Agosto dourado: no Brasil, a amamentação exclusiva alcança 45,8% dos bebês com até seis meses

Estamos no Agosto Dourado, mês que simboliza o incentivo à amamentação –relacionado ao padrão ouro de qualidade do leite materno. Com o tema “Apoiar a amamentação é cuidar do futuro” em 2022, a campanha tem o objetivo de fortalecer o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida do bebê e sua continuidade até, pelo menos, os 2 anos, além dar suporte a mulheres e criar redes de apoio.

Para 2025, a meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de aumentar em 50% a taxa de aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida. Atualmente, no Brasil, a amamentação exclusiva alcança 45,8% dos bebês nessa faixa de idade.

Segundo depoimento da coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Janini Ginani, publicado no site do Ministério da Saúde, dados recentes mostram que a prevalência de aleitamento materno na primeira hora de vida é de 62%. “Esse primeiro contato é extremamente benéfico”, explica. “Temos ainda uma prevalência de aleitamento materno de mais de 60% para crianças menores de 2 anos”, acrescenta Janini.

Benefícios

Para as mulheres, amamentar reduz o risco de desenvolvimento de câncer de útero e de mama. Para o bebê, fortalece o sistema imunológico, reduz os riscos de obesidade, desenvolvimento de diabetes, casos de diarreia, infecções respiratórias, hipertensão, colesterol alto, além de diminuir a mortalidade por causas evitáveis em crianças menores de 5 anos.

Capacitação

Segundo o Ministério da Saúde, de 2013 a 2021, mais de 60 mil profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) foram capacitados na Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil.

RHMED|RHVIDA apoia ODS da ONU voltado para o bem-estar 

Há três anos, a RHMED|RHVIDA declarou apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, fazendo o que sabe de melhor: ajudar as empresas a cuidar da saúde de seus colaboradores.

Setembro Amarelo: a vida é a melhor escolha

Setembro Amarelo: a vida é a melhor escolha

Em 10 de setembro, é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio e, por isso, o nono mês do ano – conhecido como o Setembro Amarelo – é o período usado para conscientização, disseminação de informações e combate ao suicídio. O tema, mesmo que ainda seja considerado tabu por parte da sociedade, tem ocupado cada vez mais espaço na agenda do meio corporativo.

De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, foram registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados. Estima-se, portanto, que mais de um milhão de casos ocorra no planeta a cada ano.

No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio a cada dia.

Ainda segundo a OMS, a maioria dos casos de suicídio estava relacionada a doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Podemos concluir que, se tratados de forma adequada, tais distúrbios poderiam ter sido diagnosticados e combatidos precocemente.

Pessoas que se isolam ou apresentam constantemente desanimadas, sem motivo aparente, e com queda acentuada na produtividade precisam ser acompanhadas com atenção e encaminhadas para consulta com um especialista. Toda a equipe deve ficar atenta às mudanças de comportamento dos colegas e, para isso, cabe à empresa divulgar informação e promover palestras sobre o tema ao longo de todo o ano.

O importante é que o colaborador se sinta amparado e não tenha vergonha de expor sua situação.

Dados sobre suicídio, segundo a OMS:

– Todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que por HIV, malária, câncer de mama ou mesmo guerras e homicídios.

– Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a 4ª causa de morte, vindo depois apenas de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal.

– As taxas variam entre países, regiões e, até mesmo, gêneros. No Brasil, 12,6% por cada 100 mil homens em comparação com 5,4% por cada 100 mil mulheres morrem devido ao suicídio.

– As taxas entre os homens são geralmente mais altas em países de alta renda (16,6% por 100 mil). Para as mulheres, as taxas de suicídio mais altas são encontradas em países de baixa média renda (7,1% por 100 mil).

– Embora alguns países tenham colocado a prevenção do suicídio no topo de suas agendas, muitos permanecem não comprometidos. Atualmente, apenas 38 países são conhecidos por terem uma estratégia nacional de prevenção do suicídio.

Ações que salvam vidas:

  • Acompanhe ao psiquiatra ou psicólogo. Ambos os profissionais também fazem atendimento online em sites especializados;
  • Encaminhe ao serviço médico e peça ajuda a um profissional de saúde;
  • Não deixe a pessoa sozinha, portas não devem ser trancadas;
  • Fique atento aos sinais;
  • Não deixe a pessoa próxima de meios letais, isso reduz o risco imediato;
  • Acredite em ameaças.

