Burnout: Saúde Mental está na ordem do dia

Passado o Setembro Amarelo, não podemos deixar para trás a preocupação com a saúde mental. A campanha é um esforço para dar visibilidade tema, mas o que importa mesmo é como lidamos com tais problemas no dia a dia. Discutir o assunto é cada vez mais urgente, especialmente em um momento em que o mercado retoma suas atividades presenciais depois de longa período de isolamento social e incertezas.

Casos de estresse e esgotamento mental têm sido mais frequentes, mesmo em esquema home office, comumente associado a condições amenas de trabalho. Recente pesquisa do International Stress Management Association (Isma) indica que o Brasil é o segundo país no mundo com o maior número de pessoas afetadas pela Síndrome de Burnout, cuja características principal é o alto nível de estresse.

A RHMED|RHVIDA entende que, para além dos protocolos sanitários essenciais, é crucial zelar pela saúde psicológica dos colaboradores neste momento. Para os clientes que nos sinalizaram crescente preocupação em relação ao acolhimento adequado de suas equipes, disponibilizamos uma ferramenta para a avaliação da saúde mental como complemento dos exames ocupacionais, a fim de identificar precocemente algum transtorno. Temos a responsabilidade de levar qualidade de vida aos trabalhadores e às suas famílias.

 A Síndrome de Burnout atinge mais de 33 milhões de brasileiros

O cenário de estresse intenso ocasionado pela pandemia, pelo período de isolamento e as atuais condições de trabalho é um motivo de preocupação para especialistas em saúde e líderes empresariais.

A síndrome se caracteriza por picos de estresses recorrentes, exaustão, sentimentos negativos em relação ao trabalho e esgotamento mental. É um déficit psicológico desencadeado por enorme tensão emocional crônica.

De acordo com a Isma, no ano passado, antes mesmo da pandemia, 33 milhões de pessoas já eram afetadas pela síndrome no Brasil. Os números são tão alarmantes que, a partir de 2022, será inserida na Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

E quais os sinais do Burnout? Desinteresse pelo trabalho, falta de concentração, baixa autoestima, lapsos de memória, irritabilidade, insônia, fadiga, desânimo e dores pelo corpo são apenas alguns do sintomas. O diagnóstico da doença – já reconhecida como laboral – não é algo fácil, pois se assemelha a várias outras, como depressão, ansiedade e pânico. Dois fatores surgem como determinantes: genética e ambiente.

Todos juntos no combate à doença

As empresas têm responsabilidade fundamental na criação e manutenção de um clima saudável, com relações respeitosas. Fortalecer uma cultura corporativa saudável e seguir os padrões de compliance são formas de garantir uma governança corporativa eficiente. Ações educativas, palestras, campanhas, treinamento, canais de escuta e ouvidoria, monitoramento e punição em casos de abuso são ações mais que bem-vindas, são necessárias.

O comprometimento da alta gestão é fundamental. Os líderes podem e devem incentivar uma cultura corporativa sadia e se manterem atentos para qualquer sinal de desequilíbrio emocional dentro das suas equipes.

Essa cultura saudável tem como consequência um ambiente agradável, capaz de reter colaboradores eficientes. Além disso, maiores lucros. Quando adoecem, os trabalhadores faltam, produzem menos ou se afastam do trabalho. Isso gera custos previdenciários, de contratação e treinamento de substitutos, baixa de produtividade, entre outros. Identificar precocemente algum transtorno, orientar e acompanhar os trabalhadores para restabelecer o seu bem-estar é benéfico para empresas, funcionários e sociedade, como um todo.

Imagem: Fonte OMS

DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO

A Federação Mundial do Coração chama a atenção para a necessidade de conscientizar e incentivar indivíduos, famílias, comunidades e governos para criar uma comunidade global de heróis do coração – pessoas que prometem agir agora para viver mais e melhor no futuro, comprometendo-se a consumir alimentos saudáveis; fazer exercícios físicos; não fumar; controlar os níveis de colesterol.

As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, destacando-se a doença arterial coronariana, que envolve dor no peito e infarto agudo do miocárdio, sendo esta a maior causa de morbimortalidade no mundo. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 300 mil indivíduos por ano sofrem Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), ocorrendo óbito em 30% desses casos.

