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Manifesto ESG

20 de Fevereiro. Dia Nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo 

Hoje, dia 20 de fevereiro, é o Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo. A data é uma oportunidade para que a sociedade e empresas reforcem e promovam a conscientização da dependência de drogas lícitas ou ilícitas como uma doença, conforme preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo cálculos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), o Brasil perde anualmente algo em torno de US$ 19 bilhões por absenteísmo, acidentes e enfermidades causadas pelo uso drogas, inclusive o álcool.

Calcula-se que entre 20% a 25% dos acidentes de trabalho envolvam usuários.  Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a dependência química chega a afetar 15% dos empregados, aumentando em cinco vezes as chances de acidentes de trabalho. Dados demonstram ainda que o consumo de álcool e drogas é responsável por metade do total de licenças médicas e faltas ao trabalho, aumentando significativamente os custos para a organização.

O uso de álcool e outras substâncias para busca de prazer ou para amenizar o sofrimento acompanha a história da humanidade desde seus primórdios.

Nos últimos anos houve uma grande evolução do conhecimento científico sobre como estas substâncias afetam nosso corpo e a importância do contexto social em que são consumidas.

Apesar dos avanços em conscientização, ainda prevalece, em parte da população, o conceito ultrapassado que atribui à droga em si e ao caráter do usuário a responsabilidade pelos problemas associados ao uso. Este conceito errôneo leva a intervenções inadequadas e ineficientes.

Com informação e conteúdos relevantes é possível prevenir o uso de drogas e alcoolismo entre os colaboradores. Há formas efetivas também de ajudar na recuperação e na reintegração ao ambiente laboral de pessoas afetadas pelo problema. Faz-se necessário, primeiramente, que o trabalhador reconheça e assuma a condição de dependente para que os demais passos para sua recuperação sejam dados.

Tratamento

Quem necessita de tratamento devido ao abuso de álcool e outras drogas pode contar com a ajuda nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD 24 horas). O atendimento conta com equipes compostas por médico psiquiatra, clínico geral, psicólogos, dentre outros.

Abandonar o vício é extremante difícil, mas não impossível. 

E o que fazer quando um familiar ou amigo se torna um dependente de drogas ilícitas ou lícitas? 

Esta é uma questão importante, pois a dependência de um ente ou familiar não apenas afeta o organismo de quem adquire o vício, mas também seu comportamento, impactando negativamente seu convívio em sociedade.

O dependente passa pelo estágio da negação, ou seja, resiste ao fato de sê-lo. Cabe aos familiares e amigos ajudarem-no a aceitar a dependência e convencê-lo da necessidade de ajuda.

Vencido este estágio, o paciente e a família podem procurar grupos virtuais ou presenciais como os Alcoólicos Anônimos (A.A.) e o Narcóticos Anônimos (N.A.). Para os familiares, há os grupos AL-ANOM e NAR-ANOM.

Como combater? 

  • Aprender a dizer “não” quando drogas lhe são oferecidas;
  • Procurar ajuda ou a companhia de amigos ou da família quando a vontade de consumir álcool ou drogas está muito forte;
  • Buscar novos interesses e atividades de lazer;
  • Praticar atividades físicas;
  • Fazer novas amizades;
  • Mudar de cidade, escola ou local de trabalho.

Estudar e conhecer o comportamento do dependente e de quem o acompanha é muito importante. Isso ajuda na busca de atitudes eficazes para o dia a dia, colaborando para a recuperação.

Prevenir é melhor do que remediar  

Para que crianças e adolescentes não corram o risco de tornarem-se dependentes, os responsáveis devem orientá-los sobre os malefícios da dependência.

Mas atenção! É preciso ter o cuidado de não colocar a questão de forma preconceituosa.

Uma boa sugestão é introduzir o assunto no contexto de perguntas sobre hábitos alimentares.

A conversa franca entre os responsáveis e suas crianças e jovens é ainda a melhor solução.

Abrace esta causa! Cuide-se, previna-se e ajude também, a quem você ama! 

 

Fontes: Ministério da Saúde, Unifesp, Organização Pastoral da Criança 

Saúde mental: você sabe como abordar o tema em sua empresa?

