Gestão de riscos no combate às incertezas

A imprevisibilidade não combina com o mundo dos negócios. Ciente de que há sempre a chance de algo dar errado, é obrigação das empresas tomar todas as providências imagináveis para evitar acidentes e doenças no ambiente de trabalho. O gerenciamento de riscos corporativos (enterprise risk management, em inglês) é um escudo imperioso, capaz de assegurar tranquilidade aos colaboradores, preservar a reputação da empresa, sustentar a produtividade e, o mais importante, salvar vidas.

Investir em gestão de risco vai, portanto, muito além de única e simplesmente obedecer às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. É um compromisso com a ética e a transparência. Compromisso que começa dentro das organizações e se estende de forma emblemática a toda sociedade. E não são somente temas ligados a acidentes de trabalho e doenças laborais. Há também questões como danos morais, riscos financeiros e de ajuste de conduta.

O gerenciamento de risco lida basicamente com situações que podem trazer qualquer ameaça à integridade dos funcionários, à imagem da empresa e à sua própria estrutura física. Além de serem conduzidos por lideranças – diretoria, conselho de administração e chefes de equipes –, os problemas e as estratégias precisam ser identificados, entendidos, analisados, discutidos e adotados por todos os colaboradores.

Por meio de cuidadoso planejamento, que pode incluir palestras, workshops e simulações, entre outras ações, a gestão de risco deve se integrar naturalmente à cultura da empresa, de forma descomplicada e orgânica.

RHMED|RHVIDA orienta na gestão de riscos

A RHMED|RHVIDA tem mais de 1,1 milhão de vidas sob gestão, com expertise comprovada no atendimento de diversos graus de risco e capacidade de atender às operações mais complexas. Sabemos que o gerenciamento de riscos deve adotar medidas capazes de equilibrar a necessidade da prevenção e os custos para evitá-los. É um investimento estratégico, capaz de manter a saúde da empresa e assegurar que, mesmo diante de uma situação indesejável, os impactos negativos – internos e externos – sejam minimizados ou até mesmo anulados.

Sabemos ainda que riscos são condições ou circunstâncias futuras negativas que podem – e devem – ser evitadas. E ajudamos nossos clientes a diagnosticar, primeiramente, quais os pontos vulneráveis da empresa, qual a probabilidade e a frequência com que os problemas identificados acontecem e a melhor forma de solucioná-los com o menor peso no orçamento da organização. Tudo deve ser observado e qualquer falha na segurança, combatido.

Claro que há corporações com atividades de menor ou maior risco, que demandam investimentos de diferentes calibres. Mas é importante frisar que não existe uma empresa imune a situações inesperadas. Portanto, mapear a corporação auxilia a responder pronta e cirurgicamente a acidentes ou outros acontecimentos negativos. Não podemos trabalhar com qualquer margem para erros.

Como sempre, o engajamento dos funcionários é mais do que necessário. São eles, afinal, que estão diretamente nas linhas de produção, nos canteiros de obra, nas plataformas de óleo e gás, escritórios, nos shoppings, hospitais, escolas etc. Devem ser ouvidos em todo processo de planejamento e, mesmo depois, para atualização das estratégicas, à medida que novas necessidades e problemas forem surgindo. Trata-se de um trabalho contínuo, que exige observação permanente e atualização constante.

O compartilhamento de informações seguras é sempre bem-vindo e ajuda bastante em todo o esquema, inclusive na transmissão de fatos novos ou situações emergenciais.

Em resumo, como, em linhas gerais, evitar riscos?

Planejar: Traçar normas e estratégias que vão determinar o passo a passo da construção de um projeto de gestão de risco para a empresa.

Identificar e localizar o risco: Observar os pontos frágeis na estrutura da corporação e, setor a setor, verificar a probabilidade de que ocorreram problemas ou ainda verificar a frequência com que eles ocorrem. Conhecer as áreas vulneráveis ajuda a montar o planejamento.

Análise qualitativa: Enumerar e priorizar por grau de risco e intensidade do impacto.

Análise quantitativa: Criar gráficos com dados sobre os acontecimentos já registrados e os setores vulneráveis. É bom ter em mente o perfil de cada empresa e seu setor de atuação.

Respostas a incidentes: Dentro do planejamento, criar métodos, técnicas e estratégicas que permitam rápida reposta a qualquer incidente, sempre buscando mitigar qualquer impacto à empresa ou à comunidade.

Monitorar: Além do planejamento de respostas aos riscos, deve haver monitoramento dos residuais, identificação de novos e avaliação da eficácia dos processos.

Controlar: A tecnologia é aliada preciosa. Permite agilidade na percepção e na solução de problemas.

Transparência: Riscos nunca devem ser ignorados ou camuflados. Todos devem se engajar no processo. Precisam se sentir responsáveis pelo bem-estar geral e pela saúde da empresa. Cada colaborador deve se enxergar como um aliado e ter liberdade para questionar métodos e dar sugestões. Simulações e treinamentos periódicos das equipes muitas vezes são essenciais.

Comunicar e compartilhar: Informação útil e segura deve circular. Não apenas na empresa em questão, mas entre fornecedores, parceiros, familiares de colabores etc. Informação é aliada bem-vinda e pode ajudar a salvar vidas.