Os principais fatores de risco para eventos cardiovasculares são: hipertensão, diabetes, dislipidemia (níveis elevados de gordura no sangue), histórico familiar, estresse, tabagismo, obesidade, sedentarismo e doenças da tireoide. O uso de drogas ilícitas, como a cocaína, também pode levar ao infarto agudo do miocárdio. Os jovens devem procurar o cardiologista mais precocemente, objetivando a identificação de qualquer sinal de alerta, enfatizando que o tabagismo pode desenvolver doença coronariana, independente dos demais fatores de risco envolvidos.

Prevenção:

A melhor prevenção é ir ao cardiologista e seguir suas orientações:

  • abandonar o sedentarismo, o tabagismo e praticar atividade física, conforme orientação médica;
  • fazer trinta minutos de caminhada, pelo menos três vezes por semana, já é benéfico ao coração;
  • manter uma alimentação saudável, sem gorduras ou frituras, dando preferência às carnes brancas;
  • inserir vegetais, folhas e legumes nas refeições;
  • trocar a sobremesa calórica por uma fruta;
  • evitar o consumo excessivo de açúcar, massas, pães e alimentos industrializados;
  • restringir a ingestão de bebidas alcoólicas.

Coronavírus e doenças cardiovasculares

A infecção viral leva a uma série de reações responsáveis por desequilibrar doenças cardiovasculares que antes estavam compensadas. Segundo Dr. Felix Ramires, cardiologista e coordenador do programa de Insuficiência Cardíaca do HCor, pacientes com doenças cardiovasculares prévias têm, por vezes, alterações em seu sistema imunológico além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a evolução da doença. Em pandemias passadas por vírus respiratórios, a mortalidade por doenças cardiovasculares chegou a ultrapassar todas as outras causas, ficando à frente da pneumonia em outras situações.

“Pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e que já tiveram alguma doença cardíaca como infarto ou passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tem insuficiência cardíaca, são um grupo de maior risco. Nesse grupo existe uma predisposição para desenvolver a forma grave da doença, não especificamente para ser contaminado pelo covid-19”, orienta.

Cuidados com os cardiopatas

O cuidado é o mesmo para todos. Porém, como este é o grupo de pacientes que tem o maior risco de desenvolver a forma grave da doença, mesmo tendo apenas hipertensão ou diabetes, a prevenção deve ser dobrada, para que eles não adquiram a doença. “Portanto, devem evitar aglomerações, sempre que possível trabalhar de casa, evitar contato próximo com pessoas que voltaram de viagem de lugares onde o surto esteja mais prevalente.Isolamento domiciliar deste grupo é mais recomendado para que não sejam contaminados com o vírus”, explica Dr. Ramires.

Além disso, outras pandemias virais como SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão, assinalando que o coronavírus pode ter potência de infectar o coração isoladamente. “Esses vírus foram implicados em descompensação de doença arterial coronariana com ruptura de placa e infarto agudo do miocárdio.

O Ministério da Saúde inclusive antecipou a campanha da vacinação contra a gripe no Brasil. É fundamental que essa população se vacine, pois a gripe pode ser confundida com os sintomas da infecção pelo COVID–19. E um fator preocupante é a infecção combinada de coronavírus e influenza, que pode agravar a saúde do paciente”, diz.

Quando devo procurar o pronto-socorro?

Quando apresentar sintomas de gripe, febre e cansaço, falta de ar e fadiga, no caso dos cardiopatas, se esse diagnóstico for precoce, o tratamento pode ajudar de forma que não desenvolvam a fase mais severa do coronavírus.

Dicas do cardiologista do HCor em relação ao coronavírus

Pelo seu alto poder de contágio, além de permanecer por muito tempo fora do corpo humano, as medidas de prevenção pessoal, como lavagem das mãos por exemplo, são prioridade e devem ser estimuladas em pacientes cardiopatas, principalmente em locais onde o foco de contaminação é maior.

“Idosos têm menos probabilidade de apresentar febre, portanto quadro com tosse, dispneia, mialgia deve ser valorizado nessa população. Os tratamentos sugeridos em diretrizes para pacientes cardiopatas podem oferecer proteção adicional nesses casos e devem ser avaliados individualmente. As vacinas de gripe e pneumonia devem estar em dia nessa população, com o objetivo de evitar uma infecção secundária caso acometido pelo novo coronavírus”, diz o cardiologista do HCor.

