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Burnout: Saúde Mental está na ordem do dia

Passado o Setembro Amarelo, não podemos deixar para trás a preocupação com a saúde mental. A campanha é um esforço para dar visibilidade tema, mas o que importa mesmo é como lidamos com tais problemas no dia a dia. Discutir o assunto é cada vez mais urgente, especialmente em um momento em que o mercado retoma suas atividades presenciais depois de longa período de isolamento social e incertezas.

Casos de estresse e esgotamento mental têm sido mais frequentes, mesmo em esquema home office, comumente associado a condições amenas de trabalho. Recente pesquisa do International Stress Management Association (Isma) indica que o Brasil é o segundo país no mundo com o maior número de pessoas afetadas pela Síndrome de Burnout, cuja características principal é o alto nível de estresse.

A RHMED|RHVIDA entende que, para além dos protocolos sanitários essenciais, é crucial zelar pela saúde psicológica dos colaboradores neste momento. Para os clientes que nos sinalizaram crescente preocupação em relação ao acolhimento adequado de suas equipes, disponibilizamos uma ferramenta para a avaliação da saúde mental como complemento dos exames ocupacionais, a fim de identificar precocemente algum transtorno. Temos a responsabilidade de levar qualidade de vida aos trabalhadores e às suas famílias.

 A Síndrome de Burnout atinge mais de 33 milhões de brasileiros

O cenário de estresse intenso ocasionado pela pandemia, pelo período de isolamento e as atuais condições de trabalho é um motivo de preocupação para especialistas em saúde e líderes empresariais.

A síndrome se caracteriza por picos de estresses recorrentes, exaustão, sentimentos negativos em relação ao trabalho e esgotamento mental. É um déficit psicológico desencadeado por enorme tensão emocional crônica.

De acordo com a Isma, no ano passado, antes mesmo da pandemia, 33 milhões de pessoas já eram afetadas pela síndrome no Brasil. Os números são tão alarmantes que, a partir de 2022, será inserida na Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

E quais os sinais do Burnout? Desinteresse pelo trabalho, falta de concentração, baixa autoestima, lapsos de memória, irritabilidade, insônia, fadiga, desânimo e dores pelo corpo são apenas alguns do sintomas. O diagnóstico da doença – já reconhecida como laboral – não é algo fácil, pois se assemelha a várias outras, como depressão, ansiedade e pânico. Dois fatores surgem como determinantes: genética e ambiente.

Todos juntos no combate à doença

As empresas têm responsabilidade fundamental na criação e manutenção de um clima saudável, com relações respeitosas. Fortalecer uma cultura corporativa saudável e seguir os padrões de compliance são formas de garantir uma governança corporativa eficiente. Ações educativas, palestras, campanhas, treinamento, canais de escuta e ouvidoria, monitoramento e punição em casos de abuso são ações mais que bem-vindas, são necessárias.

O comprometimento da alta gestão é fundamental. Os líderes podem e devem incentivar uma cultura corporativa sadia e se manterem atentos para qualquer sinal de desequilíbrio emocional dentro das suas equipes.

Essa cultura saudável tem como consequência um ambiente agradável, capaz de reter colaboradores eficientes. Além disso, maiores lucros. Quando adoecem, os trabalhadores faltam, produzem menos ou se afastam do trabalho. Isso gera custos previdenciários, de contratação e treinamento de substitutos, baixa de produtividade, entre outros. Identificar precocemente algum transtorno, orientar e acompanhar os trabalhadores para restabelecer o seu bem-estar é benéfico para empresas, funcionários e sociedade, como um todo.

Imagem: Fonte OMS

DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO

A Federação Mundial do Coração chama a atenção para a necessidade de conscientizar e incentivar indivíduos, famílias, comunidades e governos para criar uma comunidade global de heróis do coração – pessoas que prometem agir agora para viver mais e melhor no futuro, comprometendo-se a consumir alimentos saudáveis; fazer exercícios físicos; não fumar; controlar os níveis de colesterol.

As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, destacando-se a doença arterial coronariana, que envolve dor no peito e infarto agudo do miocárdio, sendo esta a maior causa de morbimortalidade no mundo. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 300 mil indivíduos por ano sofrem Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), ocorrendo óbito em 30% desses casos.