Estigma social e falta de conhecimento ainda são os principais inimigos no diagnóstico precoce e no tratamento da saúde mental nas empresas e no conjunto da sociedade. Cercados por tabus e incompreensões, os transtornos psicológicos são patologias e devem ser observadas com o mesmo cuidado e presteza que dedicamos aos males físicos, como hipertensão e diabetes, entre outros. Infelizmente, as barreiras negativas, em grande parte das ocasiões, dificultam, atrasam ou até mesmo impedem a abordagem e o acompanhamento adequado dos casos.

Apesar da ampla divulgação sobre o assunto durante a pandemia, a RHMED|RHVIDA percebe que ainda há muito a ser feito e tem dedicado atenção especial à saúde mental. A disseminação da Covid-19, doença cercada de tantas dúvidas, gerou angústias, medos, sentimentos de tristeza, luto e solidão, principalmente em razão do isolamento social forçado.

RHMED|RHVIDA percebe crescente interesse sobre o tema

Segundo Ana Gabriela Medeiros, médica do Trabalho da equipe de Inovação e Atenção Primária da RHMED|RHVIDA, o impacto psicológico se deu de forma brusca, com consequências observadas de maneira imediata. “Foi inevitável que o tema viesse à discussão e passasse a ser debatido de forma mais direta. Ainda vamos sentir esses efeitos por um longo período. Daí, a necessidade e a urgência de as doenças mentais estarem entre as prioridades no contexto corporativo”, diz.

Ana consegue observar um nítido aumento do interesse das organizações em abordar o tema. De acordo com médica – com larga experiência corporativa e envolvimento em diversos projetos de saúde mental na Avon, Perfetti Van Melle, Weir Minerals Brasil e Oki Brasil –, campanhas, divulgação pela mídia e exposição de pessoas públicas que assumiram enfrentar dificuldades como depressão, ansiedade, dependência de álcool e outras drogas abriram portas para que anônimos se sentissem mais à vontade para se reconhecer nas mesmas situações e recorrer a profissionais para conversar e buscar apoio.

“A ajuda profissional é determinante, já que há necessidade de uma investigação mais detalhada e de acompanhamento permanente. O profissional deve estar despido de qualquer preconceito e devidamente preparado para lidar com assuntos delicados. É também fundamental que o atendimento e o tratamento ao paciente sejam individualizados. Por ter provocado sentimentos tão intensos e de maneira tão rápida em milhares de pessoas, a pandemia impulsionou as pessoas a procurar voluntariamente ajuda, pois rompeu aquele pensamento de “por que comigo?”, explica.

Cada vez mais as empresas têm voltado o olhar para esse aspecto. Os impactos diretos e indiretos no trabalho causados pelos transtornos mentais são nítidos. Portanto, promover um ambiente laboral saudável influencia sem qualquer dúvida na sustentabilidade do negócio.

Sabemos que um funcionário pode ser mais ou menos produtivo e engajado se levarmos em consideração seu grau de satisfação em relação à empresa, ao salário, ao relacionamento com liderança e demais colaboradores. “Buscando o bem-estar coletivo e desejando uma população de trabalhadores ‘saudáveis’ é que são traçados os planejamentos e destinados investimentos em programas de saúde integral do trabalhador, tanto mental quanto física”, completa Ana.

Ações que podem fazer a diferença na saúde mental dos colaboradores

A médica do trabalho Ana Gabriela Medeiros cita também exemplos positivos de ações que empresas podem promover para incentivar o cuidado com a saúde mental de seus trabalhadores:

– Promoção de programas sobre saúde mental que contemplem informações sobre o tema.

– Incentivo à roda de conversas/DDSs para os líderes falarem sobre as dificuldades do dia a dia e para orientá-los com informações sobre os sinais de alerta em termos de saúde mental, e os caminhos a serem seguidos para ajuda profissional.

– Favorecimento de um canal aberto com a equipe de saúde da empresa para que os empregados possam tirar suas dúvidas e compartilhar suas experiências, garantindo privacidade e sigilo para que concretize este passo fundamental do processo.

– Divulgação de materiais que ensinam técnicas de relaxamento para controle dos problemas que causam instabilidade emocional nos funcionários.

– Criação de projetos de psicoeducação preventiva, que ajudam a reverter casos de faltas recorrentes provocadas pelo presenteísmo e até minimizar o risco do envolvimento com drogas no trabalho.

– Promoção de programas antitabagismo (outras drogas e álcool).

