Ergonomia é aliada do bem-estar de colaboradores e empresas

Adaptações do ambiente de trabalho garantem qualidade de vida e previnem doenças ocupacionais

Um ambiente de trabalho confortável e seguro é imprescindível para o bem-estar de todo o colaborador. E, para que esse quadro seja uma realidade, são necessárias medidas preventivas e adequações periódicas por parte das empresas e também engajamento do conjunto de colaboradores. Ciência que estuda as adaptações do posto de trabalho em busca de soluções para melhorar a qualidade de vida e da atividade laboral, a ergonomia tem como principal foco trazer, de maneira eficaz, técnicas adaptativas para facilitar as atividades diárias dos trabalhadores, buscando prevenir patologias que podem surgir por esforço repetitivo e melhorando o rendimento dos colaboradores junto às empresas, o que ajuda no desenvolvimento de ações que trarão benefícios para a empresa e seus colaboradores.

Atividades realizadas em posição indevida, mobiliário mal conservado ou impróprio, uso incorreto de equipamentos, iluminação deficiente, jornadas longas e sem pausas, tensão permanente e movimentos repetitivos são gatilhos frequentes para uma série de males físicos, causando vulnerabilidade nas equipes e alto índice de absenteísmo por lesões e dores. No Brasil, o tema é regulamentado pelo ex-Ministério do Trabalho e Emprego (atual Secretaria de Trabalho, do Ministério da Economia) por meio da NR-17, conhecida também como Norma da Ergonomia. Com cumprimento obrigatório, a NR-17 estipula parâmetros para a boa condição de trabalho, com adaptação às características físicas e psicológicas dos empregados e oferecendo segurança durante o expediente.

Para o diretor-médico da RHMED|RHVIDA, dr. Geraldo Bachega, especialista em medicina do trabalho, a ergonomia é uma efetiva aliada no ambiente de trabalho, pois sedimenta a segurança dos colaboradores e, consequentemente, do conjunto da empresa: “Em linhas bem gerais, os principais parâmetros a serem observados são: levantamento e transporte de descarga; mobiliário; organização; ruídos; equipamentos; temperatura; umidade; condições ambientais e organização. Questões ligadas a tempo, ritmo e aspectos operacionais também devem ser levados em conta. Em cada atividade, a organização precisa focar nas especificidades e criar um planejamento capaz de abarcar todos os departamentos da empresa”.

Bachega ressalta que o engajamento das organizações no cumprimento das normas funciona como medida de prevenção e redução de ocorrências: “Analisar os ambientes de trabalho, processos e equipamentos que fazem parte das atividades laborais dos colaboradores é o primeiro passo para identificar a necessidade de adequação ergonômica. Produz-se um relatório técnico e, a partir das conclusões, são feitas observações e recomendações de melhorias no ambiente de trabalho. Os resultados permitem que a empresa se programe e priorize seus investimentos para diminuir e extinguir as ocorrências causadoras de mal-estar”, explica o diretor-médico.

Problemas ocupacionais mais comuns

A Norma de Ergonomia aconselha que a vistoria seja feita a cada alteração no ambiente de trabalho. O objetivo é maximizar a comodidade e a seguridade do trabalhador. “Para avaliar a adaptação das condições do meio às características psicofisiológicas dos colaboradores, o recomendado é a realização de vistoria técnica periódica a fim de formar parâmetros para adaptação das condições de trabalho dos colaboradores, oferecendo o máximo de conforto, eficiência e segurança do trabalho”, esclarece o médico.

Engajar os funcionários na prevenção de riscos ergonômicos é essencial no efetivo processo de prevenção dentro das organizações. “Eles são as melhores fontes para indicar, diagnosticar e prevenir problemas. Também, ao se sentirem seguros e valorizados, terão sua autoestima elevada e reforçarão seu compromisso com a própria segurança e com a do restante da equipe”, pondera Bachega.

Entre os problemas ocupacionais mais comuns estão as lesões por esforço repetitivo (LERs). A doença ocupacional atinge trabalhadores de diversos setores em todo o mundo. No Brasil, dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelam que as LER são responsáveis por 11% de todo o universo de benefícios acidentários liberados pela previdência social em 2017, sendo fraturas de perna e tornozelo, punho e mão estão as segunda e terceira maior causa de afastamento.

