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Planejamento e informação no combate ao Coronavírus

Com a chegada do novo Coronavírus ao Brasil, é preciso que as empresas se preparem adequadamente para enfrentar o problema. Em primeiro lugar, a RHMED||RHVIDA orienta as organizações a não criarem alarme em torno da doença. A ideia é proteger os colaboradores por meio de informação correta, dentro dos padrões e indicações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS). Até esta terça-feira (3), o subsecretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, noticiou que o país registra 488 casos suspeitos do novo coronavírus e dois confirmados.

As medidas de prevenção são as mesmas recomendadas para outras doenças viróticas, simples e eficazes. O importante é fazer circular o máximo de informação sobre o tema no ambiente de trabalho.

Para facilitar, reunimos aqui as dúvidas frequentes e as informações mais relevantes para impedir o avanço do novo coronavírus no Brasil. Há instruções que podem ser compartilhadas em sua empresa, criando um clima de tranquilidade entre os funcionários, que não prejudique o clima interno nem traga prejuízos ao processo de produção.

– Por que o governo federal antecipou a vacinação contra gripe? A imunização é útil também em relação ao coronavírus?

Não. A antecipação da vacina foi decidida pelo Ministério da Saúde para diminuir o número de casos de gripe, muitas vezes confundidos com os de coronavírus. Ou seja, ao diminuir o número de pessoas infectadas pela gripe, reduz-se consequentemente o número de casos sob suspeita em relação ao coronavírus.

O que é o novo Coronavírus?

O coronavírus é um grupo de vírus comum entre os animais, que tem formato de coroa. No caso do novo coronavírus (Covid-19), houve contaminação de animais a pessoas e, posteriormente, entre seres humanos. As autoridades ainda não sabem qual animal pode ter causado o atual surto que se espalhou de Wuhan, na China, para o mundo. O vírus foi descoberto no fim de 2019 e a primeira morte registrada em 9 de janeiro deste ano.

Como se dá o contágio?

A transmissão de humano para humano ocorre pelo ar ou pelo contato com secreções de uma pessoa infectada, como gotículas na tosse ou espirro. Pode ser dar por apertos de mão, beijos, abraços, compartilhamento de toalhas, talheres e copos ou qualquer outra superfície contaminada.

Quais os sintomas?

Os mesmos de uma gripe: tosse, febre (acima de 37 graus), dores no corpo, mal-estar geral, congestionamento nasal, inflamação de garganta e diarreia. Nos casos mais críticos, o paciente pode apresentar dificuldade para respirar e insuficiência renal.

Como prevenir?

Ainda não há vacina contra essa família de vírus. Portanto, a melhor tática é a prevenção.

– A primeira recomendação é evitar o contato com pessoas infectadas.

– Policie-se para evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca.

– É preciso também lavar as mãos constantemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos (o tempo de cantar lentamente “Parabéns para você”).

– Tome cuidado para não tocar novamente as torneiras com as mãos ou manusear maçanetas e corrimões em lugares públicos.

– Faça uso de álcool gel (sempre acima de 70%) ao tocar superfícies ou objetos que outras pessoas já tocaram. Faça higienização também em objetos como celular, canetas, aparelhos de telefone, controles remotos etc. As empresas podem disponibilizar álcool gel em banheiros e refeitórios. É uma medida simples, que pode fazer grande diferença.

– Deve-se evitar multidões em lugares fechados. O ideal é manter a distância de, no mínimo, um metro de pessoas que estejam espirrando ou tossindo. Se não for possível, como no caso de transporte público, o aconselhável é o uso de máscara.

E quem acha que está com sintomas da doença, como deve agir?

Quem estiver com sintomas suspeitos ou tiver viajado para áreas de risco deve procurar um médico e se certificar de se não está contaminado. Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a possibilidade de cura. Boas práticas, como cobrir a boca ao tossir e espirrar, são aconselháveis, não só em relação ao coronavírus, mas a gripes em geral. Se for obrigado a sair de casa, use máscara.

Como tratar a doença?

Ainda não há um tratamento específico ou vacina para a doença. Aos primeiros sintomas, é preciso procurar atendimento médico. Os profissionais de saúde podem aliviar os sintomas prescrevendo um medicamento para dor ou febre. Repouso é fundamental, assim como a ingestão de água.

Coronavírus: como proteger colaboradores e empresas da epidemia

Os coronavírus (CoV) formam uma família viral extensa e são conhecidos desde os anos 1960. Provocam doenças respiratórias leves a moderadas e podem ser confundidas com um mero resfriado. É o 2019-nCoV, variação até então pouco conhecida e mais agressiva, que tem alarmado o planeta. O primeiro caso foi registrado próximo ao mercado de frutos do mar em Wuhan, na região central da China. Apesar de o vírus ter surgido primeiramente em animais, a transmissão do coronavírus já se dá de pessoa para pessoa. Segundo especialistas, o contágio pode ocorrer ainda na fase incubação do vírus (assintomática), com duração de até 14 dias.

 

De acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Saúde na última quinta-feira (27), o Brasil conta com 132 casos suspeitos de coronavírus. O número pode ser maior, já que os estados enviaram outras 213 notificações depois do boletim ser concluído. Confirmado, há apenas um caso até agora: um homem de 61 anos que mora em São Paulo e esteve na Itália.