RHMED|RHVIDA possui programa de prevenção e promoção da saúde mental

A RHMED|RHVIDA disponibiliza, internamente e para parceiros e clientes, o programa de prevenção e promoção da saúde mental VivaMente. Através de exames ocupacionais e admissionais, é possível identificar, precocemente, questões relacionadas à saúde mental e acolher estas pessoas.

É oferecido tratamento interno, chamado de Psicoterapia Breve, no qual o colaborador tem entre 12 e 16 sessões. Havendo necessidade de continuidade, é encaminhado para um médico do plano de saúde, avalizado por nós.

Clique aqui e saiba mais

Cartilha Suicídio Informando para Prevenir

Acesse o site Setembro Amarelo

Agosto dourado: no Brasil, a amamentação exclusiva alcança 45,8% dos bebês com até seis meses

Estamos no Agosto Dourado, mês que simboliza o incentivo à amamentação –relacionado ao padrão ouro de qualidade do leite materno. Com o tema “Apoiar a amamentação é cuidar do futuro” em 2022, a campanha tem o objetivo de fortalecer o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida do bebê e sua continuidade até, pelo menos, os 2 anos, além dar suporte a mulheres e criar redes de apoio.

Para 2025, a meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de aumentar em 50% a taxa de aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida. Atualmente, no Brasil, a amamentação exclusiva alcança 45,8% dos bebês nessa faixa de idade.

Segundo depoimento da coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Janini Ginani, publicado no site do Ministério da Saúde, dados recentes mostram que a prevalência de aleitamento materno na primeira hora de vida é de 62%. “Esse primeiro contato é extremamente benéfico”, explica. “Temos ainda uma prevalência de aleitamento materno de mais de 60% para crianças menores de 2 anos”, acrescenta Janini.

Benefícios

Para as mulheres, amamentar reduz o risco de desenvolvimento de câncer de útero e de mama. Para o bebê, fortalece o sistema imunológico, reduz os riscos de obesidade, desenvolvimento de diabetes, casos de diarreia, infecções respiratórias, hipertensão, colesterol alto, além de diminuir a mortalidade por causas evitáveis em crianças menores de 5 anos.

Capacitação

Segundo o Ministério da Saúde, de 2013 a 2021, mais de 60 mil profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) foram capacitados na Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil.

RHMED|RHVIDA apoia ODS da ONU voltado para o bem-estar 

Há dois anos, a RHMED|RHVIDA declarou apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, fazendo o que sabe de melhor: ajudar as empresas a cuidar da saúde de seus colaboradores.

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Leia também sobre saúde mental.

Vamos falar de prevenção e acidentes no trabalho?

Prevenção é a maneira mais eficaz de evitar acidentes no ambiente laboral. Pode parecer uma afirmação óbvia, mas a experiência nos ensina que nunca é demais reforçá-la. A tal da insistência, tão necessária para engajar e criar referências.

Há 25 anos, a RHMED|RHVIDA se dedica a cuidar das pessoas e, na verdade, ainda não descobrimos maneira melhor de abordar o tema do que sugerir medidas simples que garantam o bem-estar e a integridade – física e mental – dos trabalhadores.

De acordo com dados divulgados conjuntamente pelo Instituto do Observatório de Saúde e Segurança do Trabalho (SmartLab), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Brasil registrou, em 2021, 2.500 mortes e quase 572 mil Comunicações de Acidente de Trabalho (CATs).

No número de óbitos, portanto, houve um acréscimo de 30% em relação ao ano anterior. Já quando avaliamos o período entre 2012 e 2021, foram 22.900 óbitos e 6,2 milhões de CATs.

Com isso, o Brasil apresenta a ainda preocupante média anual de 7,4 mortes a cada 100 mil habitantes, o dobro dos vizinhos Argentina e Chile, que têm 3,7 e 3,1, respectivamente.

Acidentes impactam também a saúde da empresa

Fora o risco quanto à saúde e à preservação da vida, a falta de segurança no ambiente de trabalho representa impacto negativo à imagem da organização, interna e externamente. Há queda na produtividade em razão dos altos índices de absenteísmo e da falta de confiança dos demais colaboradores em relação à empresa, além da excessiva procura por auxílio-doença por acidentes.

Estima-se que, a cada ano, doenças e acidentes de trabalho resultem na perda de 4% do PIB global. No caso do Brasil, esse percentual corresponde a aproximadamente R$ 300 bilhões (dados de 2020).

RHMED|RHVIDA orienta clientes quanto à prevenção

Cuidar das pessoas também é parte do nosso compromisso com o ODS 8, que garante ambientes de trabalho decentes, saudáveis e seguros. Nossa empresa é signatária do Pacto Global da ONU, com pauta de prioridades em saúde e segurança até 2030.