O médico do trabalho alerta para situações facilmente prevenidas, como a má postura e suas consequências à saúde: “As LERs configuram a segunda maior causa de afastamento do trabalho no Brasil, com incidência majoritária justamente entre os profissionais na faixa etária de maior produtividade, de 30 a 40 anos de idade. Esforço físico pesado e posturas incorretas provocam fadiga, asma, dores musculares e fraqueza, além de contribuírem para o agravamento de doenças crônicas, como hipertensão arterial e problemas de coluna, entre outros”, observa dr. Geraldo.

O médico salienta que medidas como rodízio de atividades podem ajudar na ergonomia, mas não extinguem outras ameaças ao bem-estar do colaborador:  “De um modo geral, a ergonomia pode ser aplicada com exercícios laborais, intervalos regulares e rotatividade de tarefas, entre outras precauções. São reforços importantes no dia a dia, mas não chegam a eliminar totalmente riscos e problemas recorrentes. O ideal é que tais medidas venham acompanhadas de abordagem mais efetiva, com completa adaptação do ambiente de trabalho às funções desempenhadas e à carga horária do trabalhador”, conclui diretor-médico da RHMED|RHVIDA, dr. Geraldo Bachega, especialista em medicina do trabalho.

 

fonte: https://saudebusiness.com/mercado/ergonomia-e-aliada-do-bem-estar-de-colaboradores-e-empresas/

Busca pelo bem-estar no trabalho

Evitar acidentes é desafio para sustentabilidade do negócio

Diz a sabedoria popular que é sempre melhor prevenir do que remediar. Sem dúvida, antecipar-se aos acontecimentos negativos é a forma mais eficaz de evitá-los e uma grande prova de bom senso. A redução de sinistralidades está diretamente ligada ao investimento em prevenção de acidentes, segurança e saúde da organização. Apesar da unanimidade em torno do tema. Nem todas as corporações são capazes de transformar teoria em prática, tornando o ambiente de trabalho um lugar seguro e benéfico para todos.

Dados mais recentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que em todo o mundo, a letalidade anual de acidentes de trabalho é de 2,3 milhões de pessoas. Das quais mais de 2,02 milhões causados diretamente pelas atividades desenvolvidas sem proteção adequada ou de forma indevida. Além de doenças relacionadas às funções dos trabalhadores. As estatísticas globais dão conta de que, a cada cinco minutos, 20 trabalhadores morrem exercendo suas atividades. E o número de feridos chega a alarmantes 300 milhões todos os anos.

O Brasil ocupa hoje o quarto lugar mundial no ranking de acidentes e doenças do trabalho. Segundo dados da OIT, 1,3 milhão de casos com brasileiros têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores e más condições nos ambientes e processos de trabalho. O país fica atrás apenas de China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090) em número de mortes anuais: por aqui, a média é de 2.503 óbitos.

Segurança Exige Transparência

“É preciso tratar o tema segurança de maneira estratégica e promover um aumento no nível de consciência de todos quanto à importância de colocar a vida das pessoas sempre em primeiro lugar. Prevenir acidentes é fazer com que nada de ruim atinja quem quer que seja por nossa causa. Empresas que não investem com seriedade nisso podem pagar um altíssimo preço, humano e financeiro. Por isso, não contar com o acaso é, sim, uma medida concreta de segurança”, ressalta Antonio Martin, CEO da RHMED|RHVIDA, empresa que atua nos ramos de inteligência em saúde e em segurança do trabalho.

Martin acrescenta que não há atalhos ou improvisos para as empresas que querem alcançar bons resultados nessa área. “Segurança exige transparência, coragem, disciplina, seriedade e empenho. E isso envolve desde os executivos de alto escalão e o conselho de administração até clientes, investidores e fornecedores. Enfim, todos os stakeholders de uma empresa”.

Credibilidade, confiança e responsabilidade social

Financeiramente. A estimativa é de que os acidentes de trabalho correspondam a 4% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial em termos de dias perdidos. Gastos com saúde, pensões, reabilitação e reintegração. Especialistas no assunto em todo o mundo ressaltam que os cálculos sobre mortos e feridos não chegam perto de representar fielmente a magnitude do problema. Nem o impacto real na vida das famílias dos trabalhadores e nas economias dos países. Profissionais da área de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) mundo afora acreditam que obter dados confiáveis facilita a determinação de prioridades e serve de base para calcular o progresso no setor.