Sintomas

Febre alta, tosse, diarreia e dificuldade para respirar são os principais sintomas da doença. “Em casos mais graves – que alcançam de 15% a 20% dos pacientes – avança para pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave, males que podem levar à morte. Até o momento, o novo coronavírus tem se mostrado uma forma menos letal do que o SARS e o MERS”, explica o diretor-médico da RHMed|RHVida, dr. Geraldo Bachega.

Circulação de informação responsável

Conversar sobre o tema no ambiente de trabalho vai ajudar a sanar dúvidas e evitar clima de pânico infundado. “Promover palestras com especialistas, intensificar a comunicação interna em torno de medidas de prevenção e observar a importância de cuidados básicos com a saúde são sempre aconselháveis. Quanto mais informados os colaboradores, menos motivos para fake news e medo”, esclarece o diretor-médico da RHMed|RHVida.

Cuidados para prevenir a doença em ambiente de trabalho

Bachegaque reforça. “Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou uma lista de precauções básicas que podem reduzir o risco geral de contrair ou transmitir não só o novo coronavírus, mas também outros tipos de infecções respiratórias agudas. Nesse caso, a empresa tem uma boa oportunidade de chamar a atenção para a vacinação contra o H1N1 e outros tipos de gripe”.O médico Geraldo Bachega, lista 12 dicas para ajudar a prevenir a doença em ambiente de trabalho:

  1. Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
  2. Lavar frequente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  3. Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  4. Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  5. Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  6. Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  7. Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas;
  8. Manter os ambientes bem ventilados;
  9. Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  10. Beber bastante líquido e cuidar da alimentação para que não haja queda da imunidade;
  11. Ir ao médico aos primeiros sintomas. O diagnóstico é realizado pela coleta de materiais respiratórios;

Por se tratar de uma variação do coronavírus, ainda não existe vacina ou tratamento específico para a doença. Os procedimentos são adaptados conforme os sintomas de cada paciente.

 

Fonte: https://administradores.com.br/noticias/coronav%C3%ADrus-como-proteger-colaboradores-e-empresas-da-epidemia

Enchentes: Como proteger empresas e funcionários até debaixo d’água

Especialistas já admitem que fenômenos meteorológicos extremos – como chuvas muito intensas concentradas em curto espaço de tempo – passarão a ser o “novo normal” no país. Temos que nos adaptar o quanto antes à nova realidade e buscar soluções por meio da observação dos fatos e de suas consequências. No Sudeste, as últimas tempestades deixaram rastros de enchentes e destruição em diversas cidades. Além de prejuízos materiais, assistimos com maior tristeza as perdas de vidas.

Não nos cabe aqui elocubrar sobre o que poderia ou não ter sido feito pelo Poder Público para impedir enchentes, deslizamentos de encostas, nós no trânsito e desabamento de casas. O que nos cabe é levar você a pensar como a sua empresa pode minimizar os impactos negativos dos fenômenos climáticos na segurança e na saúde dos colaboradores.
Elencamos aqui uma série de medidas simples e efetivas que devem ser implantadas em sua organização para enfrentar o período de chuvas intensas, sem comprometer a produtividade ou pôr em risco a vida de seus trabalhadores.

Qual a causa das enchentes?

O nosso blog já abordou algumas vezes a importância de preservar o meio ambiente para garantir a saúde das pessoas e do planeta. As mudanças climáticas estão entre as consequências de uma série de atitudes imprudentes do homem em relação ao seu habitat.

Então, comece – ou intensifique – as discussões internas sobre sustentabilidade: redução do uso de material descartável e de outros produtos poluentes; diminuição do consumo de papel sempre que possível; introdução de materiais biodegradáveis; utilização de energia limpa; economia de água e luz; combate ao desperdício de alimentos; incentivo ao uso de transporte público ou bicicletas; coleta seletiva de lixo; reciclagem de resíduos e uso de pilhas recarregáveis, entre outras mudanças de comportamento.

Parece pouco, mas não é. Conseguir o engajamento de funcionários vai fazer toda a diferença no médio e longo prazo. Eles precisam se sentir à vontade para dar sugestões, tanto aos colegas de trabalho quanto aos gestores da empresa. O que eles fixarem de aprendizado e comprometimento com o meio ambiente será reproduzido na sociedade. Primeiro, junto às suas próprias famílias e amigos. Depois, ao bairro onde moram e por aí vai…

De olho na meteorologia

É importante que a empresa fique atenta aos boletins meteorológicos a fim de evitar que seus funcionários se exponham a riscos desnecessários. Sempre que possível, pode-se incentivar o sistema de home office nos dias de temporal. Se for imprescindível a presença do colaborador naquele dia, a sugestão é que se flexibilize horário. Cabe lançar mão também de folgas para aqueles que residem em lugares mais longínquos e áreas de risco.
Numa primeira análise, você pode pensar que está perdendo dinheiro, atrasando a produção e coisas assim. Mas, na verdade, você está cuidando de vidas. Não há bem maior! Concentrar a produção entre aqueles que moram perto da companhia é uma forma racional de lidar com o problema e evitar apreensão e dor às famílias.
Além disso, quando o funcionário passa horas no trânsito, correndo riscos e sob pressão do horário, ao chegar à empresa a probabilidade de acidentes por cansaço ou desatenção e de mal-estar nas relações de trabalho cresce sensivelmente.