A RHMED|RHVIDA tem uma ampla rede credenciada e tem se dedicado intensamente à defesa de métodos permanentes de prevenção de acidentes no ambiente de trabalho, investindo constantemente na evolução dos processos e da tecnologia, bem como na capacitação de pessoal e monitoramento das equipes.

“O ideal é investir em campanhas internas, equipamentos adequados de proteção individual e monitoramento e treinamento de equipes, e não apenas quando surgem os problemas.

Garantir sua segurança, dar tranquilidade aos funcionários e às suas famílias aumenta a confiança e autoestima das equipes. Isso incentiva o engajamento, fundamental para gerar comprometimento de uns em relação aos outros. Independentemente da função que exerce, o colaborador precisa se sentir protegido e valorizado”, afirma Antonio Martin, CEO da RHMED|RHVIDA.

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Leia também!

DIA DO ORGULHO LGBTQIA+ e o novo mercado de trabalho

O Dia do Orgulho LGBTQIA+ é sempre oportunidade de abordar um tema que deveria estar presente no dia a dia de todas as organizações: a diversidade. O assunto é importante não só na estratégia das empresas da porta para fora, mas também internamente. 

Inclusão e igualdade de gênero são agendas que permeiam toda a sociedade e começam a integrar reuniões de diretoria, políticas de contratação dos RHs e campanhas internas para conscientização e engajamento de todos os colaboradores.

Cada vez mais companhias lançam olhar e abordagem profunda em relação às causas LGBTQIA+, mas, não resta dúvida, ainda há muito caminho a percorrer para que a diversidade faça parte efetivamente da proposta de valor das marcas, de suas estratégias de captação de profissionais no mercado e da adaptação do ambiente de trabalho a essa realidade. 

Propostas claras quanto à inclusão contribuem para o enriquecimento cultural dentro da empresa e das relações interpessoais, estimulando respeito e tolerância, diminuindo conflitos e promovendo maior aceitação, bem-estar e produtividade.

Mais diversidade no ambiente corporativo significa também vantagem competitiva. Companhias com um quadro plural de funcionários são mais inovadoras e capazes de atrair talentos e conquistar novos mercados. Também ganham visibilidade externa e acabam servindo de referência em práticas positivas.

RHMED|RHVIDA adere a ODS a favor da inclusão

A RHMED|RHVIDA tem buscado aprimorar internamente seus processos e estender conhecimento a seus clientes. A seleção inclusiva figura entre nossos compromissos como signatários da Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). A igualdade de gênero na sociedade e no mercado de trabalho integra os Objetivos de Desenvolvimento Social (ODS) 5, 8 e 10.

Falar de respeito é também falar de empatia, de necessidades individuais e de solidariedade. Ao transformar o ambiente de trabalho num lugar salutar, onde pessoas se sentem acolhidas, com todas as suas diferenças, passa-se a transformar conceitos em realidade no dia a dia. 

Quanto mais informação, melhor

Não resta dúvida de que a informação funciona como um elemento agregador. A seus clientes, a RHMED|RHVIDA sugere a realização de campanhas ao longo do ano, com palestras e debates, sobre inclusão, tolerância e igualdade. Orientadas por profissionais e especialistas, as dinâmicas de grupo e os eventos de confraternização – internos e externos – funcionam ainda como forma de sociabilização entre os funcionários.

Quanto mais os colaboradores se conhecerem e interagirem, criando pontos de interseção, melhor será o convívio, melhores as relações de trabalho. É importante que todos se sintam uma equipe. Não “apesar das diferenças”, mas, principalmente, por causa delas.

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RHMED|RHVIDA adere a movimento de empresas que reconhecem a importância da saúde mental no ambiente de trabalho

 

RHMED|RHVIDA adere a movimento de empresas que reconhecem

a importância da saúde mental no ambiente de trabalho

 

Empresa especializada em saúde e segurança do trabalho com um milhão de vidas sob gestão, a RHMED|RHVIDA reforça seu compromisso com a proteção dos trabalhadores e adere ao Movimento #MenteEmFoco. A iniciativa é liderada pela Rede Brasil do Pacto Global, da qual a empresa já é signatária,  em parceria com InPress Porter Novelli e com a Sociedade Brasileira de Psicologia e reúne empresas e organizações brasileiras que reconhecem a importância da saúde mental no ambiente de trabalho e agem em benefício de seus colaboradores e da sociedade, como um todo, para combater o estigma e o preconceito social ao redor do assunto.