E a redução do número de acidentes de trabalho está estritamente ligada a políticas de prevenção. Abrangendo, também as condições de trabalho além do ambiente corporativo. “Assim como não podemos descuidar do que acontece intramuros na empresa. Não devemos negligenciar a segurança dos que nos cercam no bairro, na cidade e na sociedade. Sobreviver no mercado é aprender a construir ambientes livres de acidentes, saudáveis e produtivos interna e externamente; é gerar credibilidade nas intenções e ações. Credibilidade e confiança são construídas com base na responsabilidade social”, avalia o CEO.

A Importância da Prevenção

A segurança ocupacional tem entre suas preocupações não só implantar medidas efetivas que evitem acidentes. Mas também práticas e precauções capazes de prevenir doenças ligadas à rotina laboral. A visão predominante nos dias de hoje nas principais organizações é que uma empresa só é saudável se seus colaboradores também o forem. Para isso, é preciso não fugir às responsabilidades. Não faltam exemplos para comprovar a importância da prevenção de acidentes e evidenciar o prejuízo que postergar decisões representa para um grupo empresarial, independentemente de tamanho, atividade, histórico ou posição na bolsa. “Fechar os olhos para o investimento em saúde e segurança de colaboradores e do negócio já desestruturou corporações poderosas, que poderiam, por meio de medidas preventivas, ter escrito outra história para si e para os outros. Cabe a cada empresa decidir que tipo de história quer protagonizar”, finaliza Martin.

GPTW – Estamos Cuidando das Pessoas?

Nossa atual situação

Olhando lá atrás na história, dá para dizer que houve um considerável avanço na regulamentação relativa à segurança de trabalho. No entanto, ainda são muitos os desafios a serem vencidos em todo país. O Brasil segue na quarta posição no ranking mundial de acidentes,  como apontam dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), e, neste Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, vale fazer uma reflexão: estamos cuidando das pessoas ao nosso redor?

Qual é o primeiro passo?

O passo inicial para mudar essa realidade é entender que, antes de tudo, é preciso garantir um ambiente seguro e saudável para que as pessoas possam trabalhar, se desenvolver e alcançar a realização profissional. Para além das normas obrigatórias de segurança e saúde previstas pela legislação, um número cada vez maior de gestores se conscientiza dessa necessidade e de que é preciso falar constantemente sobre segurança. Mais líderes, hoje, sabem que investir em prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais fortalece a corporação. Além de gerar confiança e solidariedade, aumenta a autoestima dos funcionários, reduz os índices de absenteísmo e os gastos com indenizações. Isso, por consequência, aumentaria a produtividade e o grau de satisfação interna. Saber, infelizmente, não significa colocar em prática.

O que diferencia um negócio bem-sucedido é o ato de construir ambientes de trabalho suportados pela segurança e felicidade de seus colaboradores. Quem protege suas equipes consolida uma estrutura saudável e relações igualmente benéficas com a sociedade. De forma oposta, nada é mais prejudicial à imagem e à saúde de uma organização do que episódios trágicos envolvendo os trabalhadores e/ou a comunidade. Não importa o setor da economia ou o porte da empresa: nada justifica pôr em risco a integridade física de uma ou mais pessoas.

Como mudar essa situação?

Outro passo fundamental para criar ambientes seguros é difundir o conhecimento. A RHMED|RHVIDA, líder do setor de medicina ocupacional e segurança do trabalho no Brasil, promove debates e difunde conteúdos com a missão de conscientizar CNPJs e indivíduos sobre o tema. Empoderar por meio da informação e fazer com que esta circule é fundamental! Da mesma forma, é de extrema importância escutar os colaboradores da sua organização. Afinal, o correto diagnóstico de pontos vulneráveis depende da participação ativa de todos os colaboradores.

Cada um deve se sentir responsável pela sua segurança e, também, pela dos demais. Não porque é uma norma, mas sim por ser o melhor para todos. É preciso engajamento, uma vez que segurança no trabalho também depende do fator humano. Por isso, é importante reforçar: você está cuidando dos seus colaboradores?

 

FONTE: Great Place to Work

Fake news geram danos de reputação e crises financeiras

Fabricadas por pessoas e por grupos mal-intencionados, as notícias falsas são capazes de enganar e modificar a realidade. E, dentro das corporações, o impacto das fake news não é diferente.