Prevenção de riscos e doenças

Em palestras e newsletters internas, exponha aos colaboradores qual a melhor forma de cuida da segurança no deslocamento para o trabalho ou na volta para casa.

Confira:
– Manter distância de redes e aparelhos elétricos.
– Se estiver de carro, não forçar a passagem em áreas de enchentes. Procure um lugar alto e seguro para estacionar e aguardar a chuva passar.
– Não ficar debaixo de árvores, à beira-mar (assim como rios e lagos) ou lugares descampados.
– Procurar sempre um lugar seguro para se abrigar.
– Não andar em áreas alagadas para evitar o risco de contrair doenças, como leptospirose, hepatite A, dermatites etc. Se não houver outro jeito, tentar protegê-los com sacos plásticos.
– Desinfete calçados e roupas ao chegar em casa. Tome um banho.
– Em caso de contato com a água suja ou lama, recomenda-se a vacinação contra hepatite A.

Vamos falar de dependência química?

O alcoolismo é caracterizado pelo desejo incontrolável de beber. É uma doença e, como tal, deve ser encarada por familiares, empregadores e sociedade em geral. Assim como no caso do consumo de drogas, trata-se de dependência química, sendo responsável, anualmente, por três milhões de mortes em todo o mundo. Tal dependência causa danos à saúde física, ao equilíbrio emocional e ao padrão comportamental do indivíduo.

Um colaborador doente tem potencial para afetar todo o seu círculo de conhecimento, inclusive no ambiente corporativo. Seja por constrangimento, mal-estar, absenteísmo ou ameaça às regras de segurança no ambiente de trabalho, é um mal que precisa ser prevenido ou identificado o quanto antes.

Números da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que o consumo de bebidas alcoólicas pelos brasileiros cresceu significativamente em uma década: se em 2006 a ingestão anual per capita era de 6,2 litros, em 2016 a média saltou para 8,9 litros. O aumento é de 43,5% no grupo acima de 15 anos de idade. Estima-se que, hoje, pelo menos 3% dos brasileiros sofram com o vício, levando sofrimento e sensação de impotência a quem os cerca.

O consumo nacional de álcool por pessoa está acima da média mundial, que é de 6,4 litros. Além disso, o nosso país ocupa a terceira colocação no ranking da América Latina e o quinto em todo o continente, ficando atrás apenas de Canadá (10 litros), Estados Unidos (9,3 litros), Argentina (9,1 litros) e Chile (9 litros).

RHMED|RHVIDA incentiva campanhas educativas

O Dia Nacional de Combate ao Álcool (18/02) se apresenta como uma ocasião oportuna para reforçar a divulgação sobre os danos que a dependência das bebidas fazem à saúde. Mesmo assim, ainda hoje, boa parte das organizações reluta em tocar no assunto internamente, abrindo mão de exercer influência positiva e fundamental na prevenção do uso indevido de álcool no ambiente de trabalho. Na verdade, não há assunto proibido em uma empresa. O que cada organização precisa encontrar é a abordagem correta à realidade e ao perfil de seus colaboradores.

De acordo com a Portaria Interministerial nº 10, de 10 de julho de 2003, é recomendável que as empresas que, por meio de suas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipas), desenvolvam campanhas para despertar a conscientização quanto ao problema. O mais importante é chamar a atenção para os malefícios que o abuso de substâncias psicoativas provoca não só no cumprimento das funções diárias, mas nas vidas pessoal e social do alcóolatra.

Com informação e conteúdos relevantes é possível prevenir o alcoolismo entre os colaboradores. Há formas efetivas também de ajudar na recuperação e na reintegração ao ambiente laboral de pessoas afetadas pelo problema. Faz-se necessário, primeiramente, que o trabalhador reconheça e assuma a condição de dependente para que os demais passos para sua recuperação sejam dados.

Dia 20/02: Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo

Outra data pode entrar no calendário de atividades da empresa: o Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo (20/02). Segundo cálculos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), o Brasil perde anualmente algo em torno de US$ 19 bilhões por absenteísmo, acidentes e enfermidades causadas pelo uso drogas, inclusive o álcool.

Calcula-se que entre 20% a 25% dos acidentes de trabalho envolvam usuários.  Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a dependência química chega a afetar 15% dos empregados, aumentando em cinco vezes as chances de acidentes de trabalho. Dados demonstram ainda que o consumo de álcool e drogas é responsável por metade do total de licenças médicas e faltas ao trabalho, aumentando significativamente os custos para a organização.

Afinal, o que pode ser feito?

O ponto de partida é identificar as pessoas envolvidas com álcool e outras drogas, ouvi-las e oferecer apoio, indicando formas de buscar tanto tratamento médico quanto psicológico. Elas podem pertencer a diferentes classes econômicas e esferas sociais. Mesmo sendo mais comum entre jovens, o álcool e as drogas atingem pessoas de todas as idades.

Fazer palestras sobre o tema, disparar informações por newsletters, promover debates e criar canais para elucidar dúvidas são um bom começo para combater a dependência. A empresa pode ainda manter em seus quadros de avisos e sites os telefones de grupos de apoio, como os Alcóolicos Anônimos e Narcóticos Anônimos, entre outros.