Os principais fatores de risco para eventos cardiovasculares são: hipertensão, diabetes, dislipidemia (níveis elevados de gordura no sangue), histórico familiar, estresse, tabagismo, obesidade, sedentarismo e doenças da tireoide. O uso de drogas ilícitas, como a cocaína, também pode levar ao infarto agudo do miocárdio. Os jovens devem procurar o cardiologista mais precocemente, objetivando a identificação de qualquer sinal de alerta, enfatizando que o tabagismo pode desenvolver doença coronariana, independente dos demais fatores de risco envolvidos.

Prevenção:

A melhor prevenção é ir ao cardiologista e seguir suas orientações:

  • abandonar o sedentarismo, o tabagismo e praticar atividade física, conforme orientação médica;
  • fazer trinta minutos de caminhada, pelo menos três vezes por semana, já é benéfico ao coração;
  • manter uma alimentação saudável, sem gorduras ou frituras, dando preferência às carnes brancas;
  • inserir vegetais, folhas e legumes nas refeições;
  • trocar a sobremesa calórica por uma fruta;
  • evitar o consumo excessivo de açúcar, massas, pães e alimentos industrializados;
  • restringir a ingestão de bebidas alcoólicas.

Coronavírus e doenças cardiovasculares

A infecção viral leva a uma série de reações responsáveis por desequilibrar doenças cardiovasculares que antes estavam compensadas. Segundo Dr. Felix Ramires, cardiologista e coordenador do programa de Insuficiência Cardíaca do HCor, pacientes com doenças cardiovasculares prévias têm, por vezes, alterações em seu sistema imunológico além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a evolução da doença. Em pandemias passadas por vírus respiratórios, a mortalidade por doenças cardiovasculares chegou a ultrapassar todas as outras causas, ficando à frente da pneumonia em outras situações.

“Pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e que já tiveram alguma doença cardíaca como infarto ou passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tem insuficiência cardíaca, são um grupo de maior risco. Nesse grupo existe uma predisposição para desenvolver a forma grave da doença, não especificamente para ser contaminado pelo covid-19”, orienta.

Cuidados com os cardiopatas

O cuidado é o mesmo para todos. Porém, como este é o grupo de pacientes que tem o maior risco de desenvolver a forma grave da doença, mesmo tendo apenas hipertensão ou diabetes, a prevenção deve ser dobrada, para que eles não adquiram a doença. “Portanto, devem evitar aglomerações, sempre que possível trabalhar de casa, evitar contato próximo com pessoas que voltaram de viagem de lugares onde o surto esteja mais prevalente.Isolamento domiciliar deste grupo é mais recomendado para que não sejam contaminados com o vírus”, explica Dr. Ramires.

Além disso, outras pandemias virais como SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão, assinalando que o coronavírus pode ter potência de infectar o coração isoladamente. “Esses vírus foram implicados em descompensação de doença arterial coronariana com ruptura de placa e infarto agudo do miocárdio.

O Ministério da Saúde inclusive antecipou a campanha da vacinação contra a gripe no Brasil. É fundamental que essa população se vacine, pois a gripe pode ser confundida com os sintomas da infecção pelo COVID–19. E um fator preocupante é a infecção combinada de coronavírus e influenza, que pode agravar a saúde do paciente”, diz.

Quando devo procurar o pronto-socorro?

Quando apresentar sintomas de gripe, febre e cansaço, falta de ar e fadiga, no caso dos cardiopatas, se esse diagnóstico for precoce, o tratamento pode ajudar de forma que não desenvolvam a fase mais severa do coronavírus.

Dicas do cardiologista do HCor em relação ao coronavírus

Pelo seu alto poder de contágio, além de permanecer por muito tempo fora do corpo humano, as medidas de prevenção pessoal, como lavagem das mãos por exemplo, são prioridade e devem ser estimuladas em pacientes cardiopatas, principalmente em locais onde o foco de contaminação é maior.

“Idosos têm menos probabilidade de apresentar febre, portanto quadro com tosse, dispneia, mialgia deve ser valorizado nessa população. Os tratamentos sugeridos em diretrizes para pacientes cardiopatas podem oferecer proteção adicional nesses casos e devem ser avaliados individualmente. As vacinas de gripe e pneumonia devem estar em dia nessa população, com o objetivo de evitar uma infecção secundária caso acometido pelo novo coronavírus”, diz o cardiologista do HCor.