 

FONTE: OMS, Ministério da Saúde e Hospital do Coração – Hcor (Dr. Félix Ramires)

 

Planejamento e informação no combate ao Coronavírus

Com a chegada do novo Coronavírus ao Brasil, é preciso que as empresas se preparem adequadamente para enfrentar o problema. Em primeiro lugar, a RHMED||RHVIDA orienta as organizações a não criarem alarme em torno da doença. A ideia é proteger os colaboradores por meio de informação correta, dentro dos padrões e indicações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS). Até esta terça-feira (3), o subsecretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, noticiou que o país registra 488 casos suspeitos do novo coronavírus e dois confirmados.

As medidas de prevenção são as mesmas recomendadas para outras doenças viróticas, simples e eficazes. O importante é fazer circular o máximo de informação sobre o tema no ambiente de trabalho.

Para facilitar, reunimos aqui as dúvidas frequentes e as informações mais relevantes para impedir o avanço do novo coronavírus no Brasil. Há instruções que podem ser compartilhadas em sua empresa, criando um clima de tranquilidade entre os funcionários, que não prejudique o clima interno nem traga prejuízos ao processo de produção.

– Por que o governo federal antecipou a vacinação contra gripe? A imunização é útil também em relação ao coronavírus?

Não. A antecipação da vacina foi decidida pelo Ministério da Saúde para diminuir o número de casos de gripe, muitas vezes confundidos com os de coronavírus. Ou seja, ao diminuir o número de pessoas infectadas pela gripe, reduz-se consequentemente o número de casos sob suspeita em relação ao coronavírus.

O que é o novo Coronavírus?

O coronavírus é um grupo de vírus comum entre os animais, que tem formato de coroa. No caso do novo coronavírus (Covid-19), houve contaminação de animais a pessoas e, posteriormente, entre seres humanos. As autoridades ainda não sabem qual animal pode ter causado o atual surto que se espalhou de Wuhan, na China, para o mundo. O vírus foi descoberto no fim de 2019 e a primeira morte registrada em 9 de janeiro deste ano.

Como se dá o contágio?

A transmissão de humano para humano ocorre pelo ar ou pelo contato com secreções de uma pessoa infectada, como gotículas na tosse ou espirro. Pode ser dar por apertos de mão, beijos, abraços, compartilhamento de toalhas, talheres e copos ou qualquer outra superfície contaminada.

Quais os sintomas?

Os mesmos de uma gripe: tosse, febre (acima de 37 graus), dores no corpo, mal-estar geral, congestionamento nasal, inflamação de garganta e diarreia. Nos casos mais críticos, o paciente pode apresentar dificuldade para respirar e insuficiência renal.

Como prevenir?

Ainda não há vacina contra essa família de vírus. Portanto, a melhor tática é a prevenção.

– A primeira recomendação é evitar o contato com pessoas infectadas.

– Policie-se para evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca.

– É preciso também lavar as mãos constantemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos (o tempo de cantar lentamente “Parabéns para você”).

– Tome cuidado para não tocar novamente as torneiras com as mãos ou manusear maçanetas e corrimões em lugares públicos.

– Faça uso de álcool gel (sempre acima de 70%) ao tocar superfícies ou objetos que outras pessoas já tocaram. Faça higienização também em objetos como celular, canetas, aparelhos de telefone, controles remotos etc. As empresas podem disponibilizar álcool gel em banheiros e refeitórios. É uma medida simples, que pode fazer grande diferença.

– Deve-se evitar multidões em lugares fechados. O ideal é manter a distância de, no mínimo, um metro de pessoas que estejam espirrando ou tossindo. Se não for possível, como no caso de transporte público, o aconselhável é o uso de máscara.

E quem acha que está com sintomas da doença, como deve agir?

Quem estiver com sintomas suspeitos ou tiver viajado para áreas de risco deve procurar um médico e se certificar de se não está contaminado. Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a possibilidade de cura. Boas práticas, como cobrir a boca ao tossir e espirrar, são aconselháveis, não só em relação ao coronavírus, mas a gripes em geral. Se for obrigado a sair de casa, use máscara.

Como tratar a doença?