“A modificação do passado é necessária por duas razões, uma das quais secundária e, por assim dizer, preventiva. A razão secundária é que o membro do Partido, tal como o proletário, tolera as condições vigentes em parte porque não dispõe de termos de comparação”. O trecho é da obra 1984, de George Orwell, e refere-se ao dever do Ministério da Verdade, responsável por falsificar registros históricos a fim de atender aos interesses do Grande Irmão, ditador e líder do Partido.

A história, que se passa na Oceania de 35 anos atrás, reflete parte do cenário atual de fake news. Mesmo não estando entre os temas estratégicos das empresas, a maioria (85%) manifesta preocupação com as notícias falsas, embora acredite que eventuais riscos possam ser mitigados ou evitados. O dado é do estudo “Fake News: Desafios das Organizações”, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), realizado a fim de compreender a dimensão do problema causado pela disseminação de notícias falsas dentro do ambiente de trabalho. O levantamento foi feito, entre 27 de fevereiro e 4 de abril de 2018, por meio de autopreenchimento em sistema online, com 52 empresas.

Guerra de narrativas

Segundo Hamilton dos Santos, diretor geral da ABERJE, se levarmos ao pé da letra, essas notícias não são novidades. “As fake news acompanham a indústria da comunicação desde os primórdios. A imprensa aprendeu a lidar com as notícias falsas, já que ela sempre contou com seus protocolos jornalísticos”, diz. Para o executivo, as fake news ganharam maior visibilidade, nos últimos tempos, por conta da guerra de narrativas. “A produção de fake news retroalimenta o conflito de opiniões”, afirma.

Tanto as organizações (35%) quanto os setores em que atuam (46%) já foram alvos de notícias falsas. De acordo com a pesquisa, para as empresas, os principais impactos relacionados à publicação e disseminação de fake news são: danos à reputação da marca (91%), à imagem da empresa (77%), à credibilidade da organização (40%), à imagem do setor (28%) e à reputação da liderança (13%); e perdas econômicas e financeiras (40%).

Propagar um informação falsa como verdadeira, para Antonio Martin, chief executive officer (CEO) da empresa de inteligência em saúde e de segurança no trabalho RHMed RHVida, pode fazer com que os colaboradores entrem em quadros de ansiedade e de depressão. “O diálogo claro, amplo e objetivo é fundamental para minimizar os impactos das fake news no ambiente corporativo”, fala.

O poder das mídias digitais

Os principais canais de acesso à informação, segundo o estudo, são jornais e revistas online (74%), jornais impressos (67%), revistas impressas (39%), agências de notícias (39%), mídias sociais (28%), televisão (22%) e blogs e fóruns onlines (2%). Os respondentes da pesquisa acreditam que as mídias digitais são as que mais publicam fake news.

Além disso, o compartilhamento de notícias entre entes pelas redes sociais é visto por 47% da incidência de fake news. “A produção de informação fugiu do controle por conta das redes sociais. Assim, o consumidor passou a ser um produtor de conteúdo, porém, sem os controles necessários de checagem”, clarifica Hamilton.

No entanto, Ana Paula Tavares, CEO e fundadora da Aporama, empresa parceira da RHMED|RHVIDA, focada em marketing digital, as rede sociais também se tornaram agentes importantes no combate e controle de informações falsas. Em março deste 2018, o Facebook lançou vídeo sobre fake news. A campanha lançou um vídeo aconselhando a não acreditar em tudo que leem na internet. Confira:

Rigor na checagem


Para o diretor geral da ABERJE, as empresas estão buscando profissionais de análise que entendam o impacto das notícias falsas. “É preciso aumentar o rigor e criar alternativas de checagem. Campanhas de conscientização também são importantes”.

No futuro, Antonio acredita que os colaboradores terão consciência de que é imprescindível chegar notícias. Já a Ana alerta a necessidade de mais pesquisas para entender os sistemas existentes. “Observamos o crescimento de bots compartilhando conteúdos falsos, influenciando a opinião da sociedade sobre assuntos sensíveis”

Por exemplo, para Hamilton, será preciso lidar com outros problemas, as deepfakes, conteúdos fraudulentos criados por meio de inteligência artificial (IA). “Será, cada vez mais, difícil distinguir a realidade com o mundo virtual”.

 

 

FONTE: MEIO E MENSAGEM

Brasil é o país com maior número de pessoas com ansiedade

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o Brasil é campeão em ansiedade e vive atualmente uma epidemia disto. De acordo com o estudo, são 8,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivendo com a doença.