 

FONTE: OMS, Ministério da Saúde e Hospital do Coração – Hcor (Dr. Félix Ramires)

 

RHMED|RHVIDA oferece psicoterapia in company aos clientes

Com ampla experiência em cuidar de pessoas, a RHMED|RHVIDA se empenha há mais de duas décadas na tarefa de aumentar a qualidade de vida dentro – e fora – das empresas. O objetivo é fazer com que o ambiente organizacional ofereça condições favoráveis ao trabalho e a uma relação interpessoal saudável entre líderes e colaboradores. Desde setembro de 2019, passamos a oferecer acompanhamento psicológico para os funcionários de nossos clientes. O serviço sofreu adaptações em razão da pandemia de Covid-19 e se mostrou fundamental para assegurar o bem-estar dos trabalhadores e garantir a produtividade, mesmo em um período tão delicado.

Para detalhar melhor como funciona a psicoterapia, conversamos com duas profissionais de APS e Inovação da RHMED|RHVIDA, área coordenada pela diretora Luiza Dannenberg.

Iraci Rolim Garcia, psicóloga e neuropsicóloga clínica, com experiência de 10 anos na área, e Mayara Oliveira Melo, também psicóloga, com seis anos de atuação no campo da psicanálise e saúde mental, se dedicam exclusivamente ao atendimento de uma grande empresa de cosméticos. Até as regras de isolamento social, elas faziam sessões in company nos ambulatórios da companhia, tanto na capital quanto nas unidades do interior.

 

Sessões breves nas empresas permitiram acompanhamento

 

O atendimento in company foi necessário depois de observado um aumento no número de afastamentos causados por crises de ansiedade, transtorno bipolar, burnout, estresse e síndrome do pânico, entre outros. A equipe médica da empresa passou a encaminhar os casos a psicólogos externos. Porém, pela dificuldade em monitorar o tratamento externo e o resultado, houve necessidade de acionar a área de APS e Inovação da RHMED|RHVIDA para buscar, em conjunto, uma solução mais adequada e eficaz.

A partir daí, Iraci e Mayara passaram a fazer atendimentos no ambulatório da empresa de cosméticos, minimizando os impactos dos problemas socioemocionais, que são os maiores causadores de afastamento e absenteísmo nas companhias.

Iraci, que atende no ambulatório da empresa na capital paulista desde setembro de 2019, explica o serviço oferecido é a psicoterapia breve. “Há um trabalho conjunto com os médicos da empresa, que encaminham e endereçam, com muito cuidado, os colaboradores que necessitam de acompanhamento psicológico. O funcionário, durante o processo, trabalha com um número de sessões pré-determinadas e foco em uma questão. Até o momento, já foram direcionados 58 colaboradores” explica.

 

Mayara, que atende no interior de São Paulo, esclarece que se trata de uma terapia de curto prazo, direcionada. “Em um ano, já foram encaminhados 52 pacientes”, informa.

 

Surgimento da Covid-19 exige adaptações

 

Por conta da pandemia, a RHMED|RHVIDA disponibilizou uma plataforma de telemedicina para atendimento da psicoterapia breve, além do presencial no ambulatório. “Algumas pessoas já sofriam com doenças socioemocionais antes da Covid. Com a pandemia, os quadros se agravaram. Percebemos aumento de sentimentos como medo, tristeza e ansiedade. As incertezas em relação ao futuro potencializaram também a sensação de inutilidade”, observa Iraci.

Para Mayara, às crise de ansiedade e outros distúrbios se somaram o medo de contrair a doença e a dor pela perda de familiares ou amigos. “A vulnerabilidade e o luto levaram muitos colaboradores a buscarem a terapia”, constata.

 

RHMED|RHVIDA incentiva campanha Setembro Amarelo

 

Mesmo ainda sendo tabu, Iraci destaca que o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, abriu espaço para o debate sobre o tema. Ela estimula que as empresas criem um canal em que o trabalhador possa assistir a palestras ou mesmo conversar com um psicólogo.

Mayara acredita que as empresas precisam se preocupar como  alinhamento aos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis da ONU – relacionados aos tópicos de promoção de um Ambiente de Trabalho saudável. “Vivemos coletivamente e o que acontece com o outro nos afeta diretamente. Mãos unidas, soluções encontradas. A empresa que não entender isso e não cuidar da saúde mental de seus colaboradores poderá perder espaço no mercado. As que já perceberam e têm colocado em prática esse cuidado vão crescer”, observa.

 

RHMED|RHVIDA amplia serviço de desinfecção na volta ao trabalho presencial nas empresas

Com a retomada de grande parte das atividades econômicas e a volta gradual à jornada presencial, a RHMED|RHVIDA adequou e ampliou seus serviços para garantir o bem-estar de colaboradores internos e de empresas clientes à nova realidade do ambiente corporativo. Por meio de rigoroso planejamento, que inclui pesquisa, parcerias e tecnologia, tem sido possível cuidar da segurança dos trabalhadores, com excelentes resultados, em diferentes áreas de atuação.