Ainda não há um tratamento específico ou vacina para a doença. Aos primeiros sintomas, é preciso procurar atendimento médico. Os profissionais de saúde podem aliviar os sintomas prescrevendo um medicamento para dor ou febre. Repouso é fundamental, assim como a ingestão de água.

Dia Internacional da Mulher: elas fazem a diferença!

O Dia Internacional da Mulher é uma ótima oportunidade para homenagear as colaboradoras – cada vez mais numerosas em diferentes segmentos econômicos – assim como de discutir saúde, segurança no trabalho e equidade de gênero dentro das empresas. É importante que as organizações desenvolvam em torno das trabalhadoras os sentimentos de respeito e acolhimento, proporcionando-lhes condições favoráveis para alcançar todo potencial e satisfação profissional.

A criação da data está ligada à luta feminista por direitos civis e trabalhistas de igualdade na virada do século XIX para o XX. Surgida primeiramente nos Estados Unidos e na Europa, a data acabou esquecida, voltando com força total em meados dos anos 1970, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu o dia 8 de março para marcar anualmente as comemorações.

No Brasil, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê que, até 2030, a participação feminina no mercado de trabalho em nosso país cresça mais do que a masculina. Os pesquisadores estimam que, daqui a 11 anos, 64,3% das mulheres consideradas em idade ativa, entre 17 e 70 anos, estarão empregados ou buscando trabalho. No início da década de 1990, a parcela era menor, em torno de 56%. Já a participação masculina deverá encolher nos próximos dez anos, passando de 89,6% a 82,7%.

RHMED: empresas devem valorizar a força feminina no mercado

As mulheres são uma potência no mercado, com cada vez mais espaço em cargos estratégicos ou de comando. No entanto, há características e peculiaridades próprias ao contingente feminino das empresas que não podem ser ignoradas. Mulheres, em boa parte das situações, são chefes de família e exercem dupla jornada. Não raramente ganham menos do que seus colegas de trabalho homens e enfrentam preconceito e situações de assédio no ambiente de trabalho. Condições de igualdade representam ainda um desafio a ser enfrentado pelas organizações no Brasil.

Como fazer com que as mulheres, apesar das adversidades, se sintam prontas para buscar o crescimento profissional?

Em primeiro lugar, é bom entender que as empresas ganham ao estimular suas colaboradoras a denunciarem qualquer situação discriminatória ou de abuso. Portanto, é preciso que elas se sintam à vontade para reclamar e sugerir caminhos de mudança na política de relacionamento das empresas. As corporações devem também incentivar os demais colaboradores – inclusive homens – a denunciarem situações desrespeitosas com suas companheiras de trabalho. Uma empresa que tem um clima saudável em seu dia a dia, amistoso e justo melhora seus índices de satisfação e, consequentemente, sua produção, imagem interna e externa.

Promover a autoestima entre as funcionárias, assim como o senso crítico e a participação das equipes, é essencial para que elas se sintam importantes no desenvolvimento da organização, parte fundamental da engrenagem de crescimento.

Ações que fazem a diferença na rotina de trabalho

– Não deixar a data passar em banco nas empresas é importante. Pode-se aproveitar o Dia Internacional da Mulher para promover informes internos e redes sociais, com hashtags e links que falem da importância das mulheres na sociedade, dos direitos femininos, ações ligadas a campanhas de saúde feminina. Que todos – mulheres e homens – tenham acesso a telefones úteis, para denunciar casos de assédio e violência (verbal ou física), enfim, tudo que fira os direitos das colaboradoras.

– Elogios e reconhecimento são sempre bem-vindos na formação da autoestima das funcionárias.

– Criar condições internas para que mulheres se sintam suportadas em suas necessidades é fundamental (salas de amamentar, calendário de exames médicos periódicos e flexibilização de horários, campanhas de vacinação com informações relevantes que se estendam também ao bem-estar das famílias etc).

– Uma boa ideia é promover palestras sobre a participação feminina nas empresas, a importância da igualdade no ambiente de trabalho, saúde da mulher e violência contra mulher (como identificar, denunciar e apoiar).

– Outra dica é incentivar as colaboradoras a buscarem cursos de capacitação e a se mostrarem competitivas no preenchimento de cargos.