É bom sempre observar que o engajamento de todos os colaboradores é essencial para o êxito de qualquer tipo de iniciativa que vise à prevenção de doenças e segurança no ambiente de trabalho. Aceitação e solidariedade são fundamentais no processo de ressocialização. Nunca é demais salientar também que a prática frequente de atividades físicas é um bom antídoto para prevenir problemas.

Fique atento aos sinais do excesso de consumo de drogas e álcool:

– Distração no trabalho, falta de motivação e foco.

– Queda na produtividade.

– Oscilações bruscas de humor, irritabilidade frequente. A instabilidade no relacionamento com os companheiros de equipe e a irregularidade no desempenho em reuniões/trabalhos de grupo também são indícios de que algo fugiu do controle. Falta de apetite e sede excessiva podem ainda ser indícios.

– Atrasos e faltas frequentes ao trabalho.

– Falta de zelo com a aparência e hálito com cheiro de bebida.

– No caso de uso de drogas, hiperatividade e dificuldade de concentração.

– Problemas constantes nas relações familiares e sociais.

– Tendência ao isolamento no ambiente de trabalho.

Prevenção é essencial no combate ao câncer

Esta semana há duas datas de extrema relevância para a saúde dos colaboradores de sua empresa. A primeira é o Dia Mundial do Câncer (04/02), instituído há 15 anos pela União Internacional para o Controle do Câncer. Logo em seguida (05/02), é a vez de lembrar o Dia Nacional da Mamografia, criado em 2013, com o objetivo de chamar a atenção para a necessidade da detecção e do diagnóstico de tumores de mama em estágio inicial.

Complementares, as campanhas têm contribuído para a conscientização da população quanto à importância da prevenção da doença, que mata anualmente, em todo o planeta, dez milhões de pessoas. Estima-se que uma a cada seis mortes tenha o câncer como causa.

A incidência do câncer cresceu 20% na última década no mundo. No Brasil, é a segunda causa de morte por doença, atrás apenas das complicações cardiovasculares. Ambas as datas, portanto, reforçam a urgência de adotar hábitos mais saudáveis e realizar exames médicos periódicos.

Apesar de todos os avanços no diagnóstico e no tratamento da doença, a verdade é que pouco ainda se sabe sobre as razões para o seu surgimento. Não há uma causa única, mas diferentes fatores associados: externos e internos, como taxas hormonais, mutações genéticas e queda imunológica.

Entre os fatores externos que podem originar modificar a estrutura do DNA e desencadear a doença predominam má alimentação, com excesso de produtos processados industrialmente e açúcar; sedentarismo; excesso de peso; abuso na ingestão de bebidas alcóolicas e tabagismo.

Por sua vez, as causas internas estão justamente ligadas à capacidade do organismo de se defender das já citadas agressões externas. De acordo com especialistas, apesar de a hereditariedade exercer peso na formação de tumores, isoladamente não representa o maior risco para o surgimento da doença.

Informação: a principal aliada de empresas e colaboradores

Prevenir o câncer, por meio de exames preventivos, como a mamografia, é de suma importância para garantir a saúde dos colaboradores.  O câncer de mama, por exemplo, é a doença de maior incidência entre as mulheres no Brasil e no mundo. Prevenir ou descobrir o câncer em estágio inicial evita absenteísmo, não sobrecarrega as equipes e cria uma sensação de segurança entre os funcionários.

Com seus clientes, a RHMED|RHVIDA recomenda que haja um eficaz sistema de comunicação interna para fazer circular informações relevantes e confiáveis sobre a doença. Comunicação, aliada à confiança, é uma ferramenta essencial para qualquer empresa. Palestras com especialistas, presenciais ou remotas, e materiais impressos também reforçam positivamente as campanhas corporativas. O importante é que o colaborador se sinta sempre acolhido em suas dúvidas e receios.

As ações internas contribuem bastante para a disseminação de ideias e práticas, de modo a fixá-las na rotina dos colaboradores. A forma como isso será feito varia de empresa para empresa, mas alguns procedimentos são comuns, como a distribuição de camisetas e materiais com o símbolo das campanhas, como é bem comum, por exemplo, durante o Outubro Rosa.

O que é possível fazer para evitar o câncer?

– Uma das premissas mais importantes é não fumar. O fumo é responsável por uma série de tipos de câncer, principalmente os de pulmão, boca, laringe, esôfago e estômago. Cada cigarro libera mais de 4.700 substâncias tóxicas ao organismo. As empresas podem promover campanhas antitabagismo e engajar seus funcionários nelas.

– A ingestão de alimentos de origem vegetal – frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas – pode prevenir o câncer. A alimentação precisa ser rica em nutrientes e bastante variada, sem excesso de gordura, açúcar, sal, conservantes ou produtos ultraprocessados.

– Manter o peso corporal adequado é importante para evitar uma série de tipos de câncer.

– A atividade física também contribui para prevenir a doença, além de ajudar a controlar o peso. Incentivar entre os colaboradores caminhadas ou o uso de bicicletas faz muita diferença na saúde, na disposição e no rendimento do dia a dia na própria empresa.