Além dos serviços de inspeção, monitoramento e triagem dos funcionários por app – com criação da Central Saúde em Dia, telemedicina e alocação de profissionais de saúde -, houve a incorporação de desinfecção em postos de trabalho nas unidades da própria RHMED|RHVIDA, assim como nas de clientes.

Manutenção dos processos necessita de engajamento de colaboradores

O gerente de Segurança do Trabalho da RHMED|RHVIDA, Carlos Meneses, destaca a importância da desinfecção nas empresas atualmente, com o retorno das equipes ao espaço físico das organizações.

“Começamos a desinfecção com demandas específicas, voltadas às empresas de atividades essenciais, que não puderam interromper suas jornadas presenciais totalmente. A partir daí, os clientes começaram a ver a necessidade e a importância do nosso trabalho. No retorno das equipes às corporações, a desinfecção se tornou uma grande aliada na prevenção e no controle de transmissão da doença”, explica Carlos.

O gerente de Segurança do Trabalho diz ainda que cada empresa, atividade e situação exige um modelo personalizado. Segundo ele, a desinfecção emergencial, por exemplo, é necessária quando são registrados casos de contaminação pela Covid-19 na empresa. “Ao se identificarem casos, atuamos de forma rápida para garantir o ambiente mais seguro às demais pessoas”, completa.

De acordo com Carlos, o foco inicial foram atividades críticas que necessitavam de uma resposta urgente e eficaz. “Fizemos parceria com uma empresa especialista em desinfecção para que pudéssemos atender a setores mais remotos ou críticos, como no caso de Offshore. Conseguimos dar resposta rápida, já que nossa equipe parceira acumula muita experiência em processos de desinfecção, até mesmo em nível internacional. Quando somos acionados com um caso de coronavírus, nossas equipes fazem desinfecção com saneantes e quaternárias, substâncias regulamentadas pela Anvisa. As emergências têm prazo de, no máximo, 48 horas para serem atendidas”, relata Carlos.

Ele lembra que a desinfecção, por si só, não é capaz de evitar a disseminação do vírus numa empresa. Para ele, o processo exige manutenção diária, com limpeza criteriosa nas superfícies de contato, como maçanetas, corrimãos, teclados etc. “É o que chamamos de desinfecções diárias. Já a desinfecção maior, que é o serviço que prestamos, faz parte desse todo, sendo feita mensalmente e complementando a limpeza e desinfecção diárias”, esclarece o gerente de Segurança.

No processo diário, o engajamento dos colaboradores na rotina de higienização dos postos de trabalho é fundamental, com aplicação frequente de álcool nas superfícies. Boas práticas de higiene pessoal, como lavar as mãos constantemente, usar máscara e manter o distanciamento social, são igualmente importantes.

Dicas para tornar o ambiente de trabalho seguro:

– Medir temperatura dos colaboradores na entrada do trabalho.

– Instalação de dispersores de álcool gel 70%.

– Ações de conscientização das equipes por meio de circulação de informação confiável.

– Fornecimento de EPIs adequados.

– Monitoramento das equipes para saber se estão seguindo as normas corretamente.

– Reforço da obrigatoriedade da distância mínima entre as pessoas.

– Definição e análise dos sanitizantes certificados pela Anvisa.

– Descarte e coleta de resíduos com cuidados redobrados.

 

RHMED|RHVIDA aplica testes rápidos de Covid-19

Volta ao trabalho com segurança e saúde. Após o longo período de isolamento social, em virtude da pandemia de Covid-19, a RHMED|RHVIDA adequou orientações e práticas à nova realidade corporativa. Com mais de 20 anos de presença no mercado e um milhão de vidas sob gestão, a empresa tem aplicado testes rápidos em seus clientes. Somente no ramo varejista, em cinco grandes empresas do setor, foram realizados 6250 testes.

A medida, possível graças à parceria com laboratórios credenciados, começou em maio, durante a fase mais crítica de disseminação da doença, e consiste na coleta de uma pequena amostra de sangue do dedo para detectar a presença de anticorpos IgG e IgM. O resultado – interpretado por um profissional de saúde – é conhecido em 10 a 30 minutos e leva em consideração também informações clínicas, sinais e sintomas relatados pelo colaborador.