Informações práticas e de epidemiologia do coronavírus

Como proteger sua empresa do medo do coronavírus

A rápida disseminação do novo coronavírus na China – com mais de 20 mil casos e 426 mortes registrados em pouco mais de um mês – e o risco de pandemia em todos os continentes levaram a um alerta global da Organização Mundial de Saúde (OMS), contendo uma série de instruções e procedimentos para prevenir o avanço da doença. Outros 24 países já apresentam casos ou suspeita da doença, incluindo o Brasil, com 14 pacientes em observação.

Os coronavírus (CoV) formam uma família viral extensa e são conhecidos desde os anos 1960. Provocam doenças respiratórias leves a moderadas e podem ser confundidas com um mero resfriado. É o 2019-nCoV, variação até então pouco conhecida e mais agressiva, que tem alarmado o planeta. 

O primeiro caso foi registrado próximo ao mercado de frutos do mar em Wuhan, na região central da China. Apesar de o vírus ter surgido primeiramente em animais, a transmissão do coronavírus já se dá de pessoa para pessoa. Segundo especialistas, o contágio pode ocorrer ainda na fase incubação do vírus (assintomática), com duração de até 14 dias.

Febre alta, tosse, diarreia e dificuldade para respirar são os principais sintomas da doença. Em casos mais graves – que alcançam de 15% a 20% dos pacientes – avança para pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave, males que podem levar à morte. Até o momento, o novo coronavírus tem se mostrado uma forma menos letal do que o SARS e o MERS.

 RHMED|RHVIDA recomenda circulação de informação responsável

Conversar sobre o tema no ambiente de trabalho vai ajudar a sanar dúvidas e evitar clima de pânico infundado. Promover palestras com especialistas, intensificar a comunicação interna em torno de medidas de prevenção e observar a importância de cuidados básicos com a saúde são sempre aconselháveis. 

Quanto mais informados os colaboradores, menos motivos para fake news e medo. Como não há casos confirmados no Brasil, é bom que fique claro a todas as equipes que não há ainda razão para mudanças na rotina da empresa, com adoção de home office, férias coletivas ou outras medidas sem qualquer fundamento diante do atual cenário no país.

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou uma lista de precauções básicas que podem reduzir o risco geral de contrair ou transmitir não só o novo coronavírus, mas também outros tipos de infecções respiratórias agudas. Nesse caso, a empresa tem uma boa oportunidade de chamar a atenção para a vacinação contra o H1N1 e outros tipos de gripe.

Como prevenir a doença?

– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas.

– Lavar frequente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente.

– Utilizar lenço descartável para higiene nasal.

– Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.

– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

– Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.

– Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas.

– Manter os ambientes bem ventilados.

– Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

– Beber bastante líquido e cuidar da alimentação para que não haja queda da imunidade.

– Ir ao médico aos primeiros sintomas. O diagnóstico é realizado pela coleta de materiais respiratórios.

– Por se tratar de uma variação do coronavírus, ainda não existe vacina ou tratamento específico para a doença. Os procedimentos são adaptados conforme os sintomas de cada paciente. 

Entenda o que é emergência global

Uma emergência de saúde pública de interesse internacional (PHEIC, na sigla em inglês) é uma declaração formal da OMS sobre o risco real à saúde da humanidade mediante a disseminação de uma epidemia. O protocolo requer uma resposta internacional rápida e coordenada para evitar que a doença se espalhe.

Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), do qual o Brasil é signatário, os países devem atender às recomendações e práticas publicadas pelo documento de emergência. Governos e autoridades devem organizar e colocar em prática planos de ação para conter a ameaça sanitária. As declarações são temporárias e passam por reavaliação a cada três meses.

Saiba mais no site do Ministério da Saúde 

 

Síndrome de Burnout será incluída na Lista Internacional de Doenças

“Quem nunca se estressou no trabalho? Frases como: ‘estou estressado com o trabalho’ ou ‘não aguento mais o meu trabalho’ podem ser ditas diante de momentos difíceis. Porém, é preciso ficar atento até que ponto esse tipo de frase é só um desabafo. Em 1970, um psicanalista alemão denominou o estresse crônico no trabalho como”(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.

Atualmente, a Síndrome de Burnout é definida como um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse, provocados por condições de trabalho desgastantes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o conceito de saúde como “um completo estado de bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doenças e enfermidades”. Desta forma, percebemos que este conceito engloba uma visão muito mais ampla a respeito do estado de saúde plena, tendo significado coletivo e não somente individual. A manutenção da higiene mental é necessária para todos.