O movimento nasce como uma forma de encorajar as empresas a trazer a saúde mental para a pauta de decisões, de forma a priorizar o tema, oferecer suporte e acolhimento aos colaboradores, e dar visibilidade a um assunto tão importante para a sociedade.

“A desinformação tem sido um dos principais fatores para o agravamento do aumento do número de casos de doenças mentais em todo o mundo. É muito importante que as organizações  se deem conta da importância da conscientização sobre saúde mental e de cuidar da prevenção e do tratamento de seus colaboradores. Portanto, é com muito orgulho que nos tornamos parte deste movimento. Certamente, juntos, vamos conseguir reduzir esses índices e dar melhor qualidade de vida a nossos colaboradores e a suas famílias”, diz Antonio Martin, CEO da RHMED|RHVIDA. Na empresa, a preocupação com a manutenção da saúde mental do trabalhador já é uma realidade há alguns anos. “Criamos programas de prevenção e promoção de cuidados com a saúde mental, implementados tanto internamente como em alguns de nossos clientes, com bastante sucesso”, completa.  

Ao se tornar signatária do #MenteEmFoco, a RHMED|RHVIDA firma compromissos como garantir a avaliação permanente da saúde mental de seus colaboradores; oferecer orientação e manejo de crise; ter um profissional de referência para aconselhamento e atendimento; manter gestores engajados, com treinamento para atuar em relação ao tema e orientação sobre as melhores condutas, sendo agentes de transformação e de promoção da segurança psicológica; além de promover debates e intervenções com assuntos que busquem reduzir o estigma relacionado ao sofrimento psíquico, inserindo-o como pauta permanente na organização e promover ações de incentivo à saúde mental.

“A Agenda 2030 da ONU é um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade. E as pessoas estão no centro de todas essas ações. São elas que fazem a diferença. Em 2020 fomos atingidos fortemente por uma pandemia terrível, que nos mostrou ainda mais o quanto é fundamental transformar nossa sociedade. Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) são muito mais do que conceitos, são cada vez mais parte das estratégias de negócios das companhias. E, dentro deles, precisamos cuidar mais e mais das pessoas. Da saúde delas. E a saúde mental é um dos principais pilares dessa estrutura. É por isso que é tão importante termos iniciativas focadas nessa área, como o #MenteEmFoco. Um esforço coletivo, em que contamos com o apoio da nossa rede”, reforça Carlo Pereira, diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. 

As empresas que quiserem fazer parte do movimento, podem encontrar mais informações em https://materiais.inpresspni.com.br/movimento-mente-em-foco.

  • Sobre a RHMED|RHVIDA

Pioneira no segmento de medicina ocupacional e segurança do trabalho, a RHMED|RHVIDA acumula 25 anos de experiência e um milhão de vidas sob gestão. Com  sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, a empresa atende 30% dos maiores empregadores do país e tme uma rede de mais de 2,5 mil prestadores credenciados, distribuídos por todas as regiões do Brasil, sendo referência no suporte a corporações para a proteção de seus trabalhadores e o controle de custos com saúde ocupacional e assistencial por meio da inteligência na gestão. Desde 2020, é signatária da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, iniciativa que visa encorajar empresas a adotar políticas de responsabilidade social corporativa e sustentabilidade.

  • Sobre o Pacto Global das Nações Unidas

Como uma iniciativa especial do Secretário-Geral da ONU, o Pacto Global das Nações Unidas é uma convocação para que as empresas de todo o mundo alinhem suas operações e estratégias a dez princípios universais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Lançado em 2000, o Pacto Global orienta e apoia a comunidade empresarial global no avanço das metas e valores da ONU por meio de práticas corporativas responsáveis. Com mais de 12,6 mil empresas e quase 4.000 organizações não-empresariais, distribuídas em 70 redes locais, que abrangem 160 países, é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. Para mais informações, siga @globalcompact nas mídias sociais e visite nosso website em www.unglobalcompact.org

  • Sobre a Sociedade Brasileira de Psicologia

A SBP é uma entidade civil sem fins lucrativos, sem vinculações políticas, ideológicas ou religiosas, com sede e foro na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, Brasil. Há mais de cinco décadas, esta Sociedade tem trabalhado para o desenvolvimento da Psicologia, tendo realizado Reuniões Anuais todos os meses de outubro desde 1971, inicialmente em Ribeirão Preto e a partir de 1999 em diferentes cidades do país. Desde sua fundação, a SBP vem lutando para fortalecer ainda mais a ciência psicológica, além de se tornar referência por suas Reuniões Anuais, palco de apresentações de estudos e importantes avanços da área, além de suas publicações científicas e diversas outras iniciativas para a promoção da ciência psicológica.

