Semana de Aleitamento Materno: cuidados na hora de amamentar

Os primeiros dias de agosto são dedicados às atividades da Semana Mundial de Aleitamento Materno. Para colaborar com mães e empresas, a RHMED observa cuidados e orientações a serem observados nessa importante fase da vida das mulheres.

Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que nos seis primeiros meses de vida o bebê se alimente exclusivamente de leite materno. Por conta disso, a legislação trabalhista no Brasil garante uma série de direitos às funcionárias, como a obrigatoriedade de intervalos durante a jornada de trabalho para amamentação. Sabendo da relevância do aleitamento para saúde de mães e filhos, a RHMED orienta criteriosamente seus clientes a assegurar esses direitos e a cuidar da saúde e da segurança de suas colaboradoras.

Para as mulheres que voltam ao trabalho depois da licença maternidade, os especialistas aconselham não interromper abruptamente a amamentação. A indicação é que a mãe converse antes com seu médico a fim de criar a melhor estratégia para seu retorno às atividades, sem prejuízo na qualidade de vida e bem-estar dela e do bebê.

Amamentar envolve certos cuidados. Veja algumas dicas do Ministério da Saúde:

  • Manter a saúde em dia, porque muitas doenças podem ser transmitidas pelo leite materno;
  • Beber bastante líquido (3 a 4 litros por dia);
  • Não usar medicações sem orientação médica, porque algumas delas são eliminadas pelo leite materno e podem prejudicar o bebê;
  • Não fumar, tomar bebida alcoólica ou usar drogas.

Além de ser o alimento mais perfeito para as necessidades nutricionais do bebê, o leite materno contém uma série de anticorpos, que passam a proteger também a criança.

A RHMED

A RHMED é especialista em Saúde Ocupacional e Segurança no Trabalho e atua há mais de 20 anos no mercado. São mais de 500 mil vidas atendidas por profissionais qualificados e dedicados aos clientes.

Estamos preparados para atender às determinações legais, por meio de sistemas operacionais e capacitação de profissionais, viabilizando a disponibilização das informações, atendendo as demandas dentro dos prazos estabelecidos pelo governo. Clicando AQUI você tem acesso aos nossos outros artigos! Qualquer dúvida relacionada aos nossos serviços, entre em contato com a gente!

eSocial ganha funcionalidade para habilitar envio de eventos

Uma nova funcionalidade foi implementada pelo eSocial e está disponível desde a semana passada: o Web Geral. Pela ferramenta, as empresas têm a possibilidade de bloquear o ambiente web para edição de informações. Assim, é possível deixar habilitada apenas a consulta de eventos enviados por web service, sem permitir as funções de incluir, alterar, retificar e excluir eventos.

Na prática, a funcionalidade atende às empresas que preferem que a única via de envio de eventos seja por meio do seu software. É prático e útil para evitar a prestação de informação fora dos seus sistemas de gestão de folhas de pagamento, permitindo um controle interno ainda maior.

Para acessar o Web Geral, basta selecionar o menu “Empregador” e clicar na aba “Manutenção”. Se desejar, o empregador poderá também alterar a escolha feita. Há mais informações no manual do Web Geral no site do eSocial.

É importante lembrar que todas as empresas privadas do país tem até o final deste mês de julho para aderir ao eSocial – sistema de registro criado pelo Governo Federal com o intuito de facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores.

A RHMED

A RHMED oferece soluções que auxiliam as empresas a estabelecerem níveis elevados das suas condições de trabalho. Tendo como resultado o aumento da qualidade de vida do trabalhador, a RHMED desenvolve e implanta diversos programas, baseados em estudos da população e tecnicamente focados na melhoria da relação entre funcionários, empresa e sociedade. Entenda o nosso trabalho aqui!

Dia Nacional da Prevenção de Acidentes do Trabalho é lembrado em 27 de julho

Acidente de trabalho, doença profissional e enfermidade de trabalho são os três pilares que compõem os acidentes ocupacionais, de acordo a Lei 8.213/91. Números da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que dos cerca de 2,34 milhões de acidentes fatais de trabalho que ocorrem globalmente a cada ano, mais de 2,02 milhões são causados diretamente pelas atividades realizadas sem proteção adequada ou de forma indevida, além de doenças relacionadas às funções dos trabalhadores. Ainda segundo dados da organização, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking mundial de acidentes e doenças do trabalho, com média anual de 2.503 óbitos.