– Oferecer rede apoio, opções de serviços de terapia (rede pública, online, plano de saúde, profissional na própria empresa).

– Fazer gestão sobre a qualidade de vida e bem-estar dos trabalhadores

Ana destaca ainda que apoio e suporte das famílias são essenciais para que haja sucesso nos cuidados da saúde do trabalhador. “Multiplicar o conhecimento sobre as questões emocionais é expandir os reflexos positivos do que propomos aplicar ao nosso funcionário. Materiais educativos, palestras virtuais, questionários de triagem podem ser o passo inicial para que este assunto seja abordado dentro dos lares”.

RHMED|RHVIDA torna-se signatária da Rede Brasil do Pacto Global da ONU

A empresa especializada em saúde e segurança do trabalho RHMED RHVIDA finaliza 2020 como signatária da Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas. A iniciativa visa encorajar empresas a adotar políticas de responsabilidade social corporativa e sustentabilidade.

Ao aderir ao Pacto Global da ONU, a empresa assume publicamente o compromisso de implantar princípios ligados aos direitos humanos, direitos do trabalho, proteção ambiental e combate à corrupção, bem como prestar contas à sociedade, com publicidade e transparência, dos progressos que está fazendo no processo de implantação dos princípios.

“A RHMED RHVIDA já vinha fazendo um intenso trabalho nesse sentido, mas ainda como um projeto interno. Criamos, inclusive, programas de prevenção e promoção de cuidados com a saúde mental e a saúde da gestante, ambos ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e já sendo implementados por alguns de nossos clientes.  É, portanto, com muita honra que nos tornamos parte desse importante grupo de empresas comprometidas com o futuro das nossas gerações”, diz Luiza Dannenberg, Diretora de Inovação e Atenção Primária e responsável pelo projeto dentro da empresa.

Criada em 2003, a Rede Brasil responde à sede do Pacto Global, em Nova York, e preside o Conselho das Redes Locais na América Latina. Atualmente é a 3ª maior rede do mundo, com mais de 1.100 organizações comprometidas com os dez princípios. Os projetos conduzidos no país são desenvolvidos dentro das seguintes Plataformas de Ação: Água e Saneamento, Alimentos e Agricultura, Energia e Clima, Direitos Humanos e Trabalho, Anticorrupção, Engajamento e Comunicação e ODS (esta última para engajar as empresas em relação à Agenda 2030). Além disso, existem os programas internacionais e institucionais, que não estão vinculados diretamente às plataformas.  Estão em andamento mais de 30 iniciativas nessas plataformas, que contam com o envolvimento de centenas de empresas, assim como agências da ONU e agências governamentais. Mais informações estão disponíveis na aba Iniciativas.

O Pacto Global é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, com cerca de 14 mil membros em quase 70 redes locais, que abrangem 160 países.

Hoje é Dia do Técnico de Segurança do Trabalho

Hoje celebramos o Dia do Técnico em Segurança no Trabalho. A data é uma justíssima homenagem a profissionais cujo trabalho é essencial não só para o bom andamento das empresas como para o bem-estar dos colaboradores. Trata-se também de uma forma de lembrar a lei nº 7410, criada neste mesmo dia, há 35 anos, para regularizar a atividade.

Os técnicos de segurança no trabalho se certificam diariamente, várias vezes ao dia, de que todas as medidas preventivas estão sendo cumpridas à risca. São trabalhadores que cuidam de outros trabalhadores, com todo cuidado. Tentam garantir que a saúde dos funcionários não seja afetada pelas atividades ocupacionais cotidianas. Mesmo durante a pandemia, com a maior parte das empresas em esquema de home office, o trabalho desses profissionais se manteve crucial.

RHMED|RHVIDA passa a palavra a quem faz

Para entender melhor a importância desses profissionais dentro das corporações, conversamos com o técnico de segurança do trabalho Ari Wellington, supervisor da área na RHMED|RHVIDA.

AMOR PELA ÁREA

Meu interesse pela ST surgiu em 2008. As oportunidades que no mercado se casavam com aquilo que eu gostava de fazer. E a organização que primeiro abriu as portas para mim foi a RHMED|RHVIDA.  Trabalho como supervisor da área de Segurança do Trabalho da empresa desde 2013, junto com o gerente da área, Carlos Meneses. Estou feliz com a parceria.