  • Sobre a InPress Porter Novelli

A InPress Porter Novelli é a maior agência de comunicação corporativa do Brasil no segmento privado. Tem um portfólio com mais de 150 clientes, de diversos segmentos de mercado, mais de 300 funcionários e unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A agência tem como foco transformar percepções e comportamentos que impactem positivamente os negócios de seus clientes e respondam aos anseios da sociedade. No principal estudo sobre o mercado de comunicação corporativa e relações públicas do Brasil, o PR Scope, se destaca em quesitos como planejamento estratégico, serviços integrados, qualidade na entrega e capacidade criativa. Agência – liderada pelo CEO Roberta Machado – também faz parte do Grupo Omnicom, um dos maiores grupos de comunicação do mundo com presença em mais de 60 países.

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Abril Verde e a importância diária da prevenção de acidentes

O movimento Abril Verde é uma ocasião propícia para reforçar a importância da prevenção de acidentes no ambiente laboral. A campanha, que tem justamente o objetivo de sensibilizar a sociedade para o tema, engloba duas datas de igual relevância, o dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS); e 28 de abril, oficializado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, em memória das vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. 

No Brasil, por força da Lei nº 11.121/2005, a mesma data foi instituída como Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. É hora de parar e pensar o que, de fato, temos feito para tornar nossas organizações mais seguras e dar amparo real aos nossos trabalhadores. Houve avanços em nosso país e a tendência é de que mais e mais empresas se engajem. Mas ainda há muito a ser feito.

Dados ainda preocupam

No mundo, um trabalhador morre por acidente ou doença laboral a cada 15 segundos. De 2012 a 2020, 21.467 desses profissionais eram brasileiros, o que equivale a um índice de seis óbitos a cada cem mil trabalhadores formais. Feita em conjunto pelo Observatório de Segurança e Saúde do Trabalho do Ministério Público do Trabalho e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), os dados mostram ainda que, entre os países do G20, o Brasil ocupa a segunda colocação em mortalidade no trabalho, ficando atrás apenas do México.

Estima-se que, a cada ano, doenças e acidentes de trabalho resultem na perda de 4% do PIB global a cada ano. No caso do Brasil, esse percentual corresponde a aproximadamente R$ 300 bilhões (dados de 2020).

RHMED|RHVIDA investe na prevenção

Com expertise de mais de 25 anos em cuidado com as pessoas e um milhão de vidas sob gestão, a RHMED|RHVIDA tem sido incansável na defesa de implantação de métodos permanentes de prevenção de acidentes no ambiente de trabalho. 

Além do zelo pelo bem-estar das equipes, principal patrimônio de qualquer empresa, há a questão da redução de gastos com medidas paliativas ou prejuízos provocados por altas taxas de absenteísmo e até mesmo tragédias.

“Investir em campanhas internas o ano todo, em equipamentos adequados de proteção individual, treinamento de equipes e monitoramento constante das áreas mais críticas é essencial para melhorar a autoestima dos colaboradores, garantir sua segurança, dar tranquilidade a suas famílias e evitar também queda na produtividade e aumentar a credibilidade da organização no mercado. É importante que cada um, independentemente da função que exerce, se sinta responsável pelo próprio bem-estar e o do outro. É preciso que haja engajamento”, observa Antonio Martin, CEO da RHMED|RHVIDA.

Segurança e saúde no trabalho é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), dos quais a nossa empresa é signatária. Estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, os ODS compõem uma agenda mundial para a construção e implantação de políticas públicas que sirvam como metas para a humanidade até 2030. A ODS 8 consiste em promover a inclusão, o crescimento econômico sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos.

Por que investir em segurança no trabalho?

– Melhora o clima organizacional, a autoestima das equipes e o senso de responsabilidade individual e coletivo.

– Cria um ambiente seguro para todos.

– Equipes treinadas sabem lidar corretamente com imprevistos.

– Empresas que cumprem as normas regulamentadoras ganham maior credibilidade no mercado.

– Gerenciar riscos com rapidez e correção pode fazer toda a diferença na hora de evitar ou solucionar imprevistos que possam resultar em acidentes.

– Prevenção resulta em redução de custos com acidentes.

– Manutenção frequente de equipamentos e verificação de ETIs, além de evitar acidentes, colabora para aumento da produtividade.

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Dia Internacional da Mulher – 8 de março

Engajamento de todos é a palavra-chave

O Dia Internacional da Mulher (08/030) é celebrado oficialmente desde 1975, mas se acredita que a origem da data remonta ao movimento de operárias na Primeira Guerra Mundial. Os protestos ficaram conhecidos como “Pão e Paz” e pediam melhores condições laborais e remuneração mais justa. Em países da Europa e nos Estados Unidos um sem-número de protestos lançou luz sobre as desigualdades na posição de homens e mulheres no trabalho. 