– Entre as mulheres, incentivar a amamentação entre as funcionárias também ajuda a evitar  os tumores de mama.

– Mulheres com mais de 40 anos devem realizar anualmente a mamografia. Já às que têm entre 25 e 64 anos, o Ministério da Saúde recomenda que o teste papanicolau (exame do colo do útero) seja feito por dois anos seguidos e, se o resultado não apresentar qualquer alteração, as próximas coletas deverão ser feitas a cada três anos. Em pacientes que já tiveram HPV ou outros causados pelo vírus, a periodicidade é anual.

– Vacinação contra a hepatite B é importante. O câncer de fígado está relacionado à infecção pelo vírus causador da doença. O Ministério da Saúde disponibiliza nos postos de saúde do país a imunização para pessoas de todas as idades.

– Não ingerir bebidas alcoólicas em excesso.

– Principalmente no verão, evitar exposição ao sol entre 10h e 16h e usar sempre proteção adequada, como chapéu e protetor solar, inclusive nos lábios, orelhas e pescoço.

– Segurança no trabalho é fundamental. Para indústrias que trabalham com agentes químicos, físicos e biológicos é fundamental ter todo o equipamento necessário para impedir a exposição do trabalhador a agentes nocivos à saúde. Para que isso ocorra de forma integral, é necessário o comprometimento de todos os envolvidos nos diversos processos de trabalho. É fundamental também o monitoramento permanente da atividade para evitar quaisquer danos à saúde dos colaboradores e à imagem da empresa.

Janeiro Branco: dicas para saúde mental nas empresas

Campanha de conscientização, debate e proteção da Saúde Mental, o Janeiro Branco faz um alerta para cuidado com a saúde psíquica dos brasileiros. Depressão, ansiedade, inseguranças, confusão mental podem ser decorrentes de problemas familiares, de relacionamento, financeiros ou profissionais e limitam a capacidade cognitiva e de reação, prejudicando ainda o desempenho social e profissional.

Os números em relação à saúde mental são alarmantes. Os problemas, incluindo o uso de substâncias psicoativas, respondem por mais de um terço dos índices de incapacidade. Estima-se que 30 a cada 100 pessoas sofram, ou venham a sofrer, de problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão.

Fazer do mês de janeiro um marco no conhecimento, no planejamento e na execução de ações em benefício da saúde mental é positivo não só para o conjunto de colaboradores, que se sentem amparados e prestigiados pela empresa, mas também para as famílias e sociedade como um todo.

Para chamar a atenção da comunidade para os aspectos mentais e emocionais das pessoas que nos rodeiam, uma vez que o indivíduo não saudável pode afetar toda uma equipe, o diretor-médico da RHMED|RHVIDA, dr. Geraldo Bachega, selecionou dicas de prevenção e sinais para identificação de doenças mentais que ajudam na promoção da saúde mental na organizações:

Com evitar os problemas mentais?
Busque o equilíbrio. Enfrentar os desafios não significa deixar de pedir ajuda quando necessário. Conhecer os limites e descentralização tarefas pode ser bem positivo.
Esteja bem consigo mesmo e nas relações com os outros.
Tenha um propósito que o leve a superar desafios e sentir satisfação em suas funções.
Lide bem com as emoções, inclusive as desagradáveis. Aceitar que nem tudo pode dar certo o tempo todo e saber que o importante é reconhecer os erros, aprender com eles e seguir em frente.

Alguns sinais de alerta:
– Cansaço mental
– Dificuldade de concentração
– Distração e perda de memória
– Apatia ou indiferença emocional
– Problemas de pele
– Queda de cabelo
– Gastrite ou úlcera
– Perda repentina ou ganho rápido de peso
– Desânimo, apatia ou questionamento frente à vida
– Ansiedade
– Crises de pânico
– Pressão alta

Sobre a RHMED|RHVIDA
Empresa pioneira na prestação de serviços de saúde e segurança, a RHMED|RHVIDA acumula 22 anos de experiência, com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, com atendimento em todos os estados do Brasil.

 

Fonte: https://www.catho.com.br/carreira-sucesso/carreira/bem-estar/janeiro-branco-dicas-para-saude-mental-nas-empresas

O controle da diabetes ao alcance de todos

Saúde é um assunto recorrente neste espaço. A nossa permanente preocupação com o tema reflete uma mudança na própria sociedade. Que exige cada vez mais a aplicação dos conceitos de qualidade de vida e bem-estar no ambiente laboral.

Há mais de 20 anos, as corporações buscam o apoio da RHMED|RHVIDA justamente para transformar a sua cultura organizacional, melhorar processos e fazer do ambiente de trabalho um lugar mais produtivo e feliz. Ultrapassamos 1,1 milhão de vidas sob gestão em diferentes atividades. E lançamos mão de toda a nossa experiência para planejar com gestores estratégias e cronogramas capazes de cuidar de seus trabalhadores e de suas famílias.

Neste dia 14 de novembro, vamos focar mais uma vez numa campanha que promove saúde: o Dia Mundial da Diabetes. O mal, que atinge 9% da população no Brasil, já é considerado pela OMS uma epidemia mundial. Portanto, se medidas de prevenção e combate à doença não forem adotadas o quanto antes. As projeções de crescimento acelerado indicam um cenário bastante preocupante na próxima década.

