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Benefícios da Amamentação

Para chamar a atenção sobre a importância e os benefícios da amamentação para o bem-estar do bebê e da mãe. O Agosto Dourado, instituído recentemente pelo Congresso Nacional Brasileiro, amplia e reforça a ideia da Semana Mundial do Aleitamento Materno, criada há mais de duas décadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  Promovida em 170 países. A iniciativa vai de encontro a uma das principais preocupações e necessidades das mulheres no retorno ao mercado depois do período de licença-maternidade.

A questão prioritária para as colaboradoras é: como voltar ao trabalho sem prejudicar a rotina de aleitamento?

Com medidas simples, as empresas podem apoiar as funcionárias no processo. Nesse período tão delicado e especial para a mulher, a transmissão de informações relevantes e seguras faz muita diferença. É importante que as trabalhadoras se sintam cuidadas, suportadas em seu ambiente de trabalho. E que saibam como cuidar bem de si próprias e dos seus filhos.

Deixá-las fazer pausas durante o horário de trabalho para se hidratarem regularmente. Recomendar hábitos alimentares saudáveis são detalhes que ajudam bastante. Assim como criar cartilhas ou oferecer palestras sobre o tema. Reforçando sempre a necessidade de medidas de higiene, cuidados com a saúde e imunização contra doenças permitidas durante o período de amamentação. Em comum acordo, sempre que imprescindível, flexibilizar horários e rotinas de trabalho.

Mesmo não havendo obrigatoriedade legal para a instalação de salas para coleta e armazenamento de leite materno. Algumas empresas contam com infraestrutura completa com privacidade, ambiente confortável, lavabo e refrigeradores. Providências que melhoram, em muito, o clima e a dinâmica em uma corporação.

 

Amamentação traz benefícios também à empresa

Os benefícios do leite materno para o bebê são incontestáveis. O aleitamento protege contra doenças crônicas e previne infecções, alergias, cânceres infantis e, no caso das mães, também os de mama. Além do alto valor nutritivo para manter a saúde do bebê, há a satisfação e o bem-estar da mãe. A OMS recomenda que nos primeiros seis meses o único alimento do bebê seja o leite materno.

Prevenindo doenças, a amamentação colabora também para que a funcionária se ausente menos do ambiente do trabalho. Portanto assim, exerça suas funções com maior concentração e tranquilidade.

 

RHMED|RHVIDA lança programa de apoio aos ODS da ONU

Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar a todos, em todas as idades. Sonho comum a todas as nações, essa é uma das metas transformadoras previstas pela ONU para tornar o mundo mais sustentável até 2030.

Envolvida na causa, a RHMED|RHVIDA lança um programa de apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), fazendo o que sabe de melhor: ajudar as empresas a cuidar da saúde de seus colaboradores e, neste caso específico, de suas colaboradoras.

O projeto, que teve início durante a Semana Mundial de Amamentação, promoverá ações com foco prioritário na prevenção e no combate ao diabetes gestacional, doença que afeta a saúde de mães e bebês em todo o mundo.  A doença consiste no aumento dos níveis de glicose no sangue durante a gravidez, devido ao esforço do pâncreas materno na produção da insulina, acarretando complicações à saúde da mulher e do bebê. Entre as consequências mais frequentes estão hipertensão e prejuízos ao funcionamento dos rins.

 

 

Sarampo é assunto sério

A vacinação contra o sarampo deve ser encarada como responsabilidade social. Quem se imuniza está protegendo não só a si mesmo como a seus familiares e ao conjunto da sociedade. Cientes da importância de promover a saúde individual e coletiva. As empresas têm exercido papel estratégico na disseminação de informações relevantes a seus colaboradores e em campanhas internas de prevenção.

A rapidez com que aumenta o número de casos de sarampo no Brasil chama a atenção. Dados do Ministério da Saúde dão conta de que, somente entre os dias 5 de maio e 3 de agosto deste ano, foram confirmados 907 casos. A maior parte em São Paulo. Mas, também com registros em outros estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.