Segundo Cristiane Motta, coordenadora da Área de Atendimento da RHMED|RHVIDA, os testes são aplicados por médicos ou técnicos de enfermagem. No primeiro caso, se o exame der positivo, o funcionário já recebe todas as orientações necessárias sobre isolamento, agravamento de sintomas e medidas sanitárias para evitar o contágio de outras pessoas. Caso o teste tenha sido aplicado por técnicos de enfermagem, a consulta médica é feito por teleatendimento. Há ainda a possibilidade de realizar monitoramento do paciente.

Cristiane Tonello, Gerente da Área de Atendimento da RHMED|RHVIDA comenta que o novo serviço já é uma realidade para clientes de todos os segmentos. “Vimos que poderíamos fazer mais por nossos clientes logo no começo da pandemia. E eles estão muito satisfeitos porque sabem que estamos sempre a postos para atendê-los da melhor maneira possível”, afirma.

Medidas de prevenção e segurança nas empresas

Além do teste rápido, a RHMED|RHVIDA incorporou aos seus procedimentos inspeção das medidas de proteção; desinfecção e sanitização de áreas afetadas; monitoramento e triagem de colaboradores por app; criação da Central Saúde em Dia /telemedicina e alocação de profissionais de saúde e segurança para realização de serviços diversos.

Prevenção é essencial no combate ao câncer

Esta semana há duas datas de extrema relevância para a saúde dos colaboradores de sua empresa. A primeira é o Dia Mundial do Câncer (04/02), instituído há 15 anos pela União Internacional para o Controle do Câncer. Logo em seguida (05/02), é a vez de lembrar o Dia Nacional da Mamografia, criado em 2013, com o objetivo de chamar a atenção para a necessidade da detecção e do diagnóstico de tumores de mama em estágio inicial.

Complementares, as campanhas têm contribuído para a conscientização da população quanto à importância da prevenção da doença, que mata anualmente, em todo o planeta, dez milhões de pessoas. Estima-se que uma a cada seis mortes tenha o câncer como causa.

A incidência do câncer cresceu 20% na última década no mundo. No Brasil, é a segunda causa de morte por doença, atrás apenas das complicações cardiovasculares. Ambas as datas, portanto, reforçam a urgência de adotar hábitos mais saudáveis e realizar exames médicos periódicos.

Apesar de todos os avanços no diagnóstico e no tratamento da doença, a verdade é que pouco ainda se sabe sobre as razões para o seu surgimento. Não há uma causa única, mas diferentes fatores associados: externos e internos, como taxas hormonais, mutações genéticas e queda imunológica.

Entre os fatores externos que podem originar modificar a estrutura do DNA e desencadear a doença predominam má alimentação, com excesso de produtos processados industrialmente e açúcar; sedentarismo; excesso de peso; abuso na ingestão de bebidas alcóolicas e tabagismo.

Por sua vez, as causas internas estão justamente ligadas à capacidade do organismo de se defender das já citadas agressões externas. De acordo com especialistas, apesar de a hereditariedade exercer peso na formação de tumores, isoladamente não representa o maior risco para o surgimento da doença.

Informação: a principal aliada de empresas e colaboradores

Prevenir o câncer, por meio de exames preventivos, como a mamografia, é de suma importância para garantir a saúde dos colaboradores.  O câncer de mama, por exemplo, é a doença de maior incidência entre as mulheres no Brasil e no mundo. Prevenir ou descobrir o câncer em estágio inicial evita absenteísmo, não sobrecarrega as equipes e cria uma sensação de segurança entre os funcionários.

Com seus clientes, a RHMED|RHVIDA recomenda que haja um eficaz sistema de comunicação interna para fazer circular informações relevantes e confiáveis sobre a doença. Comunicação, aliada à confiança, é uma ferramenta essencial para qualquer empresa. Palestras com especialistas, presenciais ou remotas, e materiais impressos também reforçam positivamente as campanhas corporativas. O importante é que o colaborador se sinta sempre acolhido em suas dúvidas e receios.

As ações internas contribuem bastante para a disseminação de ideias e práticas, de modo a fixá-las na rotina dos colaboradores. A forma como isso será feito varia de empresa para empresa, mas alguns procedimentos são comuns, como a distribuição de camisetas e materiais com o símbolo das campanhas, como é bem comum, por exemplo, durante o Outubro Rosa.

O que é possível fazer para evitar o câncer?

– Uma das premissas mais importantes é não fumar. O fumo é responsável por uma série de tipos de câncer, principalmente os de pulmão, boca, laringe, esôfago e estômago. Cada cigarro libera mais de 4.700 substâncias tóxicas ao organismo. As empresas podem promover campanhas antitabagismo e engajar seus funcionários nelas.