Também considerada um dos males do século, acomete mais as mulheres: cerca de 7,7% delas são ansiosas, o dobro do total de homens (3,6%)

Em comparação com a pesquisa divulgada em 2005, o último relatório da OMS descreve um aumento na frequência de transtornos depressivos e de ansiedade em todo o mundo. Apontando para o crescimento populacional e aumento da longevidade como fatores contribuintes para o quadro atual.

“É importante conhecer e estar atento a sintomas pouco relacionados à ansiedade. Sensação de fraqueza ou cansaço, respiração ofegante ou falta de ar, dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração, problemas para dormir e tensão muscular são sintomas desconhecidos de grande parte da população”, explica Amanda Santana, psicóloga da RHMED especializada saúde ocupacional.

“Há também os mais clássicos: irritabilidade, constante tensão ou nervosismo, problemas de concentração, descontrole sobre os pensamentos, dificuldade de esquecer o objeto de preocupação, além de tremores nas mãos ou em outras partes do corpo”, enfatiza a especialista.

Essas pesquisas são relevantes, pois servem de guia de ações dos governos para prática de prevenção e/ou tratamento.

Transtorno de ansiedade

O Ministério da Saúde ainda cita outros sinais do transtornos da ansiedade, tais como:

  • preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar);
  • sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer;
  • preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho;
  • medo extremo de algum objeto ou situação em particular;
  • medo exagerado de ser humilhado publicamente;
  • falta de controle sobre os pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade;
  • pavor depois de uma situação muito difícil.

 

FONTE: CATRACA LIVRE

A importância da rotina saudável em casa e no trabalho

O Dia da Saúde e Nutrição, em 31 de março, tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da boa alimentação e hidratação dentro e fora de casa. O simples hábito de beber a quantidade de água recomendada por especialistas pode evitar doenças.

O que fazer?

“Tão importante quanto manter uma rotina saudável de alimentação em casa é estendê-la ao ambiente de trabalho. Hidratar-se, contribui para evitar diversas doenças, como sobrepeso, resfriado, sinusite, cálculos urinários, constipação, síndrome do intestino irritável e gota (enfermidade reumática). Beber água também proporciona benefícios ímpares, ajudando a melhorar a concentração, a qualidade do sono e a memória. Ao dar maior disposição para atividades físicas, há vantagens também para a produtividade em ambiente de trabalho”. Assegura o diretor-médico da RHMED|RH VIDA, Dr. Geraldo Bachega.

O médico frisa que haja hidratação ideal e bons hábitos alimentares são cruciais para uma nutrição completa: “O dia a dia do colaborador é corrido, prejudicando a manutenção de uma rotina saudável. É preciso ter ciência de que o bem-estar deve vir em primeiro lugar. E isso se traduz em medidas imprescindíveis, como manutenção do peso, ingestão de alimentos pobres em gorduras e açúcares, adoção de um cardápio rico em fibras, frutas, legumes e verduras, redução do consumo de sal, adoção de quatro refeições por dia – café da manhã, almoço, jantar e os lanches –, sem abrir de nenhuma e sempre com a ingestão sem pressa e prazerosa. E importante: tudo deve ser consumido com moderação, nada em excesso”, esclarece o especialista em medicina ocupacional.

Ter bons hábitos no dia a dia

Deve contar com aliados indispensáveis: “Parar de fumar, praticar exercícios e evitar quadros como estresse e a fadiga. São, juntamente com a boa nutrição, os grandes amigos da saúde. Mantendo isto no dia a dia, serão uma página no capítulo da vida saudável”. Finaliza o diretor-médico, Dr. Bachega.

 

FONTE: MUNDO POSITIVO

Tensão muscular, dor no peito e insônia são sintomas da ansiedade

De acordo com a OMS, em 2017, sono irregular ou dificuldade para dormir, incômodo no peito e tensão muscular são sintomas ainda pouco associados à ansiedade, comum no Brasil. O país é considerado o mais ansioso e estressado da América Latina, com 9,3% da população. A ansiedade acomete mais as mulheres: cerca de 7,7% delas são ansiosas, o dobro do total de homens (3,6%).

“É importante conhecer e estar atento a sintomas pouco relacionados à ansiedade. Sensação de fraqueza ou cansaço, respiração ofegante ou falta de ar, dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração, problemas para dormir e tensão muscular são sintomas desconhecidos de grande parte da população”, explica Amanda Santana, psicóloga da RHMED|RHVIDA especializada saúde ocupacional.