É oportuno destacar que, desde 2016, autoridades consideravam a doença erradicada do território nacional. E, na opinião de especialistas, o fator determinante para o seu ressurgimento reside, justamente, na queda nos índices de imunização. O vírus do sarampo já circula novamente no Brasil desde 2018, quando foram registrados 10.326 casos. Em algumas partes do planeta, o sarampo ainda é uma das maiores causas de mortalidade entre crianças menores de 5 anos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença é a responsável por 100 mil óbitos a cada ano em todo o mundo.

RHMED|RHVIDA: Mobilização dos colaboradores é essencial

A RHMED|RHVIDA orienta as empresas a incentivar que seus funcionários mantenham em dia a sua carteira de vacinação. E claro, a de seus familiares. É sabido que a maior parte das doenças infecciosas é transmitida pelo contato com objetos ou mesmo pelo ar – espirros, tosse ou fala. Assim, em ambientes corporativos, fechados e com muita gente, se um indivíduo é infectado, pode contaminar rapidamente a outros que também não foram imunizados. Segundo o Ministério da Saúde, uma pessoa doente pode espalhar o vírus para, pelo menos, dez outras.

Procuramos aconselhar a nossos clientes que adotem campanhas internas de conscientização de colaboradores quanto ao valor da vacinação para o bem-estar da sociedade. Medidas simples, como avisos internos, palestras, circulação de informações sobre a doença e as formas de preveni-la, têm sempre resultados efetivos. Com a abordagem correta, é possível também engajar os colaboradores e fazer com que transmitam as recomendações a outras pessoas, dentro e mesmo fora do ambiente laboral.

Trabalhadores que adoecem e/ou que têm familiares contaminados são obrigados a se ausentar de suas funções e sobrecarregam os outros funcionários. Sem contar o clima de apreensão e insegurança entre as equipes, fator sabidamente prejudicial à produtividade. Além de informação, as organizações podem colaborar levando a vacinação às próprias empresas ou, se necessário, flexibilizando horários para que seus funcionários consigam se imunizar em unidades de saúde. São medidas simples que, pode acreditar, valem a pena e beneficiam a todos.

Saiba mais sobre o sarampo

Causado por vírus, o sarampo é altamente contagioso e pode até matar. É transmitido da mesma forma que a gripe, de pessoa a pessoa, independentemente da idade, por meio de contato direto ou pelo ar (partículas suspensas de saliva).

Em média, os sintomas do sarampo surgem depois de 10 a 14 dias da exposição ao vírus. Os mais comuns são tosse, coriza, olhos inflamados, dor de garganta, febre e irritação na pele com manchas vermelhas.

COMO AGIR EM CASO DE SUSPEITA?

O paciente deve se dirigir prontamente a um serviço de saúde. Confirmado o diagnóstico, a unidade fará notificação à vigilância epidemiológica para que essa providencie a vacinação das pessoas com que ele teve contato.

DIAGNÓSTICO – A confirmação do diagnóstico é feita por sorologia (exame de sangue).

TRATAMENTO – Não há tratamento específico para a doença, apenas para os seus sintomas. Por isso, é tão importante investir na prevenção. O paciente infectado, depois de passar por avaliação médica, deve ficar isolado, em repouso, se alimentar e hidratar corretamente.

ONDE SE VACINAR? – Gratuitamente, em postos de saúde.

QUEM DEVE TOMAR A VACINA (Fonte: Ministério da Saúde):

  • Pessoas de 1 a 29 anos de idade (duas doses).
  • Adultos entre 30 e 49 anos de idade, ainda não imunizados, deve receber, pelo menos, uma dose da tríplice viral (SCR), que também protege contra caxumba e rubéola.
  • No caso de São Paulo, há recomendações específicas. Confira aqui.

META NACIONAL – O país espera atingir o índice de 95% de imunização.

CONTRAINDICAÇÕES: – Pessoas que estão com imunossupressão, por quaisquer razões, não devem se vacinar.

Nesses casos, recomenda-se consultar um médico para receber orientações individualizadas.
Gestantes e bebês com menos de 6 meses não podem tomar a vacina.

Mulheres que tomaram a vacina devem esperar pelo menos um mês antes de tentar
engravidar.

