconhecida vocação na captação e desenvolvimento de novos talentos. Não se trata simplesmente de formar e capacitar profissionais, mas de transmitir-lhes conceitos de excelência, ética, transparência nas relações, práticas conscientes e de responsabilidade social.

Evoluímos ligeiramente para uma era mais sustentável, no Brasil e no mundo. Daí a urgente necessidade de reforçar o foco na implantação, consolidação e disseminação de princípios ligados a direitos humanos, trabalho, proteção ambiental e combate à corrupção, bem como na prestação de contas à sociedade, com publicidade e transparência na implantação dos princípios. 

Gerar empregos é começar a reduzir as desigualdades sociais e criar condições de vida mais dignas à grande parcela da sociedade. Representa também uma forma de afastarmos o temido apagão de mão de obra qualificada, que tanto prejuízo traria ao país.

Precisamos de educação de qualidade, trabalho decente e crescimento econômico, com inovação, tecnologia e infraestrutura.

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Igualdade de gênero no ambiente empresarial

Você sabe qual é a importância da igualdade de gênero dentro do ambiente de trabalho? Continue lendo o nosso blog e sabia mais!

Vamos falar de equidade de gênero nas empresas?

Pare e pense no que sua empresa tem feito efetivamente pela igualdade de gênero no ambiente de trabalho. São muitos os avanços das mulheres no meio corporativo, em especial nos últimos dez anos. Mas, sem dúvida, ainda há um longo caminho a ser percorrido.

No Brasil, segundo levantamento do IBGE, a participação feminina no mercado de trabalho aumentou pelo quinto ano consecutivo. Mas, por outro lado, as mulheres continuam ganhando menos do que os homens e ainda são poucas as que chegam a cargos de liderança.

O Brasil não é um caso isolado. O Relatório Diferença Global de Gênero, promovido pelo Fórum Econômico Mundial em 2020, prevê que serão necessários pelo menos 250 anos para que a igualdade entre homens e mulheres seja uma realidade no mercado. Em mais de cem países, por diferentes razões, as mulheres são impedidas de trabalhar fora.

RHMED|RHVIDA abraça Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Em 2020, nós da RHMED|RHVIDA, com mais de um milhão de vidas sob gestão, nos tornamos signatários da Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas. Com isso, reafirmamos nosso compromisso de manter e implantar princípios ligados a direitos humanos, direitos do trabalho, proteção ambiental e combate à corrupção. Além de prestarmos contas à sociedade dos nossos valores, princípios e práticas, buscamos a formação de um país mais justo e próspero.

O nosso comprometimento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que integram a agenda 2030 da ONU, começa pela mudança na cultura da empresa para se adequar à ambiciosa ação global, que conecta organizações de diferentes setores para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem paz e desenvolvimento integral. 

E não dá para fazer isso sem que todos estejam incluídos. Além de uma questão de justiça social, a equidade de gêneros torna os ambientes mais criativos e produtivos. Temos hoje em nossos quadros na RHMED|RHVIDA uma representatividade feminina de 72%; sendo que a média liderança é 75% feminina. Na diretoria, metade dos cargos é formada por mulheres e, no Conselho, o número passa de 30%. 

Ponto de partida para mudanças

O primeiro passo é buscar transparência. Varrer problemas para debaixo do tapete não vai levar a lugar algum. As perguntas básicas para entender o que precisa mudar na sua organização são:

– Há mulheres em todos os níveis hierárquicos em sua empresa?

– Como é feito o processo de recrutamento de pessoal? Ainda se dá preferência a homens? Questões como maternidade têm peso na escolha para preenchimento das vagas?

– As trabalhadoras ganham tanto quanto os trabalhadores ao exercerem a mesma função?

– Existem canais abertos para que as mulheres se sintam à vontade para denunciar assédio ou discriminação no ambiente de trabalho?

O mercado e a sociedade têm cobrado cada vez mais do meio corporativo um compromisso com questões sociais. Não se trata mais de um quesito secundário. Novos tempos exigem novos comportamentos e aquelas organizações que não se adequarem rapidamente terão perdas não só na imagem, mas também nos negócios.

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