Manter um equilíbrio mental pleno requer uma boa adaptação às exigências do meio e um ajustamento do indivíduo dentro da comunidade em que ele está inserido. Com o passar dos anos, ocorre excessiva demanda de atenção, produção e participação, que, muitas vezes, as pessoas não têm capacidade de corresponder. O indivíduo é cobrado para produzir e render mais no trabalho, por meio do aumento da carga horária e horas extras, exigindo maior concentração e desempenho mental, consequentemente, abdicando do tempo de lazer e de relacionamento com familiares e vida social.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocados por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta, especialmente, em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Para identificar o distúrbio, é preciso avaliar alguns sintomas psíquicos, como agressividade, ausência no trabalho, isolamento, mudanças de humor, dificuldades de concentração, ansiedade, depressão, baixa autoestima entre outros; e alguns sintomas físicos, como sudorese, palpitação, pressão alta, enxaqueca, cansaço, dores musculares, entre outros, podem estar associados à síndrome. O início dos sintomas pode se dar pelo acúmulo de tarefas, responsabilidades, exigências e pressões sofridas pela alta demanda de trabalho. Há três componentes principais: esgotamento físico e mental, sensação de impotência e falta de expectativas.

Os profissionais mais acometidos pela doença são áreas da educação, saúde e segurança pública. A mulher é a que mais sofre com a sobrecarga da dupla jornada de ter um emprego e cuidar da casa e da família, cenário que pode levar à Síndrome de Burnout. Como formas de prevenir, lidar e combater a síndrome, é recomendável a prática de esportes, meditação, sono adequado e acompanhamento psiquiátrico.

O diagnóstico é realizado por profissional de saúde mental, seja ele psicólogo ou psiquiatra. A partir dos sintomas apresentados, história pessoal e contextualização do momento atual, o profissional realiza o diagnóstico. Com relação ao tratamento, em muitos casos, será necessária a associação de medicação e psicoterapia.

PROFISSIONAL DA RHMED|RHVIDA

Estudos apontam que a Síndrome de Burnout vem aumentando progressivamente e o aconselhável é que as organizações proporcionem uma melhor qualidade nos ambientes de trabalho, qualificando seus funcionários para exercer uma boa liderança.

“O objetivo é que tenham a sensibilidade de enxergar as pessoas que apresentam algum desconforto diante de suas atividades e encaminhar para ajuda profissional, antes que se torne um grave distúrbio”, finaliza Amanda Santana, psicóloga da RHMED|RHVIDA, líder em saúde, segurança do trabalho e saúde ocupacional.

 

FONTE: SRzd

Hábitos saudáveis em casa e no trabalho

Data que faz parte do calendário oficial do Ministério da Saúde, o Dia da Saúde e Nutrição, lembrado em 31 de março, tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância hábitos saudáveis: boa alimentação e hidratação dentro e fora de casa. O simples hábito de beber a quantidade de água recomendada por especialistas pode evitar doenças.

 

“Tão importante quanto manter uma rotina saudável de alimentação em casa é estendê-la ao ambiente de trabalho. Hidratar-se, corretamente, por exemplo, contribui para evitar diversas doenças, como sobrepeso, resfriado, sinusite, cálculos urinários, constipação, síndrome do intestino irritável e gota (enfermidade reumática). Beber água também proporciona benefícios ímpares, ajudando a melhorar a concentração, a qualidade do sono e a memória. Ao dar maior disposição para atividades físicas, há vantagens também para a produtividade em ambiente de trabalho”, assegura o diretor-médico da RHMED|RHVIDA, Dr. Geraldo Bachega.

 

O médico frisa ainda que, além da hidratação ideal, bons hábitos alimentares no trabalho são cruciais para uma nutrição completa: “O dia a dia do colaborador é corrido, prejudicando a manutenção de uma rotina saudável. Mas é preciso ter ciência de que o bem-estar deve estar sempre em primeiro lugar. E isso se traduz em medidas imprescindíveis, como manutenção do peso, ingestão de alimentos pobres em gorduras e açúcares, adoção de um cardápio rico em fibras, frutas, legumes e verduras, redução do consumo de sal, adoção de quatro refeições por dia – café da manhã, almoço, jantar e os lanches –, sem abrir de nenhuma e sempre com a ingestão sem pressa e prazerosa. E importante: tudo deve ser consumido com moderação, nada em excesso”, esclarece o especialista em medicina ocupacional.