Sabemos que, desde o começo do século passado, muita coisa mudou para melhor em relação à posição das mulheres no mercado de trabalho, mas também não restam dúvidas de que há um longo caminho a trilhar ainda para que conquistem, na prática, direitos iguais aos dos homens. 

O que isso significa? As mesmas oportunidades no exercício das mesmas funções.

Desde que a RHMED|RHVIDA se tornou signatária da Rede Brasil do Pacto Global da Organização Mundial de Saúde (ODS), aderimos objetivamente a cinco dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A ODS 5, relacionada à igualdade de gênero, sempre foi uma de nossas prioridades.

RHMED|RHVIDA investe na força de trabalho feminina

A RHMED|RHVIDA se orgulha de ter hoje uma forte representatividade feminina em seu quadro de colaboradores: 74% dos cargos são ocupados por mulheres. Na média de liderança, o índice chega a 72%, sendo que na diretoria o percentual é de 50%.

No Brasil, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que, até 2030, a participação feminina no mercado de trabalho no Brasil deverá crescer mais do que a masculina. Os pesquisadores preveem que, daqui a 11 anos, 64,3% das mulheres consideradas em idade ativa, entre 17 e 70 anos, estarão empregadas ou buscando trabalho. Já a participação masculina encolherá nos próximos dez anos, passando de 89,6% a 82,7%.

Promover a autoestima entre as funcionárias, assim como o senso crítico e a participação das equipes, é essencial para que elas se sintam importantes no desenvolvimento da organização, parte fundamental da engrenagem de crescimento.

Pandemia trouxe novo olhar

A pandemia e o trabalho remoto trouxeram de forma mais evidente à tona o acúmulo da carga de tarefas sobre a mulher e o quanto isso afeta sua saúde, mental e física. Em grande parte das vezes, mulheres são chefes de família e exercem dupla jornada. Não raramente ganham menos do que seus colegas de trabalho homens e enfrentam preconceito e situações de assédio no ambiente de trabalho. Condições de igualdade representam ainda um desafio a ser enfrentado pelas organizações no Brasil.

O Dia Internacional da Mulher já faz parte do calendário de RH. Que neste dia possamos conscientizar, educar e chamar a atenção de todos e todas para o tema, além de  reconhecer e homenagear as mulheres que fazem parte do quadro de funcionários.

À todas as nossas mulheres o nosso muito obrigado!

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Saúde e bem-estar dominam a pauta de fevereiro

Fevereiro, o mês mais curto do ano, reúne datas relevantes para o debate de uma série de campanhas sobre saúde e bem-estar. Para as organizações, uma imensa oportunidade de trazer à pauta temas cruciais e disseminar informação a colaboradores, suas famílias, a parceiros, clientes e, consequentemente, ao conjunto da sociedade.

Nós da RHMED|RHVIDA estamos permanentemente atentos às celebrações que podem nos ajudar a discutir prevenção de doenças, tratamento precoce e promover engajamento dos trabalhadores. 

Para conseguir sucesso em suas campanhas internas, é preciso, primeiramente, mobilizar todas as equipes, fazer com que estejam cientes dos sintomas, das formas de evitar as doenças ou de como conviver com elas, sem preconceitos ou informações distorcidas. Saúde é assunto de todos e deve ser tratado como tal.

Neste nosso espaço de comunicação, estaremos sempre retomando esses temas, como uma maneira de torná-los parte da nossa rotina e das demais empresas, e não apenas um assunto pontual, isolado. Sabemos que a aprendizagem também se faz pela repetição e, especialmente, pela conscientização. Cuidar das pessoas ainda é a melhor estratégia para assegurar a produtividade, a satisfação interna, uma imagem externa positiva e o crescimento em pilares sólidos.

Acompanhe aqui o calendário e nos ajude a transmiti-lo ao máximo de colegas de trabalho, dentro da família e entre os amigos. Saúde é um dos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), parte do Pacto Global e principal canal da ONU com o setor privado, do qual a RHMED|RHVIDA é signatária. 

A Agenda 2030 tem ações integradas e indivisíveis, que mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. A saúde, ODS 3, engloba os temas presentes no calendário de fevereiro, desde a prevenção da gravidez na adolescência até os diferentes cuidados para prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer, tanto em adultos quanto em crianças.

Priorizando saúde, todos ganhamos! 