GENTE É PRIORIDADE

Em primeiro lugar, é preciso gostar das pessoas, porque farão parte da sua rotina o tempo inteiro. Torna-se fundamental uma boa relação interpessoal e a capacidade de se comunicar. É preciso ainda manter a curiosidade em relação à função, estar sempre atualizado, buscar conhecimento.

SOLUCIONADOR

A principal habilidade é que o técnico de Segurança de Trabalho seja um solucionador hábil, pois ele vai lidar com problemas de todo o tipo, boa parte do tempo. Quando há um processo seletivo, procuramos principalmente essa característica nos candidatos.

CAPITAL HUMANO

Máquinas você conserta, substitui. Mas a vida e a integridade física, emocional e cognitiva do colaborador, não. Então, o bem maior de uma empresa são os seus colaboradores. A valorização da vida por meio do cumprimento das normas de segurança mostra e assegura a esses profissionais o quanto eles são importantes para a companhia.

IMPACTO POSITIVO

Quando a empresa é séria e tem a ST como valor, o seu colaborador se sente reconhecido, valorizado e cuidado. Isso passa uma imagem positiva da empresa interna e externamente. E tem reflexos na sociedade em geral, nas famílias, no entorno. Todos saem ganhando.

ATUALIZAÇÃO DE NORMAS

Antes da pandemia, já havia um movimento no Brasil de atualização das normas. Ele estava parado desde 1978. Agora, a cultura de segurança tende a mudar com a implementação do Programa de Gerenciamento de Risco, que começa em agosto.

MUDANÇAS COM A PANDEMIA

As empresas foram obrigadas de um dia para outro a se repensar, a ter uma visão mais apurada de valorização do que ela tem de bem maior que é o seu colaborador. O trabalho em home office é um desafio imenso, não só em relação à ergonomia física, mas principalmente da cognitiva.

E O FUTURO?

Muita coisa está mudando e o que se coloca em questão de ação do governo é, literalmente, ampliar ações de segurança. Essa visão mais abrangente da área de segurança enquanto sistema de gestão de risco, e não apenas uma área que gera documento, vai conseguir abranger todas as empresas independentemente do seu grau de risco, cada um vai ter as suas obrigações com relação à ST. Acredito que todos ganharão com esta ampliação. Colaboradores e empresas.

Burnout: Saúde Mental está na ordem do dia

Passado o Setembro Amarelo, não podemos deixar para trás a preocupação com a saúde mental. A campanha é um esforço para dar visibilidade tema, mas o que importa mesmo é como lidamos com tais problemas no dia a dia. Discutir o assunto é cada vez mais urgente, especialmente em um momento em que o mercado retoma suas atividades presenciais depois de longa período de isolamento social e incertezas.

Casos de estresse e esgotamento mental têm sido mais frequentes, mesmo em esquema home office, comumente associado a condições amenas de trabalho. Recente pesquisa do International Stress Management Association (Isma) indica que o Brasil é o segundo país no mundo com o maior número de pessoas afetadas pela Síndrome de Burnout, cuja características principal é o alto nível de estresse.

A RHMED|RHVIDA entende que, para além dos protocolos sanitários essenciais, é crucial zelar pela saúde psicológica dos colaboradores neste momento. Para os clientes que nos sinalizaram crescente preocupação em relação ao acolhimento adequado de suas equipes, disponibilizamos uma ferramenta para a avaliação da saúde mental como complemento dos exames ocupacionais, a fim de identificar precocemente algum transtorno. Temos a responsabilidade de levar qualidade de vida aos trabalhadores e às suas famílias.

 A Síndrome de Burnout atinge mais de 33 milhões de brasileiros

O cenário de estresse intenso ocasionado pela pandemia, pelo período de isolamento e as atuais condições de trabalho é um motivo de preocupação para especialistas em saúde e líderes empresariais.

A síndrome se caracteriza por picos de estresses recorrentes, exaustão, sentimentos negativos em relação ao trabalho e esgotamento mental. É um déficit psicológico desencadeado por enorme tensão emocional crônica.