Importante ressaltar que, ao diabetes, está associada uma série de complicações: cansaço, danos à capacidade cognitiva, perda da visão, problemas cardiovasculares, neuropatias, lesões nos rins e diferentes tipos câncer, entre outros problemas.

E o que é diabetes?

A diabetes mellitus – ou hiperglicemia – é uma doença metabólica crônica. Na qual o corpo não produz ou deixa de absorver insulina. Hormônio responsável pelo controle dos índices de açúcar no sangue. A insulina tem a função de quebrar as moléculas de glicemia, gerando energia fundamental à manutenção das células em nosso corpo.

A diabetes se divide em duas categorias: tipos 1 e 2. O primeiro é relacionado ao sistema autoimune e surge, quase sempre, na infância ou na adolescência.  O sistema imunológico ataca as células beta. Dessa maneira, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o organismo. A glicose, então, não é absorvida pelas células.  Os pacientes diagnosticados com o tipo 1 precisam fazer reposição da insulina diariamente e fazer uso contínuo de remédios.

O tipo 2 é o mais comum e, muitas vezes, pode ser controlado sem uso de medicamentos. Diferentes fatores têm contribuído para a rápida expansão no número de casos: obesidade, sedentarismo, estresse, distúrbios do sono, tabagismo e maus hábitos alimentares.

Dados da OMS indicam que 16 milhões de brasileiros sofrem de diabetes. Sendo que a taxa de incidência da doença cresceu 61,8% nos últimos dez anos. Atualmente, o país ocupa o quarto lugar no ranking global, atrás somente de China, Índia e Estados Unidos.

Mesmo sendo uma doença silenciosa, a diabetes, às vezes, dá alguns sinais. Fome demasiada, sede constante, perda rápida de peso, feridas que demoram a cicatrizar, sensação de fraqueza, cansaço excessivo, enjoos frequentes e vontade de urinar diversas vezes. Conhecer esses sintomas é importante para detectar o problema rapidamente.

Como montar um programa de prevenção e controle do diabetes?

– Incentivar que colaboradores façam consultas médicas e exames periódicos para detectar a doença precocemente.

– Promover campanhas internas de esclarecimento com uso de banners, newsletter, cartilhas, redes sociais, enfim, todos os canais disponíveis para fazer circular informações relevantes sobre o tema.

– Promover palestras com a presença de profissionais que possam tirar dúvidas e dar dicas de como evitar – ou tratar – as doenças.

– A prática diária de exercícios ajuda bastante na prevenção e no controle da doença. Nunca é demais insistir nos benefícios que as atividades físicas trazem à saúde.

– Alimentação também é ponto-chave para evitar a diabetes. Além do açúcar, mais uma vez os vilões são os alimentos ultra processados, o excesso de gordura e carboidrato, o consumo de refrigerantes e bebidas alcoólicas. Em compensação, uma dieta rica em fibras, legumes, grãos e verduras é bem-vinda no dia a dia.

– Para os funcionários que já foram diagnosticados com a doença, é fundamental que se sintam acolhidos no ambiente de trabalho. É importante conhecer as suas necessidades específicas e engajar outros colegas de equipe nessa realidade. Informação e empatia são as palavras-chave.

– Investir em prevenção é uma forma de evitar que funcionários se afastem o trabalho para tratamentos em razão de doenças associadas. Colaboradores saudáveis trabalham felizes e melhor.

Benefícios da Amamentação

Para chamar a atenção sobre a importância e os benefícios da amamentação para o bem-estar do bebê e da mãe. O Agosto Dourado, instituído recentemente pelo Congresso Nacional Brasileiro, amplia e reforça a ideia da Semana Mundial do Aleitamento Materno, criada há mais de duas décadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  Promovida em 170 países. A iniciativa vai de encontro a uma das principais preocupações e necessidades das mulheres no retorno ao mercado depois do período de licença-maternidade.

A questão prioritária para as colaboradoras é: como voltar ao trabalho sem prejudicar a rotina de aleitamento?

Com medidas simples, as empresas podem apoiar as funcionárias no processo. Nesse período tão delicado e especial para a mulher, a transmissão de informações relevantes e seguras faz muita diferença. É importante que as trabalhadoras se sintam cuidadas, suportadas em seu ambiente de trabalho. E que saibam como cuidar bem de si próprias e dos seus filhos.

Deixá-las fazer pausas durante o horário de trabalho para se hidratarem regularmente. Recomendar hábitos alimentares saudáveis são detalhes que ajudam bastante. Assim como criar cartilhas ou oferecer palestras sobre o tema. Reforçando sempre a necessidade de medidas de higiene, cuidados com a saúde e imunização contra doenças permitidas durante o período de amamentação. Em comum acordo, sempre que imprescindível, flexibilizar horários e rotinas de trabalho.

Mesmo não havendo obrigatoriedade legal para a instalação de salas para coleta e armazenamento de leite materno. Algumas empresas contam com infraestrutura completa com privacidade, ambiente confortável, lavabo e refrigeradores. Providências que melhoram, em muito, o clima e a dinâmica em uma corporação.