REAÇÕES À VACINA – Ela pode causar febre e dor e inchaço no local da aplicação.

Leia mais sobre imunização aqui.

Estudo da RHMED aponta que jovens estão fumando menos

Pesquisa realizada com dados de 92 mil exames ocupacionais de todo o país entre janeiro de 2016 e junho de 2018 pela RHMED – empresa líder no Brasil em inteligência em saúde e em segurança do trabalho – aponta que o índice de fumantes dentre as empresas analisadas caiu 9,4% no período, com uma tendência de queda linear. Dado a ser comemorado no do Dia Nacional de Combate ao Fumo, em 29 de agosto, que tem como objetivo reforçar ações nacionais de sensibilização da população para os danos causados pelo tabaco. O estudo foi lançado pela RHMED durante sua participação no CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas – um dos maiores eventos do mundo do setor de RH, que reunirá mais de 2.500 pessoas, de 14 a 16 de agosto, no São Paulo Expo.

Outra boa notícia apontada pela pesquisa: os jovens que estão entrando no mercado de trabalho estão deixando de fumar – a população trabalhadora acima de 25 anos tem proporcionalmente 2,4 vezes mais fumantes que a de 18 a 24 anos. A idade média do grupo de fumantes é quatro anos maior do que a idade de não fumantes.

O Brasil ainda tem cerca de 21 milhões de fumantes, o que representa 12% de toda a população, segundo dados do Ministério da Saúde.  O consumo de cigarros e outros derivados causa um prejuízo de R$ 56,9 bilhões ao país a cada ano. Deste total, R$ 39,4 bilhões são com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, decorrentes da perda de produtividade, provocadas por morte prematura ou por incapacitação de trabalhadores.

Os prejuízos à saúde são numerosos e incalculáveis, que vão desde a perda de sensibilidade a insuficiência respiratória, infarto a diversos tipos de câncer.  Somente nesta pesquisa com 92 mil exames ocupacionais, foram notadas incidências de piora na condição respiratória, pressão arterial, glicemia e colesterol – a pressão arterial acima de 15 entre os fumantes foi 30% mais presente do que na população não fumante; a glicemia acima de 150 – 63% a mais para os fumantes e o índice de fumantesque acusaram problemas respiratórios foi 25% maior do que os não fumantes.

 “É normal associar o fumo a questões respiratórias. O mais interessante desse estudo foi verificar o impacto do tabagismo no nível de estresse e na qualidade do sono desses profissionais analisados. Os dados chamam a atenção para efeitos colaterais não muito debatidos, que são causados diretamente pelo hábito”, diz Dr. Geraldo Bachega, diretor-médico da RHMED. Ele se refere à relação direta entre estresse e falta de sono ao fumo: o número de fumantes que reportaram estar sob estresse foi 85% maior que o de não fumantes. Fumantes também reportaram 127% mais problemas de sono.

“Fazemos esse tipo de análise sobre a população de cada empresa para sugerir medidas que ela possa adotar para aumentar a qualidade de vida e melhorar a saúde dos seus colaboradores. Agora, estamos começando a fazer essa análise para todo o universo de mais de 550 mil de vidas da RHMED. Esperamos com isso usar a nossa área de inteligência em saúde ocupacional para provocar debates e campanhas que realmente contribuam para a melhora das condições de saúde da população brasileira como um todo.”, completa o especialista.

 Sobre a RHMED

Empresa piorneira na prestação de serviços de saúde e segurança, a RHMED acumula 22 anos de experiência, com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo e atendimento em todos os estados do Brasil. A empresa apresenta ampla rede de prestadores credenciados, distribuídos por todas as regiões do Brasil, sendo referência no suporte a corporações para que reduzam seus custos com saúde ocupacional e assistencial por meio da inteligência na gestão. Anunciou, em maio, acordo de compra da RHVida, já aprovada pelo CADE. Com a aquisição, a RHMED se torna a maior empresa focada em medicina ocupacional do Brasil, com 600 colaboradores e responsáveis pelo atendimento a mais de 2,5 mil empresas em todo o país. Veja matéria completa aqui!