“Há também os mais clássicos: irritabilidade, constante tensão ou nervosismo, problemas de concentração, descontrole sobre os pensamentos, dificuldade de esquecer o objeto de preocupação, além de tremores nas mãos ou em outras partes do corpo”, enfatiza a especialista.

Trabalho e ambiente sadio

Para a psicóloga, é preciso prevenir as causas: “É importante controlar a ansiedade. Porém, algumas situações no trabalho podem ser elementos motivadores da ansiedade, que, em excesso, transformam-se em distúrbio. No universo corporativo, uma atmosfera que priorize o equilíbrio socioemocional é um dos pontos-chave para manter a saúde mental”. Garante a psicóloga da RHMED|RHVIDA, especializada saúde ocupacional.

 

FONTE: TRIBUNA 1

Estudo da RHMED mostra que alteração glicêmica atinge 10% colaboradores avaliados

Estudo realizado pela RHMED mostram que a alteração glicêmica é uma realidade para mais de 10% dos colaboradores das empresas de todo o país. Exames ocupacionais realizados revelam que 4.357 homens e mulheres, entre 18 e 65 anos, apresentaram níveis alterados. A condição pode ser um indício de pré-diabetes, que, segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Diabetes, já acomete 40 milhões de brasileiros.

Quais são os diabetes?

Segundo dados Ministério da Saúde e da International Diabetes Federation (IDF), ela atinge 14 milhões de brasileiros.

O diretor-médico da RHMED, Dr. Geraldo Bachega diz que “o diabetes tipo 1 ataca as células do pâncreas, que deixam de produzir insulina. Comum em crianças e adolescentes, geralmente, dos 10 aos 14 anos.”

“Já o diabetes tipo 2 se caracteriza em pessoas que têm fatores de risco. Surge em pessoas acima dos 40 anos que passaram por um período prévio de pré-diabetes. O indícios mais frequentes são perda de peso, urina excessiva, cansaço, fraqueza, alteração da cicatrização e visão turva.”

“E o diabetes gestacional pode ser diagnosticado nos exames de teste de glicose após as 22 semanas de gestação, sendo causado também por disfunção na produção e ação da insulina no corpo. Geralmente, acontece em mulheres que já apresentam uma predisposição genética ou que têm hábitos de vida não saudáveis”, esclarece .

Mudança de hábitos e prática regular de exercícios como aliados

De acordo com estudo da revista científica “Lancet”, 70% das pessoas com glicemia não tratadas, desenvolvem o diabetes tipo 2.

“Após exame sanguíneo, a pessoa que apresentar glicemia em jejum entre 100 e 125 mg/dl é considerada pré-diabética, caso não haja mudanças de hábitos de vida”, a gravidade do diabetes não tratado pode gerar doenças graves, como cardiovasculares e acidente vascular cerebral (AVC), levando também à cegueira e à amputação de membros. A prevenção e o controle do diabetes são os protagonistas na promoção e na manutenção dos bons índices de saúde.”

“Ou seja, com a manutenção do peso normal, principalmente em pacientes com história familiar da doença, a prática regular de atividade física, não fumar, a adoção de um cardápio rico em fibras, importante para uma boa digestão, e evitar medicamentos que ampliam o potencial de agressão ao pâncreas sendo assim medidas eficazes no combate ao diabetes”, afirma o diretor-médico da RHMED, dr. Geraldo Bachega

 

FONTE: ANAHP

Prudência e cuidado com o bem-estar para redução de acidentes

Acidentes de trabalho, doença profissional e enfermidade de trabalho são acidentes ocupacionais, de acordo a Lei 8.213/91.  O Brasil ocupa a 4ª posição no ranking mundial de acidentes e doenças do trabalho. Relata a Organização Internacional do Trabalho (OIT)

“A divisão são em três modalidades: Acidente típico, doenças ocupacionais e acidentes por equiparação. Compreendendo os acidentes ocorridos no trabalho, bem como os ocorridos fora do ambiente e do horário de trabalho”. Explica Geraldo Bachega, diretor-médico da RHMED – empresa especializada em inteligência em saúde e em segurança do trabalho.