 

Amamentação traz benefícios também à empresa

Os benefícios do leite materno para o bebê são incontestáveis. O aleitamento protege contra doenças crônicas e previne infecções, alergias, cânceres infantis e, no caso das mães, também os de mama. Além do alto valor nutritivo para manter a saúde do bebê, há a satisfação e o bem-estar da mãe. A OMS recomenda que nos primeiros seis meses o único alimento do bebê seja o leite materno.

Prevenindo doenças, a amamentação colabora também para que a funcionária se ausente menos do ambiente do trabalho. Portanto assim, exerça suas funções com maior concentração e tranquilidade.

 

RHMED|RHVIDA lança programa de apoio aos ODS da ONU

Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar a todos, em todas as idades. Sonho comum a todas as nações, essa é uma das metas transformadoras previstas pela ONU para tornar o mundo mais sustentável até 2030.

Envolvida na causa, a RHMED|RHVIDA lança um programa de apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), fazendo o que sabe de melhor: ajudar as empresas a cuidar da saúde de seus colaboradores e, neste caso específico, de suas colaboradoras.

O projeto, que teve início durante a Semana Mundial de Amamentação, promoverá ações com foco prioritário na prevenção e no combate ao diabetes gestacional, doença que afeta a saúde de mães e bebês em todo o mundo.  A doença consiste no aumento dos níveis de glicose no sangue durante a gravidez, devido ao esforço do pâncreas materno na produção da insulina, acarretando complicações à saúde da mulher e do bebê. Entre as consequências mais frequentes estão hipertensão e prejuízos ao funcionamento dos rins.

 

 

Sarampo é assunto sério

A vacinação contra o sarampo deve ser encarada como responsabilidade social. Quem se imuniza está protegendo não só a si mesmo como a seus familiares e ao conjunto da sociedade. Cientes da importância de promover a saúde individual e coletiva. As empresas têm exercido papel estratégico na disseminação de informações relevantes a seus colaboradores e em campanhas internas de prevenção.

A rapidez com que aumenta o número de casos de sarampo no Brasil chama a atenção. Dados do Ministério da Saúde dão conta de que, somente entre os dias 5 de maio e 3 de agosto deste ano, foram confirmados 907 casos. A maior parte em São Paulo. Mas, também com registros em outros estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.

É oportuno destacar que, desde 2016, autoridades consideravam a doença erradicada do território nacional. E, na opinião de especialistas, o fator determinante para o seu ressurgimento reside, justamente, na queda nos índices de imunização. O vírus do sarampo já circula novamente no Brasil desde 2018, quando foram registrados 10.326 casos. Em algumas partes do planeta, o sarampo ainda é uma das maiores causas de mortalidade entre crianças menores de 5 anos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença é a responsável por 100 mil óbitos a cada ano em todo o mundo.

RHMED|RHVIDA: Mobilização dos colaboradores é essencial

A RHMED|RHVIDA orienta as empresas a incentivar que seus funcionários mantenham em dia a sua carteira de vacinação. E claro, a de seus familiares. É sabido que a maior parte das doenças infecciosas é transmitida pelo contato com objetos ou mesmo pelo ar – espirros, tosse ou fala. Assim, em ambientes corporativos, fechados e com muita gente, se um indivíduo é infectado, pode contaminar rapidamente a outros que também não foram imunizados. Segundo o Ministério da Saúde, uma pessoa doente pode espalhar o vírus para, pelo menos, dez outras.

Procuramos aconselhar a nossos clientes que adotem campanhas internas de conscientização de colaboradores quanto ao valor da vacinação para o bem-estar da sociedade. Medidas simples, como avisos internos, palestras, circulação de informações sobre a doença e as formas de preveni-la, têm sempre resultados efetivos. Com a abordagem correta, é possível também engajar os colaboradores e fazer com que transmitam as recomendações a outras pessoas, dentro e mesmo fora do ambiente laboral.

Trabalhadores que adoecem e/ou que têm familiares contaminados são obrigados a se ausentar de suas funções e sobrecarregam os outros funcionários. Sem contar o clima de apreensão e insegurança entre as equipes, fator sabidamente prejudicial à produtividade. Além de informação, as organizações podem colaborar levando a vacinação às próprias empresas ou, se necessário, flexibilizando horários para que seus funcionários consigam se imunizar em unidades de saúde. São medidas simples que, pode acreditar, valem a pena e beneficiam a todos.

Saiba mais sobre o sarampo

Causado por vírus, o sarampo é altamente contagioso e pode até matar. É transmitido da mesma forma que a gripe, de pessoa a pessoa, independentemente da idade, por meio de contato direto ou pelo ar (partículas suspensas de saliva).

Em média, os sintomas do sarampo surgem depois de 10 a 14 dias da exposição ao vírus. Os mais comuns são tosse, coriza, olhos inflamados, dor de garganta, febre e irritação na pele com manchas vermelhas.

COMO AGIR EM CASO DE SUSPEITA?

O paciente deve se dirigir prontamente a um serviço de saúde. Confirmado o diagnóstico, a unidade fará notificação à vigilância epidemiológica para que essa providencie a vacinação das pessoas com que ele teve contato.

DIAGNÓSTICO – A confirmação do diagnóstico é feita por sorologia (exame de sangue).