De acordo com a Isma, no ano passado, antes mesmo da pandemia, 33 milhões de pessoas já eram afetadas pela síndrome no Brasil. Os números são tão alarmantes que, a partir de 2022, será inserida na Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

E quais os sinais do Burnout? Desinteresse pelo trabalho, falta de concentração, baixa autoestima, lapsos de memória, irritabilidade, insônia, fadiga, desânimo e dores pelo corpo são apenas alguns do sintomas. O diagnóstico da doença – já reconhecida como laboral – não é algo fácil, pois se assemelha a várias outras, como depressão, ansiedade e pânico. Dois fatores surgem como determinantes: genética e ambiente.

Todos juntos no combate à doença

As empresas têm responsabilidade fundamental na criação e manutenção de um clima saudável, com relações respeitosas. Fortalecer uma cultura corporativa saudável e seguir os padrões de compliance são formas de garantir uma governança corporativa eficiente. Ações educativas, palestras, campanhas, treinamento, canais de escuta e ouvidoria, monitoramento e punição em casos de abuso são ações mais que bem-vindas, são necessárias.

O comprometimento da alta gestão é fundamental. Os líderes podem e devem incentivar uma cultura corporativa sadia e se manterem atentos para qualquer sinal de desequilíbrio emocional dentro das suas equipes.

Essa cultura saudável tem como consequência um ambiente agradável, capaz de reter colaboradores eficientes. Além disso, maiores lucros. Quando adoecem, os trabalhadores faltam, produzem menos ou se afastam do trabalho. Isso gera custos previdenciários, de contratação e treinamento de substitutos, baixa de produtividade, entre outros. Identificar precocemente algum transtorno, orientar e acompanhar os trabalhadores para restabelecer o seu bem-estar é benéfico para empresas, funcionários e sociedade, como um todo.

Imagem: Fonte OMS

DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO

A Federação Mundial do Coração chama a atenção para a necessidade de conscientizar e incentivar indivíduos, famílias, comunidades e governos para criar uma comunidade global de heróis do coração – pessoas que prometem agir agora para viver mais e melhor no futuro, comprometendo-se a consumir alimentos saudáveis; fazer exercícios físicos; não fumar; controlar os níveis de colesterol.

As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, destacando-se a doença arterial coronariana, que envolve dor no peito e infarto agudo do miocárdio, sendo esta a maior causa de morbimortalidade no mundo. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 300 mil indivíduos por ano sofrem Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), ocorrendo óbito em 30% desses casos.

Os principais fatores de risco para eventos cardiovasculares são: hipertensão, diabetes, dislipidemia (níveis elevados de gordura no sangue), histórico familiar, estresse, tabagismo, obesidade, sedentarismo e doenças da tireoide. O uso de drogas ilícitas, como a cocaína, também pode levar ao infarto agudo do miocárdio. Os jovens devem procurar o cardiologista mais precocemente, objetivando a identificação de qualquer sinal de alerta, enfatizando que o tabagismo pode desenvolver doença coronariana, independente dos demais fatores de risco envolvidos.

Prevenção:

A melhor prevenção é ir ao cardiologista e seguir suas orientações:

  • abandonar o sedentarismo, o tabagismo e praticar atividade física, conforme orientação médica;
  • fazer trinta minutos de caminhada, pelo menos três vezes por semana, já é benéfico ao coração;
  • manter uma alimentação saudável, sem gorduras ou frituras, dando preferência às carnes brancas;
  • inserir vegetais, folhas e legumes nas refeições;
  • trocar a sobremesa calórica por uma fruta;
  • evitar o consumo excessivo de açúcar, massas, pães e alimentos industrializados;
  • restringir a ingestão de bebidas alcoólicas.

Coronavírus e doenças cardiovasculares

A infecção viral leva a uma série de reações responsáveis por desequilibrar doenças cardiovasculares que antes estavam compensadas. Segundo Dr. Felix Ramires, cardiologista e coordenador do programa de Insuficiência Cardíaca do HCor, pacientes com doenças cardiovasculares prévias têm, por vezes, alterações em seu sistema imunológico além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a evolução da doença. Em pandemias passadas por vírus respiratórios, a mortalidade por doenças cardiovasculares chegou a ultrapassar todas as outras causas, ficando à frente da pneumonia em outras situações.

“Pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e que já tiveram alguma doença cardíaca como infarto ou passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tem insuficiência cardíaca, são um grupo de maior risco. Nesse grupo existe uma predisposição para desenvolver a forma grave da doença, não especificamente para ser contaminado pelo covid-19”, orienta.

