OIT aponta para seriedade de condições do trabalhador

Segundo dados mais recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT), morrem anualmente em todo o mundo cerca de 2,3 milhões de pessoas em acidentes de trabalho, dos quais mais de 2,02 milhões causados diretamente pelas atividades realizadas sem proteção adequada ou de forma indevida, além de doenças relacionadas às funções dos trabalhadores. As estatísticas globais, portanto, dão conta de que: a cada cinco minutos, 20 trabalhadores morrem. O número de feridos chega a 300 milhões todos os anos.

Em termos financeiros, a estimativa é de que os acidentes de trabalho correspondem a 4% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial em termos de dias perdidos, gastos com saúde, pensões, reabilitação e reintegração. E especialistas no assunto em todo o mundo frisam que os cálculos sobre mortos e feridos não chegam perto de representar a magnitude do problema, nem o impacto real na vida das famílias dos trabalhadores e nas economias dos países.

O mesmo levantamento aponta que a prudência e o cuidado com o bem-estar dos colaboradores em ambiente corporativo ainda são os principais aliados na redução de sinistralidades. A pergunta que fica então é: o que falta para que as empresas comecem a agir?

OIT mostra os dados do Brasil

O Brasil ocupa hoje o quarto lugar mundial no ranking de acidentes e doenças do trabalho em todo o mundo. Segundo os dados da OIT, cerca de 1,3 milhão de casos de acidentes com brasileiros têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores e más condições nos ambientes e processos de trabalho. O país perde apenas para China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090) em número de mortes anuais: por aqui a média é de 2.503 óbitos.

Por que então, as empresas não aplicam mais esforços no estancamento dessa ferida?

Especialistas da área de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) em todo o mundo acreditam que obter dados confiáveis facilita a determinação de prioridades e serve de base para calcular o progresso no setor. E a redução do número acidentes de trabalho está estritamente ligada a políticas de prevenção e que abrangem também as condições de trabalho além do ambiente corporativo.

RHMED|RHVIDA ajuda a estruturar procedimentos de segurança

A RHMED|RHVIDA vem ajudando empresas brasileiras não apenas a estruturar o quadro de saúde e segurança de seus funcionários, como a estabelecer procedimentos a partir da conscientização sobre a importância em investir na prevenção.

Ao aplicar capital na área de SST ganham todos: trabalhador e sua família, empregador e empresa, governo e sociedade com um todo, com o retorno de um empregado saudável e rentável. O investimento é fundamental para prevenir acidentes, adoecimentos, ausências e presenças no ambiente de trabalho. E é fundamental para evitar uma série de outros prejuízos.  Além dos impactos diretos sobre o trabalhador, há despesas como multas e interdições parciais ou totais da empresa, que podem ser evitadas ao se seguir as normas estabelecidas pelo Ministério do Trabalho.

Os cálculos feitos pelo setor apontam que​, em média, para cada real investido em prevenção de acidentes e promoção da saúde do trabalhador, há um retorno de aproximadamente três reais, demonstrando, assim, que a ações de prevenção agregam ao negócio.

Para mudar o quadro negativo da área, é necessário, portanto, que se mude a mentalidade em relação aos investimentos em segurança e saúde do trabalhar. O dinheiro aplicado neste setor não deve mais ser visto como gastos, mas como investimento.