ESPECIALISTA EM ACIDENTE DE TRABALHO

“Acidente de trabalho – de acordo com a Lei 8.213/91, art. 19 – é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do artigo 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”, explica Geraldo Bachega, diretor-médico da RHMED – empresa especializada em inteligência em saúde e em segurança do trabalho. “A classificação é feita em três modalidades distintas: acidente típico, doenças ocupacionais e acidentes por equiparação – compreendendo os acidentes ocorridos no ambiente e no horário de trabalho, bem como os acidentes ocorridos fora do ambiente e do horário de trabalho”, complementa.

Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) apontam que, somente no primeiro semestre deste ano, mais de R$ 1 bilhão já foram pagos em benefícios acidentários pela previdência brasileira. Para o especialista em medicina do trabalho, a redução do número acidentes de trabalho está estritamente ligada a políticas de prevenção implementadas pelas empresas e que abrangem também as condições de trabalho além do ambiente corporativo.

“É notória a confluência entre condições de saúde de forma geral, exposição ao risco e condições de trabalho, em que situações de saúde não relacionadas à função, como o surgimento de doenças crônicas como o diabetes, acabam sendo limitadores ou mesmo colaborando como concausa do acidente. Outro ponto importante que deve ser destacado é que é mito falar que Segurança e Saúde do Trabalho (SST) é custo e não investimento. Aplicar capital na SST é fundamental para prevenir acidentes de trabalho, adoecimentos, ausências e presenças no ambiente de trabalho”, diz.

Os cálculos feitos pelos especialistas apontam que, em média, para cada real investido em prevenção de acidentes e promoção da saúde do trabalhador, há um retorno de aproximadamente três reais, demonstrando, assim, que a ações de prevenção agregam ao negócio. “Também é importante lembrar que, além dos impactos sobre a saúde e segurança do trabalhador, as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho estabelecem regras que, caso não sejam cumpridas, podem gerar pesadas multas ao empregador além de interdições parciais ou totais da empresa”, pondera Bachega.

 eSOCIAL É A FERRAMENTA ALIADA DA SAÚDE OCUPACIONAL

Tão importante quanto a implementação de ações de prevenção dentro das organizações é o advento do eSocial nesse processo. Para o médico, o sistema será também um aliado tanto para empresas quanto para trabalhadores. “O eSocial unificará em um único ambiente nacional as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empregadores, contribuintes e órgãos públicos. Outro ponto relevante é que as ações de saúde e segurança exigidas pelo eSocial já eram regras estabelecidas na legislação, mas de difícil fiscalização. O eSocial trará mais transparência, o que tornará fundamental ter disciplina e operar de forma correta”, esclarece o médico.

Nesse contexto, a Saúde Ocupacional tem papel crucial. Dr. Geraldo Bachega ressalta que o cuidado com a saúde do colaborador divide o protagonismo com as ações de prevenção de acidentes de trabalho promovidas pelas corporações.  “O gerenciamento das informações colhidas na anamnese do exame físico e ocupacionais são ferramentas efetivas na prevenção e não somente análise do acidente que já ocorreu” observa o médico.

“Doenças não relacionadas ao trabalho não são bem avaliadas pelas empresas, por julgarem um recurso assistencial. No entanto, as patologias não tratadas, além de gerar uma sinistralidade para o plano de saúde, hoje o segundo maior gasto das empresas, podem ser diretamente relacionadas à causa do acidente, como um diabético tipo II, não insulino dependente que, às vezes, não tem conhecimento da doença ou não trata de maneira adequada e, na hora de uma atividade crítica, ocorre o mal-estar ou síncope, levando ao acidente. Por isso, políticas de prevenção têm papel fundamental. Caso esse trabalhador estivesse em acompanhamento, aliado a uma boa instrução, o desfecho poderia ser positivo. Também por isso, o debate é mais amplo e prático do que o estrito cumprimento da legislação”, avalia o diretor técnico da RHMED.

A RHMED tem uma sessão totalmente dedicada ao eSocial. Clique aqui para ver!