Cuidados com os cardiopatas

O cuidado é o mesmo para todos. Porém, como este é o grupo de pacientes que tem o maior risco de desenvolver a forma grave da doença, mesmo tendo apenas hipertensão ou diabetes, a prevenção deve ser dobrada, para que eles não adquiram a doença. “Portanto, devem evitar aglomerações, sempre que possível trabalhar de casa, evitar contato próximo com pessoas que voltaram de viagem de lugares onde o surto esteja mais prevalente.Isolamento domiciliar deste grupo é mais recomendado para que não sejam contaminados com o vírus”, explica Dr. Ramires.

Além disso, outras pandemias virais como SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão, assinalando que o coronavírus pode ter potência de infectar o coração isoladamente. “Esses vírus foram implicados em descompensação de doença arterial coronariana com ruptura de placa e infarto agudo do miocárdio.

O Ministério da Saúde inclusive antecipou a campanha da vacinação contra a gripe no Brasil. É fundamental que essa população se vacine, pois a gripe pode ser confundida com os sintomas da infecção pelo COVID–19. E um fator preocupante é a infecção combinada de coronavírus e influenza, que pode agravar a saúde do paciente”, diz.

Quando devo procurar o pronto-socorro?

Quando apresentar sintomas de gripe, febre e cansaço, falta de ar e fadiga, no caso dos cardiopatas, se esse diagnóstico for precoce, o tratamento pode ajudar de forma que não desenvolvam a fase mais severa do coronavírus.

Dicas do cardiologista do HCor em relação ao coronavírus

Pelo seu alto poder de contágio, além de permanecer por muito tempo fora do corpo humano, as medidas de prevenção pessoal, como lavagem das mãos por exemplo, são prioridade e devem ser estimuladas em pacientes cardiopatas, principalmente em locais onde o foco de contaminação é maior.

“Idosos têm menos probabilidade de apresentar febre, portanto quadro com tosse, dispneia, mialgia deve ser valorizado nessa população. Os tratamentos sugeridos em diretrizes para pacientes cardiopatas podem oferecer proteção adicional nesses casos e devem ser avaliados individualmente. As vacinas de gripe e pneumonia devem estar em dia nessa população, com o objetivo de evitar uma infecção secundária caso acometido pelo novo coronavírus”, diz o cardiologista do HCor.

 

FONTE: OMS, Ministério da Saúde e Hospital do Coração – Hcor (Dr. Félix Ramires)

 

RHMED|RHVIDA oferece psicoterapia in company aos clientes

Com ampla experiência em cuidar de pessoas, a RHMED|RHVIDA se empenha há mais de duas décadas na tarefa de aumentar a qualidade de vida dentro – e fora – das empresas. O objetivo é fazer com que o ambiente organizacional ofereça condições favoráveis ao trabalho e a uma relação interpessoal saudável entre líderes e colaboradores. Desde setembro de 2019, passamos a oferecer acompanhamento psicológico para os funcionários de nossos clientes. O serviço sofreu adaptações em razão da pandemia de Covid-19 e se mostrou fundamental para assegurar o bem-estar dos trabalhadores e garantir a produtividade, mesmo em um período tão delicado.

Para detalhar melhor como funciona a psicoterapia, conversamos com duas profissionais de APS e Inovação da RHMED|RHVIDA, área coordenada pela diretora Luiza Dannenberg.

Iraci Rolim Garcia, psicóloga e neuropsicóloga clínica, com experiência de 10 anos na área, e Mayara Oliveira Melo, também psicóloga, com seis anos de atuação no campo da psicanálise e saúde mental, se dedicam exclusivamente ao atendimento de uma grande empresa de cosméticos. Até as regras de isolamento social, elas faziam sessões in company nos ambulatórios da companhia, tanto na capital quanto nas unidades do interior.

 

Sessões breves nas empresas permitiram acompanhamento

 

O atendimento in company foi necessário depois de observado um aumento no número de afastamentos causados por crises de ansiedade, transtorno bipolar, burnout, estresse e síndrome do pânico, entre outros. A equipe médica da empresa passou a encaminhar os casos a psicólogos externos. Porém, pela dificuldade em monitorar o tratamento externo e o resultado, houve necessidade de acionar a área de APS e Inovação da RHMED|RHVIDA para buscar, em conjunto, uma solução mais adequada e eficaz.