A importância da prevenção

Ministério Público do Trabalho (MPT) aponta que, mais de R$ 1 bilhão já foram pagos em benefícios acidentários pela previdência. A redução de acidentes de trabalho está estritamente ligada a prevenção e condições de trabalho além do ambiente corporativo.

Investir na Segurança e Saúde do Trabalho é fundamental para prevenir acidentes de trabalho, adoecimentos, e ausências”, diz Geraldo Bachega.

Especialistas relatam, a cada real investido em prevenção de acidentes e promoção da saúde do trabalhador, há um retorno de aproximadamente três reais, agregando ao negócio. As Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho estabelecem regras que, caso não sejam cumpridas, podem gerar pesadas multas ao empregador além de interdições parciais ou totais da empresa.

 

eSocial é ferramenta aliada da Saúde Ocupacional

Tão importante quanto a implementação de ações de prevenção dentro das organizações é o advento do eSocial nesse processo. Para o médico, o sistema será também um aliado tanto para empresas quanto para trabalhadores. “O eSocial unificará em um único ambiente nacional as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empregadores, contribuintes e órgãos públicos. Outro ponto relevante é que as ações de saúde e segurança exigidas pelo e-Social já eram regras estabelecidas na legislação, mas de difícil fiscalização. O e-Social trará mais transparência, o que tornará fundamental ter disciplina e operar de forma correta”, esclarece o médico.

Nesse contexto, a Saúde Ocupacional tem papel crucial. Dr. Geraldo Bachega ressalta que o cuidado com a saúde do colaborador divide o protagonismo com as ações de prevenção de acidentes de trabalho promovidas pelas corporações. “O gerenciamento das informações colhidas na anamnese do exame físico e ocupacionais são ferramentas efetivas na prevenção e não somente análise do acidente que já ocorreu” observa o médico.

“Doenças não relacionadas ao trabalho não são bem avaliadas pelas empresas, por julgarem um recurso assistencial. No entanto, as patologias não tratadas, além de gerar uma sinistralidade para o plano de saúde, hoje o segundo maior gasto das empresas, podem ser diretamente relacionadas à causa do acidente, como um diabético tipo II, não insulino dependente que, às vezes, não tem conhecimento da doença ou não trata de maneira adequada e, na hora de uma atividade crítica, ocorre o mal-estar ou síncope, levando ao acidente. Por isso, políticas de prevenção têm papel fundamental. Caso esse trabalhador estivesse em acompanhamento, aliado a uma boa instrução, o desfecho poderia ser positivo. Também por isso, o debate é mais amplo e prático do que o estrito cumprimento da legislação”, avalia o diretor técnico da RHMED.

FONTE: SAÚDE BUSINESS

Levantamento da RHMED|RHVIDA mostra que índice de fumantes nas empresas caiu

Levantamento mostra que o índice de fumantes nas empresas analisadas caiu 9,4%, principalmente, os jovens entre 18 e 24 anos. Informa empresa especializada em inteligência em saúde e segurança do trabalho.

Hoje, Dia Nacional de Combate ao Fumo, indicam que a população acima de 25 anos tem 2,4 vezes mais fumantes. Dos entrevistados, 4.904 eram fumantes em janeiro de 2016 (5,3%) e passaram a ser 4.441 em junho de 2018 (4,8% ).

Os maiores estressados são fumantes, com 85% maior que o de não fumantes, que também relataram problemas de sono (127%).”É normal associar o fumo a questões respiratórias. Entender que o impacto do tabagismo no nível de estresse e na qualidade do sono desses profissionais analisados. Os dados chamam a atenção para efeitos colaterais não muito debatidos, que são causados diretamente pelo hábito”, disse o diretor-médico da RHMED, Geraldo Bachega.

Outros dados

Segundo informações do Ministério da Saúde, cerca de 12% da população brasileira ainda é de fumantes. Os prejuízos decorrentes do consumo do cigarro e seus derivados gera um prejuízo anual de R$ 56,9 bilhões. R$ 39,4 bilhões são com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, relacionados à perda de produtividade, provocadas por morte prematura ou por incapacitação.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o cigarro é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema), 30% por diversos tipos de câncer, 25% por doença coronariana (angina e infarto) e 25% por doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral). E ainda um dos fatores de risco para o desenvolvimento de tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras doenças. O uso do fumo pode também causar a perda de sensibilidade, insuficiência respiratória e infarto.

 

FONTE: ÉPOCA NEGÓCIOS