– A ingestão de alimentos de origem vegetal – frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas – pode prevenir o câncer. A alimentação precisa ser rica em nutrientes e bastante variada, sem excesso de gordura, açúcar, sal, conservantes ou produtos ultraprocessados.

– Manter o peso corporal adequado é importante para evitar uma série de tipos de câncer.

– A atividade física também contribui para prevenir a doença, além de ajudar a controlar o peso. Incentivar entre os colaboradores caminhadas ou o uso de bicicletas faz muita diferença na saúde, na disposição e no rendimento do dia a dia na própria empresa.

– Entre as mulheres, incentivar a amamentação entre as funcionárias também ajuda a evitar  os tumores de mama.

– Mulheres com mais de 40 anos devem realizar anualmente a mamografia. Já às que têm entre 25 e 64 anos, o Ministério da Saúde recomenda que o teste papanicolau (exame do colo do útero) seja feito por dois anos seguidos e, se o resultado não apresentar qualquer alteração, as próximas coletas deverão ser feitas a cada três anos. Em pacientes que já tiveram HPV ou outros causados pelo vírus, a periodicidade é anual.

– Vacinação contra a hepatite B é importante. O câncer de fígado está relacionado à infecção pelo vírus causador da doença. O Ministério da Saúde disponibiliza nos postos de saúde do país a imunização para pessoas de todas as idades.

– Não ingerir bebidas alcoólicas em excesso.

– Principalmente no verão, evitar exposição ao sol entre 10h e 16h e usar sempre proteção adequada, como chapéu e protetor solar, inclusive nos lábios, orelhas e pescoço.

– Segurança no trabalho é fundamental. Para indústrias que trabalham com agentes químicos, físicos e biológicos é fundamental ter todo o equipamento necessário para impedir a exposição do trabalhador a agentes nocivos à saúde. Para que isso ocorra de forma integral, é necessário o comprometimento de todos os envolvidos nos diversos processos de trabalho. É fundamental também o monitoramento permanente da atividade para evitar quaisquer danos à saúde dos colaboradores e à imagem da empresa.

Como promover a autoestima nas empresas?

A gestão de capital humano tem sido um dos principais desafios das empresas. As habilidades técnicas e comportamentais, por si só, não têm se mostrado suficientes para abranger todas as necessidades de lideranças e equipes no cumprimento das tarefas do dia a dia corporativo. Existem outras questões igualmente importantes com peso significativo: a autoimagem, a autoestima e a motivação.

Mesmo que um profissional esteja totalmente capacitado a exercer suas funções, é fundamental que se sinta pleno e feliz no ambiente de trabalho. Ele precisa ser estimulado a aprender e evoluir constantemente dentro da organização e ciente também de seu papel no mercado e na sociedade. A satisfação pessoal, em muitos casos, pesa tanto quanto o próprio currículo.

Grande parte dos problemas relacionados à autoestima e à autoimagem não está necessariamente ligada à rotina das empresas. Mas é importante destacar a responsabilidade da corporação de criar mecanismos administrativos que promovam a confiança entre colaboradores e que os incentivem a buscar crescimento profissional permanente.

Aos líderes, cabe buscar a potencialização das capacidades, além de dar feedbacks assertivos sobre o desempenho das equipes. Em contrapartida, é recomendável também que estimulem seus funcionários a criticar e sugerir mudanças na empresa ou nos métodos e rotinas internos.

Produtividade depende da motivação dos colaboradores

Quanto mais integrado e relevante o colaborador se sentir, mais proativo e produtivo se tornará. E trabalhadores motivados têm potencial para transformar toda a equipe e transmitir, até externamente, uma imagem positiva e dinâmica da organização.

A autoestima, assim como a autoimagem, é um conceito subjetivo e individual. Compreende a relação do colaborador consigo mesmo, com seus anseios, temores e percepção de realidade. Consiste na relação de valor que a pessoa tem de si mesma, a forma com que se enxerga e como crê que os demais a vejam. Tanto em relação às suas qualidades quanto às suas deficiências.

Para manter a autoconfiança em ordem, o profissional deve se sentir relevante e prestigiado em seu ambiente de trabalho. Precisa conhecer bem suas funções, saber exatamente o que a empresa e seus colegas de trabalho esperam dele e ter noção de inovação é a palavra-chave. Segurança não pode ser sinônimo de comodismo e estagnação.