A partir daí, Iraci e Mayara passaram a fazer atendimentos no ambulatório da empresa de cosméticos, minimizando os impactos dos problemas socioemocionais, que são os maiores causadores de afastamento e absenteísmo nas companhias.

Iraci, que atende no ambulatório da empresa na capital paulista desde setembro de 2019, explica o serviço oferecido é a psicoterapia breve. “Há um trabalho conjunto com os médicos da empresa, que encaminham e endereçam, com muito cuidado, os colaboradores que necessitam de acompanhamento psicológico. O funcionário, durante o processo, trabalha com um número de sessões pré-determinadas e foco em uma questão. Até o momento, já foram direcionados 58 colaboradores” explica.

 

Mayara, que atende no interior de São Paulo, esclarece que se trata de uma terapia de curto prazo, direcionada. “Em um ano, já foram encaminhados 52 pacientes”, informa.

 

Surgimento da Covid-19 exige adaptações

 

Por conta da pandemia, a RHMED|RHVIDA disponibilizou uma plataforma de telemedicina para atendimento da psicoterapia breve, além do presencial no ambulatório. “Algumas pessoas já sofriam com doenças socioemocionais antes da Covid. Com a pandemia, os quadros se agravaram. Percebemos aumento de sentimentos como medo, tristeza e ansiedade. As incertezas em relação ao futuro potencializaram também a sensação de inutilidade”, observa Iraci.

Para Mayara, às crise de ansiedade e outros distúrbios se somaram o medo de contrair a doença e a dor pela perda de familiares ou amigos. “A vulnerabilidade e o luto levaram muitos colaboradores a buscarem a terapia”, constata.

 

RHMED|RHVIDA incentiva campanha Setembro Amarelo

 

Mesmo ainda sendo tabu, Iraci destaca que o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, abriu espaço para o debate sobre o tema. Ela estimula que as empresas criem um canal em que o trabalhador possa assistir a palestras ou mesmo conversar com um psicólogo.

Mayara acredita que as empresas precisam se preocupar como  alinhamento aos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis da ONU – relacionados aos tópicos de promoção de um Ambiente de Trabalho saudável. “Vivemos coletivamente e o que acontece com o outro nos afeta diretamente. Mãos unidas, soluções encontradas. A empresa que não entender isso e não cuidar da saúde mental de seus colaboradores poderá perder espaço no mercado. As que já perceberam e têm colocado em prática esse cuidado vão crescer”, observa.

 

RHMED|RHVIDA amplia serviço de desinfecção na volta ao trabalho presencial nas empresas

Com a retomada de grande parte das atividades econômicas e a volta gradual à jornada presencial, a RHMED|RHVIDA adequou e ampliou seus serviços para garantir o bem-estar de colaboradores internos e de empresas clientes à nova realidade do ambiente corporativo. Por meio de rigoroso planejamento, que inclui pesquisa, parcerias e tecnologia, tem sido possível cuidar da segurança dos trabalhadores, com excelentes resultados, em diferentes áreas de atuação.

Além dos serviços de inspeção, monitoramento e triagem dos funcionários por app – com criação da Central Saúde em Dia, telemedicina e alocação de profissionais de saúde -, houve a incorporação de desinfecção em postos de trabalho nas unidades da própria RHMED|RHVIDA, assim como nas de clientes.

Manutenção dos processos necessita de engajamento de colaboradores

O gerente de Segurança do Trabalho da RHMED|RHVIDA, Carlos Meneses, destaca a importância da desinfecção nas empresas atualmente, com o retorno das equipes ao espaço físico das organizações.

“Começamos a desinfecção com demandas específicas, voltadas às empresas de atividades essenciais, que não puderam interromper suas jornadas presenciais totalmente. A partir daí, os clientes começaram a ver a necessidade e a importância do nosso trabalho. No retorno das equipes às corporações, a desinfecção se tornou uma grande aliada na prevenção e no controle de transmissão da doença”, explica Carlos.

O gerente de Segurança do Trabalho diz ainda que cada empresa, atividade e situação exige um modelo personalizado. Segundo ele, a desinfecção emergencial, por exemplo, é necessária quando são registrados casos de contaminação pela Covid-19 na empresa. “Ao se identificarem casos, atuamos de forma rápida para garantir o ambiente mais seguro às demais pessoas”, completa.