 

No trabalho e em casa, o hábito da boa nutrição deve contar com aliados indispensáveis: “Evitar ou cessar o tabagismo, manter uma agenda regular de exercícios e evitar quadros que comprometem o equilíbrio socioemocional – como o estresse e a fadiga – são, juntamente com a boa nutrição, os grandes amigos da saúde. Se a pessoa mantiver esses pilares em dia, as atividades diárias, na residência e em ambiente organizacional, e o bem-estar físico e mental serão uma página no capítulo da vida saudável”, finaliza o diretor-médico da RHMED|RHVIDA, Dr. Bachega.

 

Sobre a RHMED|RHVIDA

Empresa pioneira na prestação de serviços de saúde e segurança, a RHMED|RHVIDA acumula 22 anos de experiência, com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, com atendimento em todos os estados do Brasil. A empresa apresenta ampla rede de prestadores credenciados, distribuídos por todas as regiões do Brasil, sendo referência no suporte a corporações para que reduzam seus custos com saúde ocupacional e assistencial por meio da inteligência na gestão. Anunciou, em maio de 2018, acordo de compra da RHVida, já aprovada pelo Cade. Com a aquisição, a RHMED|RHVIDA se torna a maior empresa focada em medicina ocupacional do Brasil, com 600 colaboradores e responsáveis pelo atendimento a mais de 2.500 empresas em todo o país.

Dia Internacional de Prevenção às Lesões por Esforços Repetitivos

O afastamento do trabalho por até 15 dias é uma das consequências das lesões por esforço repetitivo e distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (LER/DORT). A doença ocupacional, cujo Dia Internacional de Prevenção é lembrado nesta quinta-feira, 28. Atinge trabalhadores de diversos setores em todo o mundo. No Brasil, dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelam que as LER são responsáveis por 11% de todo o universo de benefícios acidentários liberados pela previdência social em 2017, sendo fraturas de perna e tornozelo, punho e mão estão as segunda e terceira maior causa de afastamento.

Analisando exclusivamente os benefícios concedidos por adoecimento em função do trabalho. Números do INSS mostram que 15% das causas de afastamentos se enquadraram nos seguintes quadros: lesão no ombro, sinovite (inflamação em uma articulação), tenossinovite (inflamação ou infecção na bainha que cobre o tendão) e mononeuropatia dos membros superiores (lesão no nervo periférico). Outro levantamento sobre a doença ocupacional chama a atenção. Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo IBGE, revelou que, em 2013, 3.568.095 trabalhadores disseram ter tido diagnóstico de LER/DORT. O instituto diz ainda que entre as doenças ocupacionais as LER são as mais frequentes nas estatísticas da Previdência Social.

OPINIÃO DO ESPECIALISTA

“O quadro de Lesões por Esforços Repetitivo/Distúrbios Osteo Musculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT). Que tem a dor como primeiro sinal, se caracteriza posturas inadequadas, movimentos repetitivos e sobrecarga física no ambiente de trabalho, pressão psicológica e estresse. Acometendo homens e mulheres em idade produtiva. Formigamento, dormência, certa insensibilidade ou fraqueza para segurar objetos também são sintomas”, explica o diretor-médico da RHMED|RHVIDA, dr. Geraldo Bachega. Especialista em medicina do trabalho, que complementa: “Também é importante que colaboradores fiquem atentos a sinais de evolução lenta e gradual. Como fadiga, inchaço de membros superiores e inferiores, rigidez dos músculos, impactos nos membros e desânimo”.

O médico reforça que prevenção e ambiente de trabalho que contemple qualidade de vida física e mental de colaboradores são os pontos-chave. “Ao primeiro sintoma, busque auxílio especializado, evitando a evolução clínica do quadro. Redução da necessidade do número de repetições, pausas e exercícios preparatórios e compensatórios. Adaptação do mobiliário e redução do quadro de estresse, entre outras, são medidas eficazes que devem ser incorporadas ao dia a dia do colaborador. Ajudando a prevenir o quadro de LER/DORT. Promover programas de estímulo à prática regular de atividades físicas e ingestão frequente de líquidos. Principalmente, água, também são ações fundamentais para a prevenção do cenário de LER/DORT. Além de ajudar diretamente na manutenção da saúde”, ressalta o diretor-médico da RHMED|RHVIDA, dr. Geraldo Bachega, especialista em medicina do trabalho.