TRATAMENTO – Não há tratamento específico para a doença, apenas para os seus sintomas. Por isso, é tão importante investir na prevenção. O paciente infectado, depois de passar por avaliação médica, deve ficar isolado, em repouso, se alimentar e hidratar corretamente.

ONDE SE VACINAR? – Gratuitamente, em postos de saúde.

QUEM DEVE TOMAR A VACINA (Fonte: Ministério da Saúde):

  • Pessoas de 1 a 29 anos de idade (duas doses).
  • Adultos entre 30 e 49 anos de idade, ainda não imunizados, deve receber, pelo menos, uma dose da tríplice viral (SCR), que também protege contra caxumba e rubéola.
  • No caso de São Paulo, há recomendações específicas. Confira aqui.

META NACIONAL – O país espera atingir o índice de 95% de imunização.

CONTRAINDICAÇÕES: – Pessoas que estão com imunossupressão, por quaisquer razões, não devem se vacinar.

Nesses casos, recomenda-se consultar um médico para receber orientações individualizadas.
Gestantes e bebês com menos de 6 meses não podem tomar a vacina.

Mulheres que tomaram a vacina devem esperar pelo menos um mês antes de tentar
engravidar.

REAÇÕES À VACINA – Ela pode causar febre e dor e inchaço no local da aplicação.

Leia mais sobre imunização aqui.

Estudo da RHMED aponta que jovens estão fumando menos

Pesquisa realizada com dados de 92 mil exames ocupacionais de todo o país entre janeiro de 2016 e junho de 2018 pela RHMED – empresa líder no Brasil em inteligência em saúde e em segurança do trabalho – aponta que o índice de fumantes dentre as empresas analisadas caiu 9,4% no período, com uma tendência de queda linear. Dado a ser comemorado no do Dia Nacional de Combate ao Fumo, em 29 de agosto, que tem como objetivo reforçar ações nacionais de sensibilização da população para os danos causados pelo tabaco. O estudo foi lançado pela RHMED durante sua participação no CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas – um dos maiores eventos do mundo do setor de RH, que reunirá mais de 2.500 pessoas, de 14 a 16 de agosto, no São Paulo Expo.

Outra boa notícia apontada pela pesquisa: os jovens que estão entrando no mercado de trabalho estão deixando de fumar – a população trabalhadora acima de 25 anos tem proporcionalmente 2,4 vezes mais fumantes que a de 18 a 24 anos. A idade média do grupo de fumantes é quatro anos maior do que a idade de não fumantes.

O Brasil ainda tem cerca de 21 milhões de fumantes, o que representa 12% de toda a população, segundo dados do Ministério da Saúde.  O consumo de cigarros e outros derivados causa um prejuízo de R$ 56,9 bilhões ao país a cada ano. Deste total, R$ 39,4 bilhões são com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, decorrentes da perda de produtividade, provocadas por morte prematura ou por incapacitação de trabalhadores.

Os prejuízos à saúde são numerosos e incalculáveis, que vão desde a perda de sensibilidade a insuficiência respiratória, infarto a diversos tipos de câncer.  Somente nesta pesquisa com 92 mil exames ocupacionais, foram notadas incidências de piora na condição respiratória, pressão arterial, glicemia e colesterol – a pressão arterial acima de 15 entre os fumantes foi 30% mais presente do que na população não fumante; a glicemia acima de 150 – 63% a mais para os fumantes e o índice de fumantesque acusaram problemas respiratórios foi 25% maior do que os não fumantes.

 “É normal associar o fumo a questões respiratórias. O mais interessante desse estudo foi verificar o impacto do tabagismo no nível de estresse e na qualidade do sono desses profissionais analisados. Os dados chamam a atenção para efeitos colaterais não muito debatidos, que são causados diretamente pelo hábito”, diz Dr. Geraldo Bachega, diretor-médico da RHMED. Ele se refere à relação direta entre estresse e falta de sono ao fumo: o número de fumantes que reportaram estar sob estresse foi 85% maior que o de não fumantes. Fumantes também reportaram 127% mais problemas de sono.

“Fazemos esse tipo de análise sobre a população de cada empresa para sugerir medidas que ela possa adotar para aumentar a qualidade de vida e melhorar a saúde dos seus colaboradores. Agora, estamos começando a fazer essa análise para todo o universo de mais de 550 mil de vidas da RHMED. Esperamos com isso usar a nossa área de inteligência em saúde ocupacional para provocar debates e campanhas que realmente contribuam para a melhora das condições de saúde da população brasileira como um todo.”, completa o especialista.

 Sobre a RHMED

Empresa piorneira na prestação de serviços de saúde e segurança, a RHMED acumula 22 anos de experiência, com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo e atendimento em todos os estados do Brasil. A empresa apresenta ampla rede de prestadores credenciados, distribuídos por todas as regiões do Brasil, sendo referência no suporte a corporações para que reduzam seus custos com saúde ocupacional e assistencial por meio da inteligência na gestão. Anunciou, em maio, acordo de compra da RHVida, já aprovada pelo CADE. Com a aquisição, a RHMED se torna a maior empresa focada em medicina ocupacional do Brasil, com 600 colaboradores e responsáveis pelo atendimento a mais de 2,5 mil empresas em todo o país. Veja matéria completa aqui!