De acordo com Carlos, o foco inicial foram atividades críticas que necessitavam de uma resposta urgente e eficaz. “Fizemos parceria com uma empresa especialista em desinfecção para que pudéssemos atender a setores mais remotos ou críticos, como no caso de Offshore. Conseguimos dar resposta rápida, já que nossa equipe parceira acumula muita experiência em processos de desinfecção, até mesmo em nível internacional. Quando somos acionados com um caso de coronavírus, nossas equipes fazem desinfecção com saneantes e quaternárias, substâncias regulamentadas pela Anvisa. As emergências têm prazo de, no máximo, 48 horas para serem atendidas”, relata Carlos.

Ele lembra que a desinfecção, por si só, não é capaz de evitar a disseminação do vírus numa empresa. Para ele, o processo exige manutenção diária, com limpeza criteriosa nas superfícies de contato, como maçanetas, corrimãos, teclados etc. “É o que chamamos de desinfecções diárias. Já a desinfecção maior, que é o serviço que prestamos, faz parte desse todo, sendo feita mensalmente e complementando a limpeza e desinfecção diárias”, esclarece o gerente de Segurança.

No processo diário, o engajamento dos colaboradores na rotina de higienização dos postos de trabalho é fundamental, com aplicação frequente de álcool nas superfícies. Boas práticas de higiene pessoal, como lavar as mãos constantemente, usar máscara e manter o distanciamento social, são igualmente importantes.

Dicas para tornar o ambiente de trabalho seguro:

– Medir temperatura dos colaboradores na entrada do trabalho.

– Instalação de dispersores de álcool gel 70%.

– Ações de conscientização das equipes por meio de circulação de informação confiável.

– Fornecimento de EPIs adequados.

– Monitoramento das equipes para saber se estão seguindo as normas corretamente.

– Reforço da obrigatoriedade da distância mínima entre as pessoas.

– Definição e análise dos sanitizantes certificados pela Anvisa.

– Descarte e coleta de resíduos com cuidados redobrados.

 

RHMED|RHVIDA aplica testes rápidos de Covid-19

Volta ao trabalho com segurança e saúde. Após o longo período de isolamento social, em virtude da pandemia de Covid-19, a RHMED|RHVIDA adequou orientações e práticas à nova realidade corporativa. Com mais de 20 anos de presença no mercado e um milhão de vidas sob gestão, a empresa tem aplicado testes rápidos em seus clientes. Somente no ramo varejista, em cinco grandes empresas do setor, foram realizados 6250 testes.

A medida, possível graças à parceria com laboratórios credenciados, começou em maio, durante a fase mais crítica de disseminação da doença, e consiste na coleta de uma pequena amostra de sangue do dedo para detectar a presença de anticorpos IgG e IgM. O resultado – interpretado por um profissional de saúde – é conhecido em 10 a 30 minutos e leva em consideração também informações clínicas, sinais e sintomas relatados pelo colaborador.

Segundo Cristiane Motta, coordenadora da Área de Atendimento da RHMED|RHVIDA, os testes são aplicados por médicos ou técnicos de enfermagem. No primeiro caso, se o exame der positivo, o funcionário já recebe todas as orientações necessárias sobre isolamento, agravamento de sintomas e medidas sanitárias para evitar o contágio de outras pessoas. Caso o teste tenha sido aplicado por técnicos de enfermagem, a consulta médica é feito por teleatendimento. Há ainda a possibilidade de realizar monitoramento do paciente.

Cristiane Tonello, Gerente da Área de Atendimento da RHMED|RHVIDA comenta que o novo serviço já é uma realidade para clientes de todos os segmentos. “Vimos que poderíamos fazer mais por nossos clientes logo no começo da pandemia. E eles estão muito satisfeitos porque sabem que estamos sempre a postos para atendê-los da melhor maneira possível”, afirma.

Medidas de prevenção e segurança nas empresas

Além do teste rápido, a RHMED|RHVIDA incorporou aos seus procedimentos inspeção das medidas de proteção; desinfecção e sanitização de áreas afetadas; monitoramento e triagem de colaboradores por app; criação da Central Saúde em Dia /telemedicina e alocação de profissionais de saúde e segurança para realização de serviços diversos.