Um tema que ainda é tabu

Dia 01/02 – Começa a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência

A semana foi incorporada ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e está em vigor desde 2019. A ideia é levar ao máximo de jovens informações que ajudem a reduzir os índices de gravidez precoce. No Brasil, a cada mil adolescentes entre 15 e 19 anos, 68 engravidam. Os dados, presentes no relatório da Organização Pan-Americana de Saúde, mostram que o país está 50% acima da média mundial, de 46. 

A gravidez entre jovens ainda é tabu em muitos ambientes, mas julgamos que é essencial discuti-lo o quanto antes para que colaboradores fiquem mais tranquilos e saibam também como abordar o assunto com seus filhos. Além da questão da gravidez precoce, o tema abre espaço para debater doenças sexualmente transmissíveis e vulnerabilidade social das jovens no país, muitas vezes vítimas de violência sexual até mesmo dentro de casa.

Prevenção do câncer

04/02 – Dia Mundial do Combate ao Câncer

Dia 05/02 – Dia Nacional da Mamografia

Dia 15/02 – Dia Internacional de Luta Contra o Câncer Infantil

Em pelo menos três ocasiões, as organizações terão a chance de discutir, em fevereiro, mais detidamente a prevenção e o diagnóstico do câncer em suas diferentes formas. A RHMED|RHVIDA estimula os exames preventivos e também hábitos e práticas saudáveis que auxiliem a evitar a doença, como exercícios físicos, alimentação equilibrada, repouso e não tabagismo ou excesso de álcool, entre outros.

Aumentando a conscientização entre os colaboradores e o engajamento, é possível dar ao assunto o peso merecido, com campanhas internas nas empresas, por meio de newsletters, boletins, cartazes, e-mails, redes sociais, palestras etc.

Hoje, o câncer de mama é o mais incidente no mundo e também em todas as regiões do Brasil, depois do câncer de pele não melanoma (a seguir falaremos sobre o Dia do Dermatologista). A doença também a primeira causa de morte por câncer em mulheres em nosso país.

O câncer infantil também merece atenção especial dos pais. Possui características particulares, diferentes daquelas apresentadas na doença em adultos. Entre os sintomas mais frequentes: perda de peso contínua e sem motivo aparente; dores de cabeça e vômitos matinais; inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações; e protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local.

Os tipos mais comuns são as leucemias, tumores do sistema nervoso central, linfomas e tumores sólidos, como o neuroblastoma, sarcomas e o tumor de Wilms. 

A importância dos cuidados com a pele

Dia 05/02 – Dia do Dermatologista

A dermatologia é uma área da medicina que cuida e trata das doenças de pele, cabelos e unhas, abrangendo os níveis clínicos, cirúrgicos e de procedimentos estéticos. O dia foi criado em homenagem aos profissionais da área há 22 anos e também resulta em ótima ocasião para lembrar a importância da observação de alterações na pele – pintas, coloração, infecções, irritação etc. – e dos exames preventivos.

Vale observar que a hanseníase – doença cuja data é lembrada no último domingo de janeiro – é assunto igualmente importante a ser abordado nas empresas, assim como o câncer de pele não melanoma, o tipo de maior incidência no país.

Vamos falar sobre consumo excessivo de álcool e drogas?

Dia 18/01 – Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo

20/01 – Dia nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo

Para a Organização Mundial de Saúde, a dependência química (drogas lícitas ou não) é uma doença. As causas são multifatoriais e as consequências afetam a saúde do colaborador e atingem também sua família e seus amigos. Também ocasiona queda de produtividade no trabalho e mal-estar nas equipes. É um problema presente em todas as classes sociais, faixas etárias e gêneros, sendo uma questão de saúde pública, uma das mais graves do mundo.

Cabe às organizações, deixar canais abertos para que o colaborador se sinta à vontade para expor seu problema e buscar o tratamento necessário. Também é fundamental fazer campanhas de esclarecimento e prevenção. Quanto mais cedo a dependência química for acompanhada e tratada, melhor.

Um estudo da Organização Pan-Americana da Saúde mostrou que, entre a faixa etária dos 30 a 39 anos, mais de 35% dos 12 mil entrevistados passaram a consumir doses excessivas de álcool em intervalos mais curtos durante a pandemia. Os efeitos da Covid-19 no comportamento das pessoas só vai ser avaliado totalmente daqui a um tempo, mas já é possível vislumbrar a importância de monitorar e cuidar emocional e psicologicamente dos colaboradores durante todo o ano.