Mas qual o papel da sua empresa nesse processo motivacional?

Com mais de um milhão de vidas sob gestão, a RHMED|RHVIDA orienta seus clientes a usarem de franqueza na hora de dar feedback sobre o trabalho de seus colaboradores. Trabalhar a autoconfiança do funcionário não significa somente despejar elogios, mas sim indicar os pontos frágeis de seu desempenho e buscar soluções conjuntas para seu aprimoramento. O simples fato de se sentir observado e avaliado, de forma sistemática e objetiva, faz com que busque melhorar a performance.

Pensar de forma positiva, manter relacionamentos interpessoais sadios, aprender com os próprios erros (e os dos outros), fazer uso racional do tempo, cuidar do ambiente de trabalho e ser responsável e colaborativo em suas tarefas são alguns dos pontos essenciais.

Dicas para estimular a autoestima:

– Não dê chance ao pessimismo nem ao baixo-astral entre as equipes. Os desafios são oportunidades de aprendizado.

– A troca de ideias entre os colaboradores e mesmo entre as equipes traz sempre bons frutos.

– As comparações entre funcionários devem ser evitadas. Cada um tem suas competências e habilidades.

– É importante que os critérios de promoção estejam claros para todos a fim de evitar frustração e ressentimentos. É importante que todos sintam que, independentemente da função, têm papel estratégico na empresa.

– Cursos, palestras, workshops e outros mecanismos de estímulo à capacitação são sempre producentes.

– O resultado do trabalho pode ser criticado, não o funcionário. Ao perceber que pode fazer mais e melhor, o colaborador tende a pensar melhor sobre seus erros e aprender como evita-los futuramente.

– Desmotivados, colaboradores tendem a procrastinar tarefas. Aos gestores, cabe entender o motivo do desânimo das equipes e evitar que o problema se instale e afete a produção da empresa.

– Um colaborador saudável – física e mentalmente – está menos suscetível a problemas de autoestima. Incentivar hábitos salutares, como boa alimentação; prática de exercícios físicos; agenda de exames médicos periódicos e de vacinação em dia; atividades voluntárias; e atividades sociais com família e amigos, entre outros, é imprescindível.

Férias, a hora de recarregar as energias

É comum ouvirmos que o período de férias é bom para os colaboradores e ruim para as empresas, que se veem, mesmo que momentaneamente, privadas de seu quadro completo de funcionários. Não há qualquer fundamento em tal crença. A maior parte das corporações já se deu conta de que o capital humano é um patrimônio inestimável e que a saúde e segurança das equipes está sempre em primeiro lugar. Motivados, com seus direitos preservados e plena confiança na organização em que trabalham, os trabalhadores se tornam mais proativos, criativos e produtivos.

Além de ser uma exigência legal, férias são fundamentais para realimentar as baterias do quadro de pessoal e imprimir novo ânimo na volta do colaborador às suas atividades. Todos precisam de uma pausa, de descanso.

Tarefa realizada pelo departamento de Recursos Humanos das empresas, a gestão de férias funciona, quase sempre, como um quebra-cabeça. O planejamento deve ser cuidadoso, atendendo às expectativas do trabalhador, mas também às necessidades da corporação.

Cuidar para que todos os colaboradores aproveitem ao máximo o período de repouso é uma maneira de cuidar da saúde integral das equipes. Descansar, viajar e ter mais tempo com família e círculo de amigos caracterizam etapas preciosas para que o desempenho funcional se mantenha firme. Períodos de ócio ajudam não só na disposição física e mental – afastando o risco de fadiga, estresse e depressão – quanto na criatividade, poder de decisão, segurança e assertividade do colaborador.

RHMED|RHVIDA dá dicas de como gerir as férias de colaboradores

É por meio da gestão de férias que a empresa consolida uma imagem positiva não só junto a seus funcionários, mas também diante de parceiros, concorrência e sociedade em geral. As férias precisam ser tiradas pelo trabalhador a cada 12 meses de trabalho. Com a Reforma Trabalhista, o acordo entre as partes ganhou protagonismo e o diálogo assumiu ainda mais importância no funcionamento das organizações. Buscar o período mais oportuno será benéfico a todos.

Saiba, então, o que é importante observar:

– Análise do histórico de férias dos funcionários. É importante que se chegue a um consenso quanto à data para atender às necessidades do trabalhador, mas também não sobrecarregar os demais componentes da equipe.