Descumprir o eSocial gera penalidades às empresas

Todas as empresas privadas do país tem até o final deste mês de julho para aderirem ao eSocial– novo sistema de registro, criado pelo Governo Federal, com o intuito de facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores. O programa foi divido em cinco fases, com o início em janeiro para empresas de grande porte; em um segundo estágio foram englobadas as micro e pequenas empresas e MEIs que possuam empregado.

Como se trata de um programa novo, o eSocial teve dificuldades para ser implementado, por isso os especialistas pedem atenção para as multas previstas em lei casa haja o descumprimento.

PALAVRAS DO ESPECIALISTA

Segundo Taylan Alves, consultor e especialista em implantação do eSocial, os prazos do novo sistema de registro são conforme as fases que cada empresa precisou aderir. As empresas grandes, com faturamento maior de R$ 78 milhões em 2016, tiveram sua data de entrega de dados do empregador e os eventos da tabela em janeiro a fevereiro e março e abril.

Por exemplo, para as empresas do primeiro grupo que faturaram em 2016 mais de R$ 78 milhões, a data de entrega de dados do empregador e os eventos da tabela foram de janeiro a fevereiro e março e abril os dados dos empregados. Alves reitera que de maio em diante a folha de pagamento e janeiro de 2019 aspectos de saúde e segurança do trabalho.

Taylan garante que não há previsão legal de multa para a perda desses prazos, cabendo aos órgãos responsáveis notificar as empresas para que os cumpra. Já em relação aos prazos previstos na legislação trabalhista todos permanecem inalterados e os valores conforme suas respectivas disposições legais, a citar, não realizar a admissão do empregado no prazo, não comunicar um acidente de trabalho no prazo, não realizar os exames médicos, não recolher FGTS no prazo e por aí vai.

É PRECISO CONHECER O PROGRAMA

O consultor afirma que os empresários precisam conhecer as regras e datas do eSocial, como, por exemplo, já ter se informado sobre o status da empresa em relação ao sistema de registro. No entanto, para os mais desavisados, Alves afirma que a melhor forma é consultar os profissionais responsáveis por administrar as informações correlacionadas à área trabalhista (trabalhista, fiscal, contábil, saúde e segurança do trabalho, jurídico, tecnologia da informação), consultar seu contador.  Ele alerta que o empregador e os próprios profissionais precisam estar cientes do tamanho dessa mudança na área trabalhista: “… todos os envolvidos passem por uma revisão avançada de atualização legal, conheça os pormenores e já se adequem ao que prescreve a lei”.

De acordo com o especialista, uma vez que a empresa já estiver prestando as informações ao eSocial, a fiscalização será automática e digital, podendo ocorrer em até cinco anos após o cumprimento, em outras palavras, uma informação prestada errada agora pode sofrer uma autuação em 2023 – período de prescrição legal.

eSocial é um sistema administrado pela Receita Federal, e todos sabemos da eficiência deste órgão na gestão das informações sob sua responsabilidade. Vale destacar que as multas pelo não cumprimento das obrigações previstas em lei, serão aplicadas automaticamente pelo eSocial, e os profissionais responsáveis dependerão totalmente dos atos praticados pelos empresários para atender a legislação”.

A RHMED

A RHMED oferece soluções que auxiliam as empresas a estabelecerem níveis elevados das suas condições de trabalho. Tendo como resultado o aumento da qualidade de vida do trabalhador, a RHMED desenvolve e implanta diversos programas, baseados em estudos da população e tecnicamente focados na melhoria da relação entre funcionários, empresa e sociedade. Entenda o nosso trabalho aqui!

 

eSocial: prévia da nova versão do manual de orientação está disponível

Já está disponível a prévia da nova versão do MOS (Manual de Orientação do eSocial) na área de Documentação Técnica do Portal do eSocial. Essa nova versão vem para abranger todas as alterações promovidas no programa até então, incluindo Notas Técnicas e Nota de Documentação Evolutiva.

O novo manual do eSocial compõe toda a documentação, trazendo as regras de utilização do sistema, prazos de envio dos eventos, além de exemplos e explicações mais detalhadas sobre diversos pontos relatados por usuários.

A versão final desta atualização do Manual ainda aguarda publicação oficial pelo Comitê Gestor do eSocial, mas os usuários já podem acessar à previa clicando aqui, e já utilizá-lo para esclarecer suas dúvidas.