Outro alerta importante a fazer durante o ano todo, mas principalmente no feriado de carnaval – mesmo com o adiamento da festa por conta da pandemia –, diz respeito à perigosa associação entre álcool e volante. Embriaguez (e uso de drogas) não combina com direção e desenvolver campanhas de prevenção de acidentes no trânsito são sempre bem-vindas no ambiente de trabalho. 

Excesso de trabalho

Dia 28/01 – Dia Mundial de Combate a Ler/Dort

LER (Lesão por Esforço Repetitivo) não é classificada como doença. É, na verdade, uma síndrome constituída por um grupo de doenças: tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, entre outras. São esforços que afetam músculos, nervos e tendões, principalmente, dos membros superiores, provocando  inflamação e reduzindo, muitas vezes, a capacidade funcional. 

É chamada também Dort (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), LTC (Lesão por Trauma Cumulativo), Amert (Afecções Musculares Relacionadas ao Trabalho) ou síndrome dos movimentos repetitivos. Pode ser prevenida por exercícios simples durante a jornada laboral e, o diagnóstico precoce, pode evitar que se desenvolva de forma mais grave. 

Daí, mais uma vez, a importância de buscar em campanhas educativas, uma forma divulgar informação relevante ao quadro de funcionários.

Você sabe o que são doenças raras?

Último domingo de fevereiro – Dia Mundial das Doenças Raras (27/02)

As doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o conceito geral para DR é: doença que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1.300 a cada 2 mil pessoas. 

No Brasil, estima-se que haja 13 milhões de pessoas com doenças raras. Existem de seis a oito mil tipos de doenças raras. Oitenta por cento delas têm origem genética. Mas algumas se manifestam a partir de infecções bacterianas ou causas virais, alérgicas e ambientais, ou são degenerativas e proliferativas.

Entre as DRs mais conhecidas estão esclerose múltipla, hemofilia, neuromielite óptica, acromegalia, doença de Cushing, tireoidite autoimune, doença de Addison, hipopituitarismo, anemia de Fanconi, demência vascular, doença de Hodgkin, encefalite, fibrose cística, hiperidrose.

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Afinal, qual o melhor modelo de trabalho?

Saber qual o melhor modelo de trabalho com o fim das restrições impostas pela pandemia de Covid-19 é um dos principais questionamentos das empresas atualmente. Home office? Presencial? Híbrido? 

Cada uma tem suas atividades, sua cultura organizacional, além de diferentes estruturas, dinâmicas de trabalho e objetivos. Nem todas as equipes possuem as mesmas necessidades, nem todas as empresas sabem ao certo como lidar com mais essa mudança. É preciso buscar o consenso, uma solução que não seja unilateral, mas sim que atenda ao maior número possível de colaboradores, sem comprometer o funcionamento e a saúde financeira da organização.

O trabalho híbrido é um modelo que exige maturidade de liderança e gerenciamento dos recursos humanos. Já o presencial exigirá nova adaptação, inclusive em relação à rotina doméstica criada durante a quarentena.

Enquanto “se arruma a casa”, um ponto que vai exigir especial atenção é a saúde das equipes, física e mental. A adaptação deve ser feita com planejamento e método. Compreender a realidade de atuação das equipes faz parte do conjunto de habilidades requisitadas pelos RHs para as novas oportunidades no mercado.

Cuidado também com os ambientes

O período de isolamento foi difícil. Não só por exigir adaptação dos colaboradores ao formato remoto, mas pelas incertezas, pelo luto e, também certas vezes, pela sobrecarga de trabalho. Falta de sono (ou sono em excesso), falta de exercícios físicos, depressão, fobia social, burnout. Há uma série de doenças que afetaram – e ainda afetam – boa parte dos trabalhadores.

Muitos deles, por conta do isolamento social, deixaram de fazer seus exames periódicos ou desenvolveram algum mal, como diabetes e hipertensão, o que também terá que ser observado e corrigido pelas empresas.

“Mantivemos um monitoramento permanente de nossos colaboradores e orientamos a nossos clientes que fizessem o mesmo. Vamos demorar um pouco a nos adaptar às novidades, mas, com conexão, comunicação entre as equipes e as lideranças, tudo vai dar certo. É preciso planejamento e o engajamento de todos. A Governança – o “G” da sigla ESG –- nunca foi tão importante quanto agora”, explica Antonio Martin, CEO da RHMED|RHVIDA.

Grande parte das organizações também optou por mudanças nos espaços físicos. Maior distanciamento entre postos de trabalho, mobiliário mais confortável, janelas abertas… Além disso, hábitos como uso de álcool gel e sanitização de ambientes deverão ser incorporados definitivamente à rotina das empresas.

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