– O ideal é que a política de férias das empresas seja transparente e acessível ao conhecimento de todos. Deve haver compreensão total do porquê das regras. Newsletters, avisos em quadros, e-mails, palestras… Todos os meios podem ser usados para fazer circular a informação quanto às férias e fazer chegar aos gestores críticas e sugestões.

– De acordo com a Reforma Trabalhista, é possível dividir o período das férias em três, sendo necessário que todos tenham duração de, no mínimo, cinco dias corridos. Outra condição é que um deles seja superior a 14 dias corridos.

– O uso de plataformas que unifiquem o banco de dados e cruzem as informações sobre cada colaborador é um dos recursos que a RHMED|RHVIDA usa para reduzir o trabalho dos gestores e evitar erros.

– Cada empresa tem suas especificidades, com maior ou menor movimento em determinadas épocas do ano. Os gestores devem ter consciência dos momentos mais oportunos, que não ponham a empresa em situação de vulnerabilidade no mercado.

– É recomendável que haja um esquema de treinamento para que as equipes não se ressintam da ausência dos funcionários que estão de férias. Faz-se necessário que o próprio colaborador, antes de se ausentar, dê sugestões de como suas funções devem ser realizados por outras pessoas.

Terapia ocupacional e segurança do trabalho

 Tarefas simples como pentear os cabelos, tomar banho, fazer pequenas caminhadas ou levar comida à boca podem se tornar práticas difíceis para aqueles que passaram por doenças neurológicas ou ainda sofreram algum tipo de trauma ou acidente. No dia 19 de janeiro, se comemora o Dia Mundial do Terapeuta Ocupacional, o dia chama a atenção para a figura do profissional que ensina as pessoas a retomarem atividades básicas e corriqueiras é extremamente importante. A data foi escolhida para recordar a regulamentação do Decreto Lei 938 de 1969, que determinou um código de ética supervisionado pelo Conselho Federal de fisioterapia e terapia ocupacional.

Indicada por médicos, principalmente ortopedistas e neurologistas, a terapia ocupacional busca a recuperação gradual de pacientes vítimas de acidentes de automóveis, quedas, lesões por exercícios repetitivos, AVCs, artrite reumatoide, esclerose múltipla, Parkinson e Alzheimer, entre outros problemas incapacitantes.

Além de reforçar a importância do trabalho dos terapeutas ocupacionais no tratamento de pacientes, a RHMED|RHVIDA ressalta entre seus clientes que os profissionais da área são peças-chave nas empresas para evitar o surgimento de lesões ou qualquer tipo de dano à saúde física e mesmo mental. Ao planejar uma programação contendo atividades físicas ou mesmo lúdicas, o terapeuta ocupacional – profissional de nível superior – cuida de pessoas que apresentam disfunções relacionadas a alimentação, trabalho, higiene etc.

Atividades específicas no ambiente corporativo

O Brasil reúne 222 mil profissionais e 300 mil acadêmicos em terapia ocupacional. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que haja, no mínimo, um fisioterapeuta para cada 1.500 habitantes. Como se pode perceber, os números no nosso país estão bem abaixo dessa meta, já que a grande maioria dos profissionais se concentra nas metrópoles. Entre as especialidades mais requisitadas estão oncologia, fisioterapia dermatofuncional, esportiva, reabilitação cardiovascular e saúde da família e do trabalhador.

A terapia no ambiente de trabalho deve ser desenvolvida de acordo com os resultados esperados por gestores, aliando um bom nível de rendimento do funcionário com um baixo nível de estresse e cansaço ao término da jornada de trabalho. Dentro do universo corporativo, as atividades ocupacionais devem estar relacionadas à natureza das funções dos colaboradores, ao espaço físico disponível, à duração da jornada e às abordagens apropriadas às condições físicas e mentais dos funcionários, como alongamentos, massagens, exercícios rápidos etc.

Terapia ocupacional e segurança do trabalho

Cada vez mais engajados em buscar a segurança do trabalhador, os terapeutas realizam treinamentos para reintegrar pessoas que sofreram algum acidente no trabalho ou passaram por situação de risco. Além disso, esses profissionais têm envolvimento cada vez maior com impacto social e ambiental que acaba contribuindo para determinadas privações no trabalho.

Além disso, atualmente, os terapeutas ocupacionais têm desenvolvido estudos que buscam atender a pessoas que possuem dificuldade ou deficiência que as impeça de realizar suas funções da melhor maneira possível, no caso da inclusão profissional, e que contribuam permanentemente para evitar possíveis acidentes no futuro.