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES

  • NIS (PIS/ PASEP) e CPF do Médico
  • Listagem de eventos dos riscos (alteração tabela)
  • Lista de Procedimentos: anteriormente era utilizado o código TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Complementar), que passou a ser formada para uma tabela específica e por códigos e descrições de cada procedimento.

O eSocial é uma iniciativa do Governo Federal que visa unificar em meio digital as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relativas a empregados, empregadores, colaboradores, contribuintes individuais e contratações de serviços remunerados no Brasil.  A RHMED possui um amplo serviço de Gestão para Implantação e Auditoria das Normas Regulamentadoras de Segurança do Trabalho, contando com uma equipe de engenheiros e técnicos qualificados. Cliquei aqui para entender!

RHMED está entre as mais admiradas por profissionais da área

A RHMED está entre as 25 empresas ganhadoras da premiação “Marcas mais Admiradas pelos RHs 2018”, promovida pelo Grupo Gestão RH. Contando com a avaliação de mais de 32 mil profissionais da área, o reconhecimento concedido à RHMED por suas práticas de gestão foi recebido nesta segunda-feira, 04 de junho, pelo CEO da empresa Antonio Martin, em cerimônia realizada em São Paulo.

“Recebemos esse prêmio como um reconhecimento ao pioneirismo da RHMED; ao nosso trabalho incessante em busca de excelência, aprendizado contínuo, agilidade e qualidade no atendimento aos nossos clientes; e, acima de tudo,  ao valor que damos às centenas de milhares de vidas de trabalhadores sob nossa gestão”, afirmou Antonio Martin.  “Cercado por clientes, parceiros e amigos de longa data, ao receber o prêmio, lembrei da luta diária para que as pessoas sejam cada vez mais valorizadas nas empresas e também para que o trabalho fundamental do profissional de RH seja reconhecido”, acrescentou Martin.

PESQUISA COM MAIS DE 10 ANOS

 

O Grupo Gestão RH promove desde 2006 a pesquisa “Os RHs Mais Admirados do Brasil e América Latina”, que valoriza a atuação dos profissionais de recursos humanos das principais organizações do Brasil. Em 2011, também passou a identificar “Marcas Mais Admiradas pelos RHs”, reconhecendo as empresas mais lembradas e valorizadas pelos gestores de pessoas de todo o país. O processo de seleção dos premiados é feito por meio de votação eletrônica com profissionais da área. A gerente de RH da RHMED, Edmara Uchoa, com mais de 20 anos de experiência na área, também se destacou entre os finalistas dos melhores profissionais do país.

RHMED assina acordo para a compra da RH Vida e se torna a maior do Brasil na área

É com grande satisfação que anunciamos a assinatura de um acordo para a compra da RH Vida, empresa do Grupo NotreDame Intermédica, operação que ainda está condicionada à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Após a efetivação desta operação, a RHMED se tornará a maior empresa do Brasil focada exclusivamente nos serviços de Medicina Ocupacional. Ampliaremos o alcance do nosso trabalho e teremos condições de atendê-lo de uma forma ainda mais especializada.

A RH Vida é uma empresa líder no atendimento a empresas de Varejo, tendo como clientes as principais companhias do segmento. A aquisição faz parte do plano estratégico da RHMED de consolidar a sua atuação no mercado de Saúde Ocupacional, especialmente nesse momento de transformação do setor com a implantação do e-Social. Essa aquisição demonstra nosso compromisso com o investimento em Medicina Ocupacional e com a prestação de um serviço de alta qualidade para os nossos clientes. Com essa operação, reforçamos a confiança absoluta na alta especialização, competência e força de trabalho da nossa equipe, que agora vai se somar ao experiente time da RH Vida.

OBRIGADO!

Agradecemos a confiança e a parceria com a RHMED, certos de que esta operação trará ainda mais benefícios e qualidade aos serviços prestados, bem como soluções ainda mais customizadas para as empresas clientes de acordo com as legislações vigentes na área da Saúde Ocupacional.