Sobre a RHMED|RHVIDA 

Empresa pioneira na prestação de serviços de saúde e segurança. A RHMED|RHVIDA acumula 22 anos de experiência, com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com atendimento em todos os estados do Brasil. A empresa apresenta ampla rede de prestadores credenciados, distribuídos por todas as regiões do Brasil. Sendo referência no suporte a corporações para que reduzam seus custos com saúde ocupacional e assistencial por meio da inteligência na gestão. Anunciou, em maio de 2018, acordo de compra da RHVIDA, já aprovada pelo Cade. Com a aquisição. A RHMED|RHVIDA se torna a maior empresa focada em medicina ocupacional do Brasil. Com 600 colaboradores e responsáveis pelo atendimento a mais de 2.500 empresas em todo o país.

Dia Nacional da Mamografia

O câncer de mama feminino é responsável por 28% dos casos novos a cada ano, com estimativa é de 59.700 ocorrências em 2018 e 14.388 óbitos de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Por conta da alta incidência, o Dia Nacional da Mamografia, lembrado nesta terça-feira, 5 de fevereiro, chama a atenção de mulheres país afora para a importância da mamografia como um importante protagonista do diagnóstico precoce da doença.

 

O exame, disponível o Sistema Único de Saúde (SUS), ajuda a identificar lesões na mama em fase inicial, e na redução da mortalidade. Especialistas reforçam que todas as mulheres podem e devem fazer o autoexame. No entanto, a mamografia é imprescindível no calendário de saúde feminino, tendo recomendação anual após os 40 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia.

 

A ultrassonografia das mamas também deve ser realizada. Outros pontos importantes observados por médicos são: aliar a realização periódica da mamografia à manutenção de bons hábitos de saúde – como prática de exercício físico e alimentação saudável –, a fim de minimizar fatores de risco, ajudando efetivamente na prevenção do câncer de mama.

COMO PODEMOS TE AJUDAR?

A RHMED é especialista em Saúde Ocupacional e Segurança no Trabalho e atua há mais de 20 anos no mercado. São mais de 500 mil vidas atendidas por profissionais qualificados e dedicados aos clientes. Conheça mais sobre a RHMED aqui!

Dia da Previdência Social e Dia Nacional do Aposentado são lembrados neste 24/01

Nesta quinta-feira, 24 de janeiro, duas datas importantes para a população brasileiras são lembradas: o Dia da Previdência Social, órgão brasileiro que completa 96 anos, e o Dia Nacional do Aposentado. Importante ferramenta de segurança para o trabalhador após o tempo mínimo de contribuição e que materializa a função da previdência social no Brasil, a aposentadoria representa também um acolhimento socioeconômico em condições de impedimento laboral, permitindo que o trabalhador tenha direito a pagamento de auxílios, salário-maternidade e pensão por morte.

Dados divulgados pela Secretaria de Previdência indicam que, mensalmente, a Previdência paga mais de 29 milhões de benefícios somente no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), transferindo para a economia do país valor superior a R$ 36,9 bilhões. Além de movimentar capital econômico, especialistas dizem que uma boa aposentadoria pode ser fruto de investimento contínuo em Segurança e Saúde do Trabalho (SST), instrumento estratégico para qualidade de vida do colaborador durante a carreira e na aposentadoria.

Sobre a RHMED

Empresa pioneira na prestação de serviços de saúde e segurança, a RHMED acumula 22 anos de experiência, com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, com atendimento em todos os estados do Brasil. A empresa apresenta ampla rede de prestadores credenciados, distribuídos por todas as regiões do Brasil, sendo referência no suporte a corporações para que reduzam seus custos com saúde ocupacional e assistencial por meio da inteligência na gestão. Anunciou, em maio, acordo de compra da RHVida, já aprovada pelo Cade.  Com a aquisição, a RHMED se torna a maior empresa focada em medicina ocupacional do Brasil, com 600 colaboradores e responsáveis pelo atendimento a mais de 2.500 empresas em todo o país.