Prevenção à acidentes: quase 20 mil empresas autuadas por descumprir normas

Durante o ano de 2017, o Ministério do Trabalho multou um total de 19.870 empresas por conta do descumprimento das normas de proteção à saúde e prevenção de acidentes do trabalhador. Foram 72.294 autuações ao longo do ano passado por infrações cometidas por companhias, dando uma média de 3,6 para cada.

O caso mais frequentemente de multas é o não cumprimento das exigências do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, previsto na Norma Regulamentadora nº. 7. Foram contabilizados 9.517 estabelecimentos atuados (47,9% do total). Só de janeiro a abril de 2018, 2.678 empresas já foram multadas por conta desse problema.

NORMA REGULAMENTADORA N°7

A Norma Regulamentadora nº 7 estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, com o intuito de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores. O programa tem caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho.

Segundo o auditor-fiscal Jeferson Seidler, assistente técnico do Departamento de Saúde e Segurança no Trabalho, do Ministério do Trabalho, a segurança começa pela avaliação dos riscos. Para ele, é preciso conhecer detalhadamente cada tarefa a ser realizada, os riscos envolvidos e os meios para prevenir os possíveis acidentes ou doenças relacionadas a cada risco identificado. Feita essa avaliação e estabelecidos os meios de controle, os trabalhadores devem ser adequadamente informados sobre os riscos e treinados sobre as formas de prevenção.

O auditor ainda afirmou que, independentemente de ocorrer acidentes ou não, as empresas serão multadas pelo simples fato de descumprirem as Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde. Para ele, as companhias estão sujeitas a multa e até embargos e interdições das atividades a depender da gravidade e risco no local de trabalho

DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

Jeferson Seidler garante que na maioria dos acidentes de trabalho a responsabilidade é do empregador. Para ele, os acidentes ocorrem, basicamente, por conta da forma de organização do trabalho, ao ritmo de produção, à conivência da empresa com condutas inadequadas, à falta de treinamento, entre outras. Poucos são os casos que houve a chamada culpa exclusiva da vítima. Na maioria das vezes a vítima está altamente influenciada por demandas excessivas, cansaço, material, equipamentos ou ferramentas inadequadas, falta de treinamento, e assim por diante.

Para prevenção não são necessários somente os equipamentos de proteção individual (EPI), garante o auditor. Eles são importantes e podem ajudar, mas são apenas complementares.

A RHMED

RHMED tem a solução adequada para atender à demanda de Segurança do Trabalho nas empresas, com o foco na prevenção dos acidentes de trabalho e enfermidades ocupacionais, além de resguardar a integridade e a capacidade do colaborador. Conheça um pouco mais sobre nós aqui!

Quedas são responsáveis por boa parte das mortes no trabalho

As quedas com diferença de nível são a segunda maior causa de acidentes fatais no Brasil, representando 10,6% dos acidentes registrados e reportados pelas empresas ao INSS em 2017 (já falamos quantos deles não são notificados aqui). Pensando nisso, a Campanha Nacional de Prevenção a Acidentes de Trabalho de 2018 (Canpat) decidiu focar nesse tema, tendo em vista a gravidade dessa situação.

Segundo dados do próprio INSS, das quase 350 mil Comunicações de Acidentes de Trabalho (CATs) entregues ao longo do ano passado, referente a acidentes típicos e doenças, 37.057 foram relacionadas à algum tipo de queda.

As quedas com diferença de nível chamam a atenção por serem mais graves. Ao contabilizar as mortes ocorridas em um ambiente de trabalho, elas representam um percentual de 14,5% do total de acidentes fatais. Em 2017, 161 das 1.111 mortes no trabalho foram causadas por esse tipo de ocorrência.

Segundo a diretora do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, Eva Patrícia Gonçalo Pires, prevenir esse tipo de acidente é prioridade, devido ao grande número de óbitos causados pelas quedas com diferença de nível. Ela ainda enfatiza que a prevenção para esse tipo de problema está bem definida, especialmente após a entrada em vigor da NR-35, que trata do trabalho em altura.

LOCAIS COM MAIOR INCIDÊNCIA

Os locais onde as quedas com diferença de nível ocorrem com mais frequência são:

  • Construção civil
  • Transporte de carga
  • Comércio,
  • Hospitais

Os principais causadores desses acidentes são escadas (móveis, fixadas ou permanentes), andaimes e plataformas de edifícios ou estruturas e veículos motorizados (quedas de caçambas de caminhões, por exemplo). Das 161 mortes causadas por queda no ano passado, 56 foram de trabalhadores que caíram de andaimes e plataformas e 34 de veículos – juntos, esses registros representaram 55,90% dos óbitos.

QUEM MAIS SE ACIDENTOU?

De todas as profissões envolvidas, os motoristas de caminhão são os que representaram a maior quantidade desse tipo de acidente em 2017, totalizando 1.782 e 16 mortes. Se contabilizarmos só quedas, os trabalhadores da construção civil (serventes de obras e pedreiros) ultrapassam os motoristas, com 1.796 acidentes e 24 mortes.

Segundo o auditor-fiscal do Trabalho Jeferson Seidler, assistente-técnico do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, as quedas mais graves dentre os motoristas ocorrem durante a manipulação da carga e na subida e descida da carroceria. Para ele, a prevenção desses acidentes se dá pela manipulação da carga apenas em locais adequados, com a instalação de cabos de aço (linha de vida) ou outros pontos seguros de ancoragem para o uso adequado de cinto de segurança contra quedas. Outra medida importante é a instalação de plataformas adequadas por parte dos embarcadores.

A construção civil também oferece bastante risco para quem trabalha com ela, muito por conta do alto uso de andaimes, passarelas, aberturas nos pisos dos andares ou vãos de elevadores. As medidas de proteção para prevenir acidentes nessa área estão especificadas na NR-18, que estabelece diretrizes sobre as condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção civil.

E NAS OUTRAS ATIVIDADES?

Nas demais profissões, a maioria das quedas ocorrem de escadas. Para prevenir é necessário a instalação e manutenção de corrimão e fitas ou outros processos antiderrapantes, além de treinamentos constantes para o uso rotineiro do corrimão.

Os acidentes com quedas acontecem, na maioria das vezes, quando as normas de segurança são desrespeitadas e podem causar lesões simples, incapacitações permanentes e temporárias e, muitas vezes, a morte. A RHMED possui um amplo serviço de Gestão para Implantação e Auditoria das Normas Regulamentadoras de Segurança do Trabalho, contando com uma equipe de engenheiros e técnicos qualificados. Clique aqui para saber mais sobre nós!

Ministério do Trabalho lança campanha focada em transtornos mentais

O Ministério do Trabalho lançou, no dia 04/04, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (CANPAT) com foco de combater os transtornos mentais (já falamos sobre esse tema aqui) como estresse, depressão, ansiedade, distúrbios musculares como a LER- Lesão Por Esforço Repetitivo – e quedas em altura durante o exercício da atividade profissional.

Serão distribuídos cartazes, banners e folhetos sobre os temas, assim como divulgadas cartilhas sobre manutenção de fachadas, condições seguras do trabalho em altura e adoecimento.

As ações visam a conscientização sobre como evitar esses acidentes e se estendem até novembro, por todo Brasil. Segundo o Ministério do Trabalho, os afastamentos por conta de transtornos mentais não são notificados em sua totalidade. Foram mais de 5 mil afastamentos por conta de problemas desse tipo. 

MOTIVO PARA FOCAR NOS TRANSTORNOS MENTAIS

O ministro interino do Trabalho, Helton Yomura, afirma que a pasta decidiu focar a campanha deste ano nos adoecimentos e nas quedas para diminuir as quedas em altura, que, apesar de não serem comuns, muitas vezes são fatais.

No ano passado, 161 pessoas morreram por conta desse tipo de acidade, que representar 15% do total de óbitos registrados no exercício das profissões. O Ministério do Trabalho garante que, na maioria das vezes, os acidentes ocorrem quando as normas de segurança são desrespeitadas.

A Campanha de Prevenção vem justamente para reforçar as medidas e evitar esse tipo de problema, assim como os outros transtornos mentais.

A RHMED

RHMED é especialista em Saúde Ocupacional e Segurança no Trabalho e atua há mais de 20 anos no mercado. São mais de 500 mil vidas atendidas por profissionais qualificados e dedicados aos clientes. A RHMED atua de forma completa nos programas de Saúde e Segurança do Trabalho, orientando e direcionando as empresas no cumprimento das Normas Regulamentadoras e